Curso Renovação CAP T(S)SHT – 40H – E-learning

Como formador do curso de Atualização de CAP/TP, cursos de 40h e de 105h, cumpre informar:
Renovar o CAP de TSSHT ou atualizar o TP de Técnico de Segurança no Trabalho?

Com a entrada em vigor da Lei n.º 42/2012, de 28 de agosto, o título profissional (TP), antigo certificado de aptidão profissional (CAP) dos TSHST, não carece de renovação. Porém, a ACT pode suspender o título profissional, quando em cada período de 5 anos, não se verifiquem os seguintes requisitos (da responsabilidade do técnico):

a) Atualização científica e técnica através da frequência de formação contínua correspondente ao mínimo de 30 horas;

b) 100 Horas de formação contínua quando tenha o exercício profissional inferior a 2 anos.

José Antunes dos Santos (Técnico Superior de ST)

JÁ FORMÁMOS COLABORADORES DAS MAIS DIVERSAS ORGANIZAÇÕES

62 thoughts on “Curso Renovação CAP T(S)SHT – 40H – E-learning

  1. Para proceder a uma avaliação de riscos, considero que a 1ª estapa a analisar seria a identificação dos perigos inerentes a uma atividade ( Ambiente em geral,produtos químicos, instruções de trabalho, ferramentas equipamentos .. etc..) ( Perigo – Situação que pode originar danos à saúde) . Mas seguindo o descrito na lei base de SST, as fases são :

    Identificação dos Riscos ( em resposta a alínea a) do art.º 15 da Lei 102/2009 – Avaliar as possíveis consequenciais e os trabalhadores expostos Exemplo de riscos associados a um perigo em Anexo;
    Quantificar riscos – Estimar a probabilidade e gravidade de cada uma das formas de acidente, e classificar os riscos ( Risco – Conjugação da probabilidade de ocorrência do acidente e a avaliação das suas consequências expectáveis)
    Definir medidas preventivas – Medidas que permitam minimizar e/ou controlar os riscos avaliados- Exemplo de medidas preventivas em anexo.
    Adopção das medidas de prevenção – Através de check list, ou planos de verificação – Exemplo de medidas de controlo a verificar em anexo;
    Acompanhamento e revisão das medidas – deverá de ser feito um acompanhamento e possível revisão sempre que se verifique essa necessidade ;
    É importante que os trabalhadores tenham conhecimento destas avaliações de riscos, e que seja efectuada uma consulta aos mesmos de forma a que possamos complementar todas as avaliações de riscos.

  2. Embora a lei exija que os trabalhadores partici­pem, sejam informados, instruídos, treinados e consultados em matéria de HST, na minha opinião a implementação de uma cultura de HST diz respeito a todos, à Gestão de topo, ao representante nesta matéria, aos restantes responsáveis de departamentos e aos trabalhadores.
    Como Técnica Superior de HST não possuo conhecimentos suficientes principalmente a nível operacional para as soluções de muitos dos pro­blemas na matéria HST. No meu dia-a-dia recorro aos trabalhadores, são eles que possuem os conhecimentos e a experiência apro­fundados sobre o modo como o trabalho é feito e o impacto que tem nas suas vidas.
    Pela minha experiência, os locais de trabalho em que os trabalhadores contribuem de forma ativa para a HST têm um menor nível de risco e taxas de sinistralidade inferiores.
    Obrigatoriamente a participação passa por todos, acima mencionados, consistindo num processo simples bidirecional em que os empregadores e os traba­lhadores e/ou respetivos representantes tem que:
    Comunicar entre si;
    Escutar as intenções / preocupações / objetivos da outra parte;
    Procurar ouvir e partilhar pontos de vista e informações;
    Discutir as questões em tempo útil;
    Considerar as opiniões de todos;
    Tomar decisões em conjunto;
    Dar provas de confiança e respeito mútuos.
    De forma a exemplificar anexo uma consulta ao trabalhador no âmbito do HST, embora no meu entender a plena participação vai além desta consulta onde os trabalhadores deverão estar, também, envolvidos na tomada de decisões.
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  3. No desempenho das minhas funções tento contribuir para a manutenção das boas condições de segurança e saúde dos colegas de trabalho.Todos temos obrigações nessa área, pois a segurança da empresa depende de todos.
    Alguns exemplos desse contributo são:
    Substituir a responsável de segurança na sua ausência e colaborar com a mesma partilhando ideias ou na verificação da documentação elaborada por ela.
    Fazer parte da comissão de segurança, opinando sobre os assuntos apresentados nas reuniões.
    Fazer parte da brigada de 1ª intervenção e colaborar com as entidades oficiais (bombeiros e proteção civil) nos simulacros.
    Participar nas formações na área.
    Sensibilizar para o uso dos EPI’s quando verifico a não utilização dos mesmos, alertando pra a importância da medida na proteção da saúde do trabalhador.
    Antes da aquisição das matérias primas solicito a ficha de dados de segurança, para análise da perigosidade e das medidas de proteção necessárias para a sua utilização. E quando possível substituo por menos perigosas ou não perigosas.
    Alertar para a necessidade de ligar os ventiladores de exaustão dos fumos/vapores quando verifico que estes não estão a funcionar.
    Sensibilizar os colaboradores para colocar as viaturas no estacionamento em posição de segurança e nos locais assinalados para esse efeito.
    Dar aos visitantes (clientes, fornecedores, etc.) um folheto onde constam as regras de segurança mais importantes a ter em consideração durante a permanência nas instalações da empresa.
    Em conclusão, tento no meu dia-a-dia estar atenta ao que nos rodeia e que de alguma forma possa contribuir para uma falha na segurança e saúde dos colegas.
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  4. Cumprindo os requisitos impostos pela ACT e segundo as directrizes da legislação em vigor, quer o empregador quer o colaborador tem deveres/obrigações e direitos. Sob o ponto de vista de melhoria do sistema de segurança e saúde na “minha” organização e sempre em colaboração com a administração e colaboradores, recorremos em 1ª ordem á avaliação do posto de trabalho, da consulta aos trabalhadores duas vezes por ano, no que diz respeito ás temáticas da segurança, e na medicina do trabalho, onde fazemos mais exames do que os obrigatórios.
    Existe uma relação muito próxima com todas as equipas de trabalho, existindo uma fácil comunicação e detecção dos pontos negativos e a sua correta resolução. dado que a empresa é pequena tenho a vantagem de todos os dias falar com os encarregados e perceber o que correu bem e o que correu menos bem e como podemos melhor. os equipamentos de protecção individual são comprados segundo as indicações dos trabalhadores, tentando sempre que se sintam confortáveis com os mesmos.
    Efectuamos formação regulares, dando prioridade ás dadas antes do inicio de trabalho em obra, onde são os trabalhadores que explicam a execução dos trabalhos e onde são referenciadas medidas seguras de execução dos trabalhos.
    muitas outras medidas poderiam ser melhoradas, mas na construção civil o orçamento é sempre reduzido.. e o sector da segurança tem de estar sempre em low cost.

  5. A minha colaboração como trabalhadora na melhoria do sistema de SST passa por, para além de cumprir com as minhas obrigações de trabalhadora prescritas na lei base (comparecer nas consultas de medicina do trabalho, utilizar corretamente os EPI quando aplicáveis, etc.), a minha colaboração como técnica de SHT passa por fazer avaliações de riscos nos diversos postos de trabalho, nomeadamente na área operacional, participar na aquisição de EPI para os trabalhadores, implementação de medidas preventivas, na avaliação de agentes físicos e biológicos, elaboração de instruções de trabalho.
    Anualmente realizo ações de formação em segurança e higiene no trabalho, de acordo com as necessidades.
    Este ano iniciei um pequeno projeto de sensibilização no departamento de obras, ao qual chamei “Sabia que…”, que consiste no envio mensal de mensagens (via email) de segurança e higiene no trabalho para todos os colegas do departamento com regras de segurança em obra, a importância dos EPI, responsabilidades de todos os intervenientes, entre outros temas.
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  6. Procedi a um breve estudo ergonómico do meu gabinete com o objetivo de detetar os problemas existentes.
    Neste levantamento tive em conta os aspetos organizativos e funcionais, e a consequente intervenção ergonómica a nível do layout da sala, de modo a contribuir para a melhoria da produtividade, através da melhoria das condições de trabalho, resultante da eliminação ou atenuação dos fatores de risco prejudiciais para a minha saúde.
    Um dos problemas que detetei foi a disposição do computar e respetivo ecrã de visualização, faz com que este esteja sujeito a reflexos causados pela incidência da luz exterior, que é responsável por uma carga de trabalho suplementar e de fadiga visual.
    A disposição do ecrã leva a um desconforto postural a nível da zona cervical, pois sou obrigada a executar movimentos desconfortáveis, de grande amplitude da cabeça e dos olhos.
    Desta forma optei por colocar a mesa afastada 1,5 m da janela de modo a atenuar os efeitos da luz exterior. O visor ficou disposto livre de reflexos do exterior. No que diz respeito a acessibilidades, quer o acesso ao posto de trabalho como o acesso às estantes encontram-se garantidos por um espaço de 800 mm, que permite a minha passagem ou de outras pessoas.
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  7. No meu local de trabalho existem implementadas várias medidas que visam a diminuição do trabalho monótono e repetitivo, tais como a existência de música ambiente, iluminação e temperatura ambiente controladas, existência de plantas, rotatividade de tarefas e reuniões mensais dos vários departamentos.
    Porém, considero que ainda existem algumas medidas que podiam ser implementadas tais como:
    Promover convívios fora do local de trabalho, tais como almoços ou atividades desportivas (caminhadas, descidas de rio, …), para melhorar o relacionamento entre colaboradores e empregadores.
    Incentivar a realização de técnicas de relaxamento/meditação, permitindo a interrupção das tarefas uma vez por semana e orientado por alguém externo à empresa.
    Melhorar o espaço destinado ao refeitório.
    Facilitar o desempenho das funções à distância, não constituindo a presença no local de trabalho obrigatória nas 40 horas semanais.
    Promover ações de formação nas instalações da empresa por formadores externos.
    E com estas sugestões, as exigências profissionais seriam mais fáceis de gerir.
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  8. No que se refere ao mesmo posto de trabalho, vou tomar como referencia o contexto de “administrativo”, ou seja gabinete secretária, etc. negligenciando o trabalho desenvolvido enquanto CSO, CSP ou o trabalho no exterior quer no acompanhamento das empreitadas ou das equipas operacionais da Câmara.
    Deste modo, as melhorias que propunha para uma maior adaptação do meu posto de trabalho, e consequente melhoria das condições de trabalho, prendem-se mais com a implementação de hábitos “saudáveis” ou seja, a realização de pausas de 5 minutos a cada hora ou hora e meia no computador, assim como a realização de alongamentos de modo a minimizar as consequências negativas provenientes de longas horas sentado e a trabalhar no computador.
    Contudo existem outros fatores que já foram tidos em conta no meu posto de trabalho, , como por exemplo:
    Distancia do Ecrã do utilizador;
    Cadeiras adaptadas ergonomicamente;
    Iluminação do Local de Trabalho;
    Etc.
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  9. No posto de trabalho, e a nível ergonómico, sem dúvida que o mobiliário teria que ser ajustado, as secretárias existentes não tem profundidade suficiente que permita apoiar os braços, e obter o ângulo correto na posição sentado, o que leva a lesões designadas por tendinites, lesões lombares e outras. A falta de profundidade/largura da secretária impede ajustar o monitor com a distância adequada, que deveria ser cerca dos 60 cm de distância.
    A nível de luminância, o meu posto de trabalho apresenta excesso e uma incorreta distribuição de lâmpadas, pelo que uma das medidas foi desligar algumas lâmpadas para criar pontos de luz adequados.
    Os riscos psicossociais são refletidos essencialmente na falta de pessoal, e acumulação de funções que provocam stress, frustração, desgaste e ansiedade. Atualmente este risco é minimizado com bom planeamento de tarefas ajustado e exequível e uma boa gestão de tempo.
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  10. No posto de trabalho, e a nível ergonómico, sem dúvida que o mobiliário teria que ser ajustado, as secretárias existentes não tem profundidade suficiente que permita apoiar os braços, e obter o ângulo correto na posição sentado, o que leva a lesões designadas por tendinites, lesões lombares e outras. A falta de profundidade/largura da secretária impede ajustar o monitor com a distância adequada, que deveria ser cerca dos 60 cm de distância.
    A nível de luminância, o meu posto de trabalho apresenta excesso e uma incorreta distribuição de lâmpadas, pelo que uma das medidas foi desligar algumas lâmpadas para criar pontos de luz adequados.
    Os riscos psicossociais são refletidos essencialmente na falta de pessoal, e acumulação de funções que provocam stress, frustração, desgaste e ansiedade. Atualmente este risco é minimizado com bom planeamento de tarefas ajustado e exequível e uma boa gestão de tempo.
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  11. Adaptação de posto de trabalho: O meu posto de trabalho é sobretudo trabalho de secretária (variando entre dois locais de trabalho: Acabando aqui com a monotonia, mas aumentando a carga de trabalho diária). E como é evidente, para além das condições ergonómicas (Não fico muito preocupada com este tema, porque, entendo que com 1m75, a minha altura fica dentro dos valores médios (Homem+mulher) do estudo antropométrico da população portuguesa, o que me confere vantagem na relação que eu tenho com o meu mobiliário de escritório). No entanto, entro sempre em guerra com o fato de ter de trabalhar com um portátil. Este, não permite cumprir com a altura adequada do visor, ficando sempre abaixo do desejado. Num dos postos de trabalho, já consegui impor um ecrã, teclado externo e rato, para ligar ao monitor. No segundo local, tive de improvisar um suporte para colocar o monitor mais alto, o que prejudica a altura dos meus braços e a posição das mãos/pulsos. Não tendo encontrado ainda a solução “ótima”.
    Os Pcs vão além das preocupações físicas, existem ainda as preocupações virtuais: Falta de rede, organização da documentação digital, excesso de informação a chegar, programas que não fazem o que queremos e ainda acham que têm sempre razão….
    O útlimo ponto nem sempre chego a entendimento com o PC, preferido, nesses casos, ir apanhar ar, e desanuviar porque sem dúvida que de “cabeça fresca”, resolvo melhor as coisas.
    Para a organização do meu ambiente de trabalho, descobri o “Fences”, quem não conhece, experimentem é muito engraçado.
    Para o excesso de informação constante, ainda só implementei estas medidas:
    1- Redes sociais desligadas quando resolvo coisas de concentração elevada ou de prazo apertado,
    2- E-mail sem notificações, verifico a caixa de correio apenas 4 vezes por dia (logo de manhã, final da manhã, inicio da tarde e final da tarde). O tempo restante, nem vejo, se for muito importante, as pessoas acabam por usar outros meios de comunicação,
    3- Telefone: Ainda é a minha guerra constante, ainda não descobri nenhuma aplicação que me permita filtrar as chamadas em função da hora do dia.

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  12. E a adaptação na silvicultura? Nos postos de trabalho da área da silvicultura (limpeza florestal), os equipamentos de trabalho utilizados pelos trabalhadores (motosserras, motorroçadoras, etc) devem ser o mais modernos/evoluídos possível, no sentido destes equipamentos pesarem o mínimo possível (os trabalhadores efetuam trabalhos com eles durante o dia inteiro, tendo de lhes pegar em peso), devendo igualmente ser equipamentos modernos que transmitam pouca vibração aos trabalhadores (possuam sistemas antivibráteis).
    No caso de abate de árvores, deverá dar-se preferência ao uso de máquinas de grande porte (giratórias com cabeças de corte de árvores), em vez dos trabalhadores efetuarem o abate das árvores com o uso de motosserras.

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  13. O que posso melhorar no meu posto de trabalho?= O meu posto de trabalho divide-se entre automóvel e secretária.
    A parte de secretária é uma luta constante… ainda se considera que “qualquer cadeira serve, desde que tenha 4 pernas e um encosto…”; a iluminação (localização das luminárias) insuficiente e desadequada; as posturas (ergonomia) incorrectas. Uma cadeira em condições, uma iluminação adequada e correctamente localizada face ao posicionamento do mobiliário proporcionam um desgaste menor ao Homem. Este, o Homem, por outro lado deve utilizar devidamente os equipamentos e adoptar as melhores posturas.
    Se se disponibilizar equipamentos adequados, e os mesmos forem bem utilizados, teremos garantidamente melhores condições de trabalho e os trabalhadores ir-se-ão encontrar menos cansados e com menores lesões a nível músculo-esquelético.
    Quanto à parte da viatura… convém uma que seja confortável ao utilizador…

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  14. A importância da Segurança e saúde no trabalho:
    A segurança e saúde no trabalho é um tema que nos preocupa e afecta a todos.
    Todos estamos conscientes da sua extrema importância, pois queremos realizar o nosso trabalho em segurança para poder regressar sãos e salvos às nossas famílias.
    Já dei muitas formações de acolhimento aos trabalhadores, é muito importante consciencializá-los e sensibilizá-los para a execução do trabalho em segurança e caso detectem alguma falha ou situação que lhes transmita insegurança relatá-la imediatamente ao colega responsável.
    No meu percurso profissional a situação mais flagrante nesta matéria foi sem dúvida a minha experiência numa refinaria. Esta formação inicial é de extrema importância, pois muitos trabalhadores nunca se tinham deparado com esse ambiente de trabalho.
    A construção civil é infelizmente a área onde ocorrem mais acidentes de trabalho, porque cada obra possui diferentes desafios na área da segurança e ainda existe muita displicência por parte dos trabalhadores.
    Em suma, a minha maior contribuição esteve relacionada com as formações e o ajuste delas ao público-alvo.

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  15. E assim se cuida da SST nos Açores:
    Como técnico, colaboro realizando auditorias internas a todos os estabelecimentos da empresa, sempre questionando/trocando ideias com os meus colegas das operações sobre situações identificadas que carecem de resolução. Com centenas de horas de formação aos meus colegas onde obtenho feedback dos bons exemplos praticados e dos maus também! Com uma consulta anual em matéria SST. Com reuniões com os pivots SST (são o apoio ao serviço central SST, pois temos estabelecimentos por várias ilhas dos Açores).
    Como trabalhador (e inevitavelmente associado à minha função), alerto, detecto, comunico e proponho correcções sempre que verifico situações de risco.
    Numa organização, todos temos o dever de ser exemplo na promoção da segurança e saúde no trabalho nos nossos postos de trabalho. Como técnicos, temos esta responsabilidade acrescida.
    Um exemplo que achei curioso, que por vezes é um área que não desperta muita atenção aos trabalhadores que estão no seu dia a dia focados nas suas funções, foi a sugestão de um colega para o reforço e com indicação dos locais, de sinalética de segurança no interior de um armazém.

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  16. Um exemplo a seguir:
    Na minha empresa colaboro nas duas vertentes, quer como qualquer outro trabalhador quer como TSST.
    Como trabalhadora zelo quer pela minha segurança e saúde, quer dos restante elementos dos outros.
    Cumpro as prescrições de segurança que me são transmitidas, caso não cumpra ponho em risco a segurança e saúde de todos.
    Não devo negligenciar a utilização de máquinas, equipamentos, instalações, substâncias perigosas, EPC, EPI.
    A cooperação com a entidade patronal no que diz respeito às informações por esta transmitidas, participando também nas consultas e exames médicos.
    É minha obrigação comunicar deficiências a nível das instalações, equipamentos, maquinas, entre outros, no meu posto de trabalho ou noutro posto, desde que as consiga identificar. (o ano passado fui verificar um dos veículos e o mesmo tinha o banco do condutor danificado, situação que reportei à entidade patronal e de imediato foi mandado arranjar)
    Participo conscientemente nas consultas aos trabalhadores, pois assim a minha entidade patronal toma conhecimento do que necessita alterar no meu posto de trabalho, na minha formação/informação.
    Sempre que exista uma situação de emergência actuo segundo mas medidas e instruções que constam no plano de segurança (no meu caso sou socorrista e já tive um caso de uma paragem respiratória e vários casos de cortes e queimaduras).
    Como TSST, colabora na formação/informação aos restantes colaboradores em matéria de SST, elaboro a IPAR, dou conhecimento da mesma, faço cumprir as prescrições de SST, elaboro a consulta aos trabalhadores, coordeno as consultas do médico do trabalho, analiso os AT’s e elaboro a estatística, faço todos os registos inerentes à entrega de EPI. Faço verificações semanais às instalações, máquinas, equipamento, etc… chamando a atenção no momento e registando o sucedido.
    Promovo as formações no âmbito do RGSCIE, faço os registo necessários, sendo que diariamente verifico todos os registo dos nossos delegados de segurança, preparo simulacros que no nosso caso são filmados e analisados posteriormente por todos os colaboradores. (fazemos não só no estaleiro como também nas viaturas em circulação).
    E muito importante estou sempre de porta aberta para que os meus colegas possam sentir-se à vontade de falar sobre as questões que os preocupam nesta matéria.

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  17. Penso que todos já lidamos com trabalhadores e empregadores com personalidades muito distintas e aos quais temos que arranjar formas diferentes e diversificadas para que adoptem as medidas implementadas, percebam cuidados a ter no posto de trabalho, chamadas de atenção, entre outras, para que de facto estes possam usufruir de um local de trabalho mais seguro, eficiente e produtivo.
    Após o processo de identificação das condições de trabalho, é importante desenvolver uma análise de riscos, sendo para isso necessária a sua identificação e mapeamento, a fim de que posteriormente se possa estudar a possibilidade de aplicação de medidas que visam incrementar um maior nível de segurança no local de trabalho, e que concretizam na eliminação do risco de acidente, tornando-o inexistente ou neutralizando-o.
    Por exemplo, importa ter em conta que para além da matriz de identificação de riscos no trabalho é imprescindível considerar o risco ergonómico que surge da não adaptação dos postos de trabalho às características do operador, quer quanto à posição da máquina com que trabalha, quer no espaço disponível ou na posição das ferramentas e materiais que utiliza nas suas funções.
    A mensagem que penso que deve ser passada pelo TSHST deverá ter conta toda a cadeia produtiva, desde Presidente, Directores Técnicos aos trabalhadores de linha ou fabris, pois tendo em conta o envolvimento de todos, a empresa só iria beneficiar. Os trabalhadores fabris, como é óbvio, têm muito mais noção das necessidades de material, equipamentos, EPI, stress associado ou formas de produção que facilitem e tornem mais célere o trabalho. Pelo outro lado, as chefias estão mais direccionadas para lidar com a parte monetária envolvida (lucros vs custos) e tornar a empresa fiável para investidores.
    Desta feita torna-se mais do que evidente de que o sucesso de um sistema produtivo passa inevitavelmente pela qualidade das condições de trabalho que o empregador proporciona aos seus colaboradores. Nesta perspectiva, a melhoria da produtividade e da competitividade das empresas passa, necessariamente, por uma intervenção no sentido da melhoria das condições de trabalho, ainda que este conjunto de actividades seja visto actualmente, pela gestão das empresas, mais como um gasto, do que propriamente um incentivo à produtividade.
    Sendo assim penso que o TSHST tem que agir como intermediário entre as partes e tentar consciencializar para que ambos colaborem, para que as regras sejam cumpridas e ao mesmo tempo todos lucrem com a diminuição de eventuais acidentes de trabalho ou sanções que possam surgir de falta de cumprimento de medidas.
    Ao tornar evidentes junto dos colaboradores os riscos a que estão expostos durante o seu período de trabalho, a SST permite relembrar todos os colaboradores de que para um trabalho feito em condições é preciso que as condições permitam que o trabalho se faça.

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  18. Mais um testemunho, por vezes eu sou curioso e gosto de saber o que os colegas andam a fazer ?
    No entanto, sou responsável pelo departamento de Qualidade e de Higiene e Segurança no Trabalho (este último em parceria com outra colega – a colega mais ligada à parte de escolha de máquinas e ferramentas, compra de equipamentos de proteção coletiva e individual, fardamento; eu mais ligada à execução do que é necessário fazer e quando, auditorias de HST, medicina do trabalho e acidentes, etc).
    Nos últimos anos a empresa em que trabalhamos cresceu tanto que nos vimos obrigados, a mudar de instalações, o que nos permitiu muitas correções e muitas melhorias a nível de HST, não apenas porque o espaço fabril assim o permitiu, mas também porque a Direção assim entendeu que devia ser.
    Temos vindo, desde então, a remodelar todas as máquinas que temos em produção, sendo que apenas nos restam duas ou três mais antigas, e por esse motivo são as únicas que não têm marcação CE, nem manuais, nem nada!
    A minha função, enquanto responsáveis de HST na empresa, é transmitir todos os assuntos, de uma forma geral, à Direção Geral, cerca de 2 a 3 vezes por ano. Dessas reuniões resultam, por norma, decisões de aquisição de máquinas novas, melhorias substancias do espaço, aquisição de ferramentas cujo custo seja mais elevado, doenças profissionais que tenham sido reconhecidas, entre outros assuntos que ache que merecem a atenção e ligação dos trabalhadores com a Direção.
    Eu e a colega trabalhamos continuamente na consulta aos trabalhadores, na verificação das infra-estruturas das instalações (temos autonomia de pequenas correções, tais como pedir para trocar luminárias, arranjar uma porta ou fechadura, pintar uma parede, arranjar um corrimão, retificar alguma instalação elétrica, etc.), verificamos se estão a ser cumpridos os planos internos (verificação e calibração de equipamentos de trabalho, plano de manutenção preventiva das máquinas, plano de manutenção do sistema AVAC e RAC, plano de manutenção dos extintores, plano de desratização entre outros), verificamos a central de SCIE, programamos as consultas médicas, registamos e encaminhamos os acidentes de trabalho, fazemos sensibilização posto a posto, programamos formação anual nalgum assunto relativo a HST que por norma são sugeridos pelos trabalhadores.
    Elaboramos e revemos com periodicidade instruções de trabalho (que contemplam limpeza da máquina por parte do trabalhador) e estabelecemos um dia específico de limpeza de cada posto de trabalho por parte do trabalhador desse posto (é sempre à sexta-feira, de modo a que na semana seguinte ao iniciarem o trabalho, o posto esteja arrumado e limpo).
    Nalguns setores fabris (secção elétrica, secção mecânica e laboratório de ensaios), assim como em toda a parte de escritórios implementamos os 5’s que são verificados com algumas frequência, de modo a que o sistema 5’s se vá mantendo.
    Em parceria como uma Universidade temos um projeto Lean que nos permite analisarmos um posto de trabalho tendo em consideração vários aspetos desde a qualidade (reduzir defeitos), à produção (tempos, equipamento adequados); logística (materiais) e HST (verificar se existem movimentos excessivos); etc…
    Verificamos com alguma regularidade se as instruções de segurança afixadas em cada máquina continuam a estar de forma clara e compreensível para o colaborador. Os manuais e instruções de segurança originais ficam em arquivo no departamento de HST.
    Anualmente temos a visita da empresa externa, que nos audita e nos faz as avaliações de risco. Dessas auditorias resulta a matriz de risco no relatório que nos é entregue. Depois, internamente, hierarquizamos e levamos à aprovação da Direção.
    Faço também a programação das avaliações de ruído e iluminância, recorrendo a outra empresa.
    De um modo geral, sei que apesar de um sistema nunca estar bem e sabendo que se procura sempre uma melhoria contínua, penso que as coisas funcionam relativamente bem, devido também ao facto da Direção (por um motivo – a lei! – ou por outros motivos – bastantes funcionários sindicalizados, algumas fiscalizações, etc.) ouvir os trabalhadores e nos dar autonomia de decisão, ouvindo as nossas propostas.

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  19. Somos mediadores:
    Penso que todos já lidamos com trabalhadores e empregadores com personalidades muito distintas e aos quais temos que arranjar formas diferentes e diversificadas para que adoptem as medidas implementadas, percebam cuidados a ter no posto de trabalho, chamadas de atenção, entre outras, para que de facto estes possam usufruir de um local de trabalho mais seguro, eficiente e produtivo.
    Após o processo de identificação das condições de trabalho, é importante desenvolver uma análise de riscos, sendo para isso necessária a sua identificação e mapeamento, a fim de que posteriormente se possa estudar a possibilidade de aplicação de medidas que visam incrementar um maior nível de segurança no local de trabalho, e que concretizam na eliminação do risco de acidente, tornando-o inexistente ou neutralizando-o.
    Por exemplo, importa ter em conta que para além da matriz de identificação de riscos no trabalho é imprescindível considerar o risco ergonómico que surge da não adaptação dos postos de trabalho às características do operador, quer quanto à posição da máquina com que trabalha, quer no espaço disponível ou na posição das ferramentas e materiais que utiliza nas suas funções.
    A mensagem que penso que deve ser passada pelo TSHST deverá ter conta toda a cadeia produtiva, desde Presidente, Directores Técnicos aos trabalhadores de linha ou fabris, pois tendo em conta o envolvimento de todos, a empresa só iria beneficiar. Os trabalhadores fabris, como é óbvio, têm muito mais noção das necessidades de material, equipamentos, EPI’s, stress associado ou formas de produção que facilitem e tornem mais célere o trabalho. Pelo outro lado, as chefias estão mais direccionadas para lidar com a parte monetária envolvida (lucros vs custos) e tornar a empresa fiável para investidores.
    Desta feita torna-se mais do que evidente de que o sucesso de um sistema produtivo passa inevitavelmente pela qualidade das condições de trabalho que o empregador proporciona aos seus colaboradores. Nesta perspectiva, a melhoria da produtividade e da competitividade das empresas passa, necessariamente, por uma intervenção no sentido da melhoria das condições de trabalho, ainda que este conjunto de actividades seja visto actualmente, pela gestão das empresas, mais como um gasto, do que propriamente um incentivo à produtividade.
    Sendo assim penso que o TSHST tem que agir como intermediário entre as partes e tentar consciencializar para que ambos colaborem, para que as regras sejam cumpridas e ao mesmo tempo todos lucrem com a diminuição de eventuais acidentes de trabalho ou sanções que possam surgir de falta de cumprimento de medidas.
    Ao tornar evidentes junto dos colaboradores os riscos a que estão expostos durante o seu período de trabalho, a SST permite relembrar todos os colaboradores de que para um trabalho feito em condições é preciso que as condições permitam que o trabalho se faça.

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  20. Continuei curioso ?
    Na minha empresa colaboro nas duas vertentes, quer como qualquer outro trabalhador quer como TSST.
    Como trabalhadora zelo quer pela minha segurança e saúde, quer dos restante elementos dos outros.
    Cumpro as prescrições de segurança que me são transmitidas, caso não cumpra ponho em risco a segurança e saúde de todos.
    Não devo negligenciar a utilização de máquinas, equipamentos, instalações, substâncias perigosas, EPC’s, EPI’s.
    A cooperação com a entidade patronal no que diz respeito às informações por esta transmitidas, participando também nas consultas e exames médicos.
    É minha obrigação comunicar deficiências a nível das instalações, equipamentos, maquinas, entre outros, no meu posto de trabalho ou noutro posto, desde que as consiga identificar. (o ano passado fui verificar um dos veículos e o mesmo tinha o banco do condutor danificado, situação que reportei à entidade patronal e de imediato foi mandado arranjar)
    Participo conscientemente nas consultas aos trabalhadores, pois assim a minha entidade patronal toma conhecimento do que necessita alterar no meu posto de trabalho, na minha formação/informação.
    Sempre que exista uma situação de emergência actuo segundo mas medidas e instruções que constam no plano de segurança (no meu caso sou socorrista e já tive um caso de uma paragem respiratória e vários casos de cortes e queimaduras).
    Como TSST, colabora na formação/informação aos restantes colaboradores em matéria de SST, elaboro a IPAR, dou conhecimento da mesma, faço cumprir as prescrições de SST, elaboro a consulta aos trabalhadores, coordeno as consultas do médico do trabalho, analiso os AT’s e elaboro a estatística, faço todos os registos inerentes à entrega de EPI’s. Faço verificações semanais às instalações, máquinas, equipamento, etc… chamando a atenção no momento e registando o sucedido.
    Promovo as formações no âmbito do RGSCIE, faço os registo necessários, sendo que diariamente verifico todos os registo dos nossos delegados de segurança, preparo simulacros que no nosso caso são filmados e analisados posteriormente por todos os colaboradores. (fazemos não só no estaleiro como também nas viaturas em circulação).
    E muito importante estou sempre de porta aberta para que os meus colegas possam sentir-se à vontade de falar sobre as questões que os preocupam nesta matéria.

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  21. E assim melhorou-se uma escola ?
    A escola na qual trabalho é uma escola relativamente recente que esta recetiva a novas ideias com o objetivo de melhorar as condicoes de segurança das crianças como também as condicoes de trabalho de todas as pessoas que colaboram para que a escola seja uma das melhores do concelho.
    Existem como em todas os locais de trabalho situacoes de risco que devem ser detetadas, comunicadas e posteriormente corrigidas. Vou dar um exemplo, na escola os recintos exteriores do recreio eram de areia e cimento o que fazia com que as crianças brincassem na areia se sujassem , quando caiam no cimento provocavam pequenas lesoes e ao entrarem para o interior da escola arrastavam a areia para dentro das salas. Concluindo ao limpar as salas era uma grande poeira….A soluçao depois de muito debatida foi a colocaçao de relva sintetica nos locais de areia.As Melhorias foram significativas as salas mais limpas, as crianças mais felizes, menos lesões. Isto é apenas um exemplo.

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  22. O que compete aos trabalhadores, em termos de obrigações gerais de segurança, entre outros?
    1. Cumprir as prescrições de Segurança e saúde no trabalho previstas na Lei e em instrumentos de regulamentação coletiva, bem como as ordens e instruções do empregador nesta matéria;
    2. Zelar pela sua segurança e saúde, bem como pela segurança e saúde de outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas ações ou omissões;
    3. Cooperar na melhoria do sistema de segurança e saúde no trabalho.
    Como colaboradora e uma vez que desempenho as funções de técnica de HST, tento manter ativo o interesse e a participação de todos os colaboradores da empresas nas medidas de prevenção de riscos. Para tal, e como complemento da avaliação de riscos interno, recorro a um inquérito (check-list) fornecido digitalmente em que cada trabalhador fornece informação sobre o seu posto de trabalho, a forma como se organiza, a sua postura no trabalho, e outras questões que permitem avaliar os riscos psicofísicos.
    Esta informação, serve de base para uma primeira discussão sobre todos os fatores de riscos associados a cada atividade que são apresentados durante uma “informação interna” em que exponho as medidas corretivas que considero pertinente e tento recolher também as opiniões e ideias de melhoria de cada um deles. (Entendo que esta metodologia, nem sempre é possível, mas neste caso, tive a sorte de ter um grupo de colaboradores, todos com menos de 40 anos e onde 90% detêm um curso superior)
    Considero que a participação de todos em todo o processo de prevenção de riscos profissionais, aumenta a cooperação de todos os envolvidos e a valorização do sistema de HST.

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  23. Um dos deveres do trabalhador é “Cooperar ativamente na empresa, no estabelecimento ou no serviço para a melhoria do sistema de segurança e de saúde no trabalho, tomando conhecimento da informação prestada pelo empregador…”.
    Sendo a avaliação de riscos o elemento chave de um sistema de segurança e de saúde no trabalho, desde logo, é dever de todos os trabalhadores colaborarem na identificação dos riscos profissionais; a avaliação de riscos tem de resultar de um trabalho conjunto do técnico de segurança, dos vários responsáveis e trabalhadores.
    Na empresa onde atualmente trabalho, a identificação e avaliação de riscos é uma tarefa que envolve os trabalhadores dos diferentes postos de trabalho e os seus responsáveis; estes são chamados a comunicar novas situações no local e/ou nas práticas de trabalho que possam resultar na alteração do nível de controlo de risco ou no surgimento de novos riscos não identificados.
    De igual modo, no momento de consulta aos trabalhadores, estes são chamados a que se pronunciem sobre os vários temas (EPI recebido, equipamentos de trabalho, formação necessária, etc.); a cooperação ativa na empresa, por parte de todos os trabalhadores, passa por estar disponível para este envolvimento que lhes é solicitado.
    Como técnica de segurança da empresa onde trabalho, e como esta tem um sistema de gestão de segurança certificado de acordo com os requisitos da norma OHSAS 18001, este segue necessariamente a metodologia do ciclo da melhoria contínua – Planear – Implementar – Verificar – Actuar.
    Objetivamente, o meu contributo traduz-se na realização das tarefas que me competem com técnica de segurança (Proceder ao levantamento, identificação de perigos e avaliação de riscos das várias actividades do Grupo (…), das várias delegações, em conjunto com os responsáveis por cada uma das áreas implicadas, e garantir a sua actualização; Identificar a legislação relevante no âmbito da SST; Avaliar a conformidade legal, respeitante a SST; – Desenvolver documentos – procedimentos, registos, manuais, planos, entre outros – que assegurem a implementação dos requisitos definidos; Garantir o cumprimento dos objectivos e metas estabelecidos; Avaliar o critério de seleção de equipamentos de protecção individual e acessórios de trabalho; etc.) .

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  24. Aos trabalhadores compete, em termos de obrigações gerais de segurança, entre outros:
    – Cumprir as prescrições de segurança e de saúde no trabalho estabelecidas nas disposições legais, bem como as instruções determinadas com esse fim pelo empregador;
    – Zelar pela sua segurança e pela sua saúde e pela das outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas ações ou omissões no trabalho;
    – Utilizar corretamente e de acordo com as instruções transmitidas, máquinas, aparelhos, instrumentos, substâncias perigosas e outros equipamentos e meios postos à sua disposição, designadamente os EPI e EPC, bem como cumprir os procedimentos de trabalho estabelecidos;
    – Tomar conhecimento da informação prestada pelo empregador e comparecer às consultas e aos exames determinados pelo médico do trabalho e às formações na área SHST;
    – Comunicar imediatamente ao superior hierárquico, as avarias e deficiências por si detetadas que pareçam dar origem a perigo grave e iminente, assim como qualquer defeito verificado nos sistemas de proteção;
    – Em caso de perigo grave e iminente, adotar as medidas e instruções previamente estabelecidas para tal situação, sem prejuízo do dever de contatar, logo que possível, com o superior hierárquico.
    – Sempre que identifique melhorias que possam ser implementadas na organização, deve comunica-las/sugeri-las à Chefia.
    – Cooperar na melhoria do sistema de segurança e saúde no trabalho.
    Como Técnico HST, o meu contributo na empresa onde trabalho traduz-se na realização das tarefas que me competem na minha empresa e mais propriamente em diversas empreitadas que participo, como proceder ao levantamento, identificação de perigos e avaliação de riscos das várias actividades, dar formação/informação aos trabalhadores envolvidos, contribuir/auxiliar os diversos intervenientes em obra (Dono de Obra, Fiscalização, Tutela, etc…), garantir documentação legalmente exigida e sua actualização; Avaliar a conformidade legal, respeitante a SST; Desenvolver documentos – procedimentos, registos, manuais, planos, entre outros – que assegurem a implementação dos requisitos definidos; Garantir o cumprimento dos objectivos e metas estabelecidos; Avaliar o critério de seleção de equipamentos de protecção individual e acessórios de trabalho; etc.) .

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  25. E o que se pode fazer no PT?
    O meu posto de trabalho é sobretudo trabalho de secretária (variando entre dois locais de trabalho: Acabando aqui com a monotonia, mas aumentando a carga de trabalho diária). E como é evidente, para além das condições ergonómicas (Não fico muito preocupada com este tema, porque, entendo que com 1m75, a minha altura fica dentro dos valores médios (Homen+mulher) do estudo antropométrico da população portuguesa, o que me confere vantagem na relação que eu tenho com o meu mobiliário de escritório). No entanto, entro sempre em guerra com o fato de ter de trabalhar com um portátil. Este, não permite cumprir com a altura adequada do visor, ficando sempre abaixo do desejado. Num dos postos de trabalho, já consegui impor um ecrã, teclado externo e rato, para ligar ao monitor. No segundo local, tive de improvisar um suporte para colocar o monitor mais alto, o que prejudica a altura dos meus braços e a posição das mãos/pulsos. Não tendo encontrado ainda a solução “ótima”.
    Os Pcs vão além das preocupações físicas, existem ainda as preocupações virtuais: Falta de rede, organização da documentação digital, excesso de informação a chegar, programas que não fazem o que queremos e ainda acham que têm sempre razão….
    O último ponto nem sempre chego a entendimento com o PC, preferido, nesses casos, ir apanhar ar, e desanuviar porque sem dúvida que de “cabeça fresca”, resolvo melhor as coisas.
    Para a organização do meu ambiente de trabalho, descobri o “Fences”, quem não conhece, experimentem é muito engraçado.
    Para o excesso de informação constante, ainda só implementei estas medidas:
    1- Redes sociais desligadas quando resolvo coisas de concentração elevada ou de prazo apertado,
    2- E-mail sem notificações, verifico a caixa de correio apenas 4 vezes por dia (logo de manhã, final da manhã, inicio da tarde e final da tarde). O tempo restante, nem vejo, se for muito importante, as pessoas acabam por usar outros meios de comunicação,
    3- Telefone: Ainda é a minha guerra constante, ainda não descobri nenhuma aplicação que me permita filtrar as chamadas em função da hora do dia.

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  26. Nos postos de trabalho da área da silvicultura (limpeza florestal), os equipamentos de trabalho utilizados pelos trabalhadores (motos-serras, motorroçadoras, etc) devem ser o mais modernos/evoluídos possível, no sentido destes equipamentos pesarem o mínimo possível (os trabalhadores efetuam trabalhos com eles durante o dia inteiro, tendo de lhes pegar em peso), devendo igualmente ser equipamentos modernos que transmitam pouca vibração aos trabalhadores (possuam sistemas antivibráteis).
    No caso de abate de árvores, deverá dar-se preferência ao uso de máquinas de grande porte (giratórias com cabeças de corte de árvores), em vez dos trabalhadores efetuarem o abate das árvores com o uso de motosserras.

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  27. Todos nós podemos e devemos colaborar, de uma forma ativa, no nosso local de trabalho para uma melhoria do sistema de SST, para isso basta utilizar de forma adequada e correta todos os instrumentos, equipamentos, substâncias perigosas e outros meios colocados a nossa disposição, designadamente os equipamentos de proteção coletiva e individual, como também cumprir os procedimentos e regras de trabalho estabelecidos.
    Devemos comunicar quaisquer avarias ou deficiências detetadas que possam causar perigo grave e eminente, como por exemplo se verificar que os garfos do empilhador apresentam sinais de desgaste, devemos sinalizar o equipamento como “Fora de Serviço” para não ser utilizado por outros trabalhadores e informar o superior hierárquico.
    Os trabalhadores no dia-a-dia de trabalho conseguem identificar com mais facilidade os problemas e as respetivas causas, assim a sua participação e consulta significa uma melhoria para o sistema de SST.

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  28. Para aliviar o stresse: Medidas no local de trabalho:
    – falando de aniversários: no dia de aniversário o colaborador tem um dia de férias extra; Fundamentação: proporcionar um dia diferente ao colaborador propiciando a melhoria da sua relação com a família. Nesse dia pode ir levar e buscar os filhos à escola e almoçar com a esposa.
    – ainda sobre aniversários: no dia de aniversário há 15 minutos extra de paragem (até à gestão de topo) para felicitar o colaborador em causa com um pequeno bolo e bebidas (sem álcool) no bar da empresa. Fundamentação: ajuda a alicerçar os laços pessoais entre os colegas.
    – na empresa há um pequeno ginásio onde os colaboradores podem exercitar-se no final do dia de trabalho. Fundamentação: ajudar a libertar o stress do dia de trabalho e convívio com os colegas.
    – na empresa há um infantário onde os pais podem deixar os filhos e passar com eles os intervalos e hora de almoço. Fundamentação: propicia o relacionamento social entre os colaboradores e alivia o stress do ir levar e buscar os ao infantário.
    – na empresa os horários são para cumprir. A porta fecha-se mesmo às x horas. Só com autorização do chefe é que pode continuar na empresa. Fundamentação: minimizar a tentação de prolongar o dia de trabalho e descurar assim a vida social e familiar.
    Medidas fora do local de trabalho:
    – uma vez por ao há corrida de karts e convívio com a família no final. Fundamentação: potencial o relacionamento dos colaboradores fora do contexto do trabalho. Facilitar a amizade.
    – uma vez por mês há torneio de futebol. As equipas são estipuladas por sorteio para que sejam multidisciplinares. O director geral vai ter que estar na mesma equipa que o serralheiro e vão ter que se entender no campo para ganhar. Fundamentação: criar laços mais profundos entre as pessoas.
    – a equipa de BTT da empresa. Com uniforme ‘ à maneira’ e com participação em provas. Fundamentação: a empresa é uma extensão da nossa vida naquilo que gostamos mais de fazer.
    Muitas mais se podiam enumerar…

    in: No curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp: * Curso de 30h (horas)+ 5h (35h) formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança. Formação 35 horas anuais.
    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas+ 5horas)
    (Cumpra as 35h de formação anuais!)

  29. Para a Organização Mundial de Saúde (OMS): Os fatores psicossociais no trabalho podem ser definidos como os fatores que influenciando a saúde e o bem-estar do individuo e do grupo derivam da psicologia do indivíduo e da estrutura da função da organização do trabalho. Incluem aspetos sociais, tais como as formas de interação no seio dos grupos, aspetos culturais, tais como os métodos tradicionais de resolução de conflitos, e aspetos psicológicos, tais como as atitudes, as crenças e os traços de personalidade (OMS, 1981: 4).
    Para a Organização Internacional do Trabalho (OIT): Os fatores psicossociais no trabalho consistem em interações do ambiente de trabalho, do conteúdo, a natureza e das condições de trabalho, por um lado, e as capacidades, as necessidades, os costumes, a cultura e as condições de vida dos trabalhadores fora do trabalho, por outro lado; estes fatores são susceptíveis de influenciar a saúde, o rendimento e a satisfação no trabalho (OIT, 1986: 3).
    Para a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (AESST), por riscos psicossociais entendem-se: Os aspetos relativos ao desenho do trabalho, assim como à sua organização e gestão e aos seus contextos sociais e ambientais, que têm o potencial de causar danos de tipo físico, social ou psicológico (Agência Europeia, 2005: 14).
    Trabalhadores motivados são trabalhadores produtivos!
    Medidas a implementar no e fora do local de trabalho.
    As medidas a implementar para prevenir e gerir os riscos psicossociais são diversas, tais como: Espaços de descontração; Espaço de refeição; Horários flexíveis; Gestão de horário; Liberdade de sair do posto de trabalho; Saídas em equipa; Kit de boas-vindas; Internet sem limitações; Festas da empresa, etc.
    O caso da empresa onde trabalho.
    23 Trabalhadores. Mensalmente há sempre mais de que um almoço de convívio confecionado (por colega, técnica administrativa) e efetuado no refeitório, pago por colega aniversariante. Se o almoço coincidir com o dia de aniversário tem direito a bolo oferecido pelos restantes colegas, que assim lhe cantam os parabéns. Portanto há 21 almoços anuais no refeitório (Há 2 colegas que se auto excluíram). Dinamizado pelos trabalhadores o convívio e confraternização no local de trabalho.
    O horário de trabalho normal da produção é das 08 às 17 horas, com intervalo para o almoço das 13 às 14 horas, com pausa para o lanche da manhã das 10 às 10h15 horas. No período da pausa da manhã, e ao longo do dia, a entidade patronal oferece o café de máquina aos seus trabalhadores. Apesar desta oferta do café, os trabalhadores habituaram-se a colocar 0,30€ num mealheiro, valores estes que vão proporcionar um almoço fora do local de trabalho a realizar na parte da tarde de 5ª feira, véspera de 6ª feira santa do período da Páscoa, um jantar no mês de Julho, também fora do local de trabalho e a tradicional sardinhada no local de trabalho que se realiza na última semana antes de férias. Dinamizado pelos trabalhadores o convívio e confraternização fora do local de trabalho.
    A juntar a estes convívios há o período de lazer com o gozo de 25 + 1 (oferecido pela entidade patronal na véspera de Natal) dias úteis de férias, gozadas 4 semanas em Agosto e 1 semana após o Natal (última semana do ano) e ½ dias de tolerância de ponto no período da tarde do último dia útil de Julho para estarem no almoço convívio fora do local de trabalho oferecido pela empresa e no último dia útil da véspera do Natal para estarem no almoço convívio, também oferecido pela empresa. Convívio e confraternização fora do local de trabalho dinamizado e proporcionado pela entidade patronal.
    Pontos negativos:
    Salários auferidos
    Cerca de metade dos trabalhadores, estão na empresa há mais de 30 anos com idades compreendidas entre 46 a 55 anos, tendo salários de 1150 a 1430 euros, o que para os restantes trabalhadores que estão na empresa entre 2 e 9 anos de antiguidade havendo uma disparidade salarial de até cerca de 500 euros em relação aos mais antigos.
    Tem sido pago um 15º salário no mês de Abril (como prémio de produtividade) a metade dos trabalhadores, regalia antiga que não abrange os trabalhadores com menos antiguidade.
    Não existe na empresa um sistema de avaliação e desempenho, (está para ser implementado).
    A implementar:
    Está previsto em 2018 alargar o 15º salário a todos trabalhadores da empresa bem como o a implementação do sistema de avaliação de desempenho. Confiança Na base de tudo isto está, e tem mesmo de estar, a confiança. No fim de contas, o que importa realmente é ter trabalhadores motivados, felizes, a gostarem do que fazem e a serem reconhecidos pelo seu trabalho. Tudo isto resulta em união e espírito de equipa entre as pessoas que partilham o mesmo espaço e os mesmos objectivos, dia após dia. Trabalhadores motivados são trabalhadores produtivos.

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    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas+ 5horas)
    (Cumpra as 35h de formação anuais!)

  30. Vou falar do meu caso: Panificadora, horário: 24h/24h, 7 dias por semana
    Medidas a ser implementadas no local de trabalho, com vista a melhoria do ambiente social:
    – Posto de trabalho confortáveis – muitas das vezes o local de trabalho não é o mais adequado, tendo pouca ventilação, temperaturas extremas (quente e frio), criando frustração, irritação e insatisfação no trabalho. Adequar o trabalho ao homem, e não o homem ao trabalho, utilização de EPI´s apropriados para as diversas tarefas que possam realizar
    – Rotatividade do posto de trabalho – na empresa em questão, o trabalhador tem que estar “apto” a fazer várias tarefas. Permite conviver com diferentes colegas.
    – Flexibilidade horária, inclusive para trabalhadores com filhos, de modo, a poderem conciliar os seus horários com os horários escolares, permitindo assim, passar mais tempo em família.
    – Regalias para a pontualidade – para além das férias a que o trabalhador tem direito, tem direito a mais 3 dias (implementado na empresa)
    – Ritmo de trabalho elevado – programar pequenas pausas que se possam fazer durante os dias de trabalho
    Medidas a ser implementadas fora do local de trabalho:
    – Criação/participação em eventos sociais – o “nosso” pequeno contributo poderá ser a salvação dos outros, partilha de experiências e vivências
    – Criação de almoços convívios, onde possam confraternizar com os colegas e familiares, aliviando o stress do dia a dia
    – Criação de programas de saúde (proporcionado pela empresa), onde os trabalhadores/familiares possam usufruir de descontos

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    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas+ 5horas)
    (Cumpra as 35h de formação anuais!)

  31. Actualmente, desde fevereiro de 2016, fui contratado como assistente técnico numa pequena empresa metalomecânica com as funções, entre outras: gestão de obra, cumprir os procedimentos da gestão da qualidade e as normas (instituídas) de SHST.
    Atendendo à dimensão da empresa, possui um quadro de pessoal composto por 23 trabalhadores e a actividade desenvolvida não se enquadra nas actividades definidas como de risco elevado e descritas no art. 79º da citada Lei nº 102/2009 de 10 de Setembro, adoptou a modalidade de serviços externos privados de acordo com o disposto na al. c) do nº 2 do art. 83º, da Lei nº 102/2009.
    De acordo com a al. b) do nº 2 do art. 101º, da Lei nº 102/2009, a empresa deve ser acompanhada por 1 técnico de segurança e higiene no trabalho. Em termos de serviço de acompanhamento de Segurança e Higiene do Trabalho, contratou a empresa ProtecSegur – Equipamentos, Higiene e Segurança, Lda, que dispõe de dois (2) Técnicos de Segurança e Higiene do Trabalho que acompanham a empresa, sendo um deles Técnico Superior.
    Os serviços de saúde no trabalho são também eles externos e executados pela empresa MCS – Saúde e Formação, Lda, que dispõe de dois médicos e enfermeiros do trabalho responsáveis pelos serviços de saúde no trabalho. O medico do trabalho deve dedicar uma (1) hora mensal para desenvolver actividades no estabelecimento, acompanhar e vigiar a saúde dos trabalhadores, de acordo com o disposto na al. b) do nº 2 do art. 105º da Lei nº 102/2009.
    Decorridos 2 meses após a minha admissão na empresa ocorreu um acidente de trabalho, tendo um trabalhador sofrido uma lesão (cortante) num dedo da mão. Sendo incumbido de acompanhar o trabalhador ao hospital e de tratar de todo o processo para a ACT (comunicação), recolha do processo de formação em SHST, relatório do TSSHT relativo ao acidente e medidas preventivas, constatei, após ter acesso ao relatório chek list, do ano
    anterior, elaborado pelo colega TSSHT da empresa prestadora de serviços, que muitas recomendações de melhoria não estavam implementadas. Nos últimos 6 meses do ano passado (2016) e apesar dos resultados de exploração da empresa terem sido os mínimos, foi possível, após muita persuasão (minha) junto da responsável administrativa e financeira cativar verbas para a implementação de quase 80% das recomendações de melhoria propostas.
    Este ano, estando tudo a correr bem com os resultados de exploração, espero continuar a implementar algumas melhorias ainda não realizadas.

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  32. A empresa na qual trabalho obteve a certificação OSHAS 18001:2007 em junho de 2016.
    Perante esta situação foi necessário contratar alguém que fizesse a gestão do sistema e torna-se a “Segurança e Saúde Ocupacional” passa-se a fazer parte da vida de todos e todos os dias e é aqui que eu entro.
    Desde Setembro que a uma das minhas funções é sensibilizar as pessoas para as questões relacionadas com a Segurança e Saúde no Trabalho criando procedimentos de método de trabalho seguros, fazendo uma avaliação de riscos adequado à função de cada um.
    Dar a palavra aos colaboradores no âmbito da SST passou a ser um aspecto muito importante para todos.
    Partilhar com os colegas os resultados finais de acções implementadas e eficiência das mesmas também é uma rotina que foi implementada e da qual temos tido um bom feedback. As pessoas sentem que são tidas em consideração as suas sugestões e quais os passos que foram feitos para a implementação das mesmas.
    O que continua a ser um desafio é conseguir que os colegas reportem os quase- acidentes. Infelizmente é, neste momento, o único ponto identificado até ao momento, ao qual ainda não conseguem dar a devida relevância e importância de reportar estas situações. Contudo, também aqui, são reportadas as acções implementadas e começamos a ver uma mudança de atitude, pouco a pouco vamos lá.
    Também a postura das pessoas perante as acções de formação no âmbito da SST mudou. Antes as pessoas iam para as acções de formação “contrariadas”, hoje são elas que sugerem acções de formação nas diversas áreas da SST.
    Hoje todos se sentem integrados e sentem que a sua opinião conta e que toda a empresa trabalha em conjunto para um futuro melhor indo de encontro ao nosso principal objectivo “Zero acidentes e doenças profissionais”

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  33. A contribuição para a melhoria do sistema SST, de que vou falar tem a ver com trabalhos de manutenção numa paragem geral de uma grande empresa. Não vou identificar a empresa, porque não tenho autorização para o fazer. Vou fazer apenas um enquadramento da situação em questão. Estiveram cerca de 2000 trabalhadores envolvidos, das mais diferentes áreas, trabalho em contínuo, 24h, durante 8 dias. Estiveram TS distribuídos por cada área/setor. Vou falar do meu contributo, apenas para a área em que foi de minha responsabilidade, zelar pelo bem-estar e segurança dos trabalhadores. Apesar de ter dado apoio noutras áreas de trabalho, por ser mais experiente neste tipo de indústria.
    Durante os trabalhos de paragem, é normal ter um número elevado de trabalhadores, de empresas diferentes e mesmo de trabalhos de natureza completamente diferente.
    Apesar de serem planeados todos estes trabalhos, existem sempre situações que não são tão fáceis de programar, na medida em que, no terreno normalmente não é exactamente como o que foi planeado. Outra situação, é o aparecimento de novos trabalhos, os chamados extras, que nem sequer são programados. Simplesmente aparecem e têm de ser feitos em tempo record, e com as condições existentes, novos perigos e consequentes riscos. O que se tem de fazer no terreno, é adaptar o trabalho a esses riscos e tentar contorná-los, ou até mesmo eliminá-los quando possível, fazendo uma avaliação de risco na hora. E sugerir as condições necessárias para se poder proceder ao trabalho em segurança. Por vezes é necessário a escolha de um trabalho prioritário em detrimento do outro. E esse outro só poderá ser realizado, quando houver as condições para tal.
    No final da paragem, foi pedido um feedback a cada TS, acerca dos aspectos a melhorar. Devo dizer que a minha área foi um pouco problemática, pois haviam várias empresas a trabalharem em simultâneo, em locais de difícil acesso e pouco espaçosos. Chegou a um ponto que, tivemos (eu e os coordenadores) de parar trabalhos de risco elevado. E somente, quando as condições de trabalho em segurança se voltaram a estabelecer, é que houve recomeço desses mesmos trabalhos. Foi proposto por mim uma série de melhorias que entendi, que seriam as melhores e necessárias.
    Passo a citar algumas das melhorias propostas (vou ser sucinta nas propostas de melhoria que fiz, porque não posso entrar em grandes pormenores):
    – Trabalhos de manutenção nunca deveriam coincidir com lavagens a alta pressão, ou pelo menos serem coordenados de modo a serem feitos sem interferirem uns com os outros;
    -Todos os trabalhos de limpeza realizados durante a noite têm de fazer a limpeza do balde de descarga (substância corrosiva) e a limpeza do chão nas imediações desse balde (lamas corrosivas).
    – Trabalhos de manutenção nunca deveriam coincidir com as demolições do refratário do forno;
    – Descarga do refratário deveria ser feita de imediato para um ‘atrelado’ com taipais grandes para evitar a projeção de refratário para as imediações. Evitava também andarem com a Pá carregadora, para trás e para a frente a mudar o refratário de sítio (risco de atropelamento).
    -Trabalhadores das limpezas em espaços confinados devem ter formação e experiência para o poderem fazer. Trabalho com elevado risco, tem de ser feito sempre por pessoal experiente;
    -Lavagem de tubagens feitas no chão deve ser feita longe dos contentores dos empreiteiros.
    Estas foram algumas das melhorias propostas. Posso dizer, que a próxima paragem vai ter em conta as propostas de melhoria dos técnicos.

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  34. AVALIAÇÃO DE RISCO (ETAPAS)
    A avaliação de riscos constitui uma obrigação legal (Artigo 15.º da Lei 102/2009 de 10 de Setembro e alterada pela Lei 3/2014 de 28 de Janeiro).
    A avaliação de risco é o processo de avaliação dos riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores decorrentes de perigos no local de trabalho. Permite ao empregador tomar as medidas necessárias para a eliminação/redução e controlo dos riscos que podem causar acidentes e/ou doenças profissionais decorrentes de exposição a condições inadequadas nos locais de trabalho, através da implementação de medidas de prevenção e protecção.
    Etapa 1 – Identificação dos riscos
    Identificação dos perigos na atividade e os riscos a eles associados, de forma à determinação das medidas que devem ser tomadas.
    “Identificação dos riscos previsíveis em todas as atividades da empresa, estabelecimento ou serviço, na conceção ou construção de instalações, de locais e processos de trabalho, assim como na seleção de equipamentos, substâncias e produtos, com vista à eliminação dos mesmos ou, quando esta seja inviável, à redução dos seus efeitos;”
    Etapa 2 – Avaliação e priorização dos riscos
    Avaliação dos riscos (gravidade e probabilidade do mesmo) e classificação desses riscos por ordem de importância. Definição da prioridade do trabalho a realizar de forma a eliminar ou evitar os riscos.
    “as medidas de prevenção implementadas devem ser antecedidas e corresponder ao resultado das avaliações dos riscos associados às várias fases do processo produtivo, incluindo as atividades preparatórias, de manutenção e reparação, de modo a obter como resultado níveis eficazes de proteção da segurança e saúde do trabalhador.”
    “Integração da avaliação dos riscos para a segurança e a saúde do trabalhador no conjunto das atividades da empresa, estabelecimento ou serviço, devendo adotar as medidas adequadas de proteção;”
    Etapa 3 – Decisão sobre medidas preventivas
    Identificação das medidas adequadas à eliminação ou ao controlo dos riscos. Garantir, que todos os factores pertinentes para a segurança no trabalho foram tidos em conta.
    “Combate aos riscos na origem, por forma a eliminar ou reduzir a exposição e aumentar os níveis de proteção;”
    “Adaptação do trabalho ao homem…”
    “Adaptação ao estado de evolução da técnica, bem como a novas formas de organização do trabalho;”
    “Substituição do que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso;”
    “Priorização das medidas de proteção coletiva em relação às medidas de proteção individual;”
    Etapa 4 – Adopção de medidas
    Aplicação das medidas preventivas e de proteção, através da elaboração de um plano de atividades (quando não é possível resolver no imediato todos os problemas) e especificando a quem compete fazer o quê e quando, prazos de execução das tarefas e meios afetados. Assegurar que essas medidas de prevenção foram as adequadas e que foram aplicadas de acordo com as prioridades de cada momento.
    “Planificar a prevenção como um sistema coerente que integre a evolução técnica, a organização do trabalho, as condições de trabalho, as relações sociais e a influência dos fatores ambientais;”
    “Sempre que confiadas tarefas a um trabalhador, devem ser considerados os seus conhecimentos e as suas aptidões em matéria de segurança e de saúde no trabalho, cabendo ao empregador fornecer as informações e a formação necessárias ao desenvolvimento da atividade em condições de segurança e de saúde.”
    “O empregador deve ter em conta, na organização dos meios de prevenção, não só o trabalhador como também terceiros suscetíveis de serem abrangidos pelos riscos da realização dos trabalhos, quer nas instalações quer no exterior.”
    “Na aplicação das medidas de prevenção, o empregador deve organizar os serviços adequados, internos ou externos à empresa, estabelecimento ou serviço, mobilizando os meios necessários, nomeadamente nos domínios das atividades técnicas de prevenção, da formação e da informação, bem como o equipamento de proteção que se torne necessário utilizar.”
    Etapa 5 – Acompanhamento e revisão
    É essencial o acompanhamento das medidas a aplicar. Após a aplicação das medidas preventivas e/ou correctivas, deve-se fazer uma nova avaliação dos riscos para verificar se tais medidas foram eficazes.
    “O empregador deve assegurar a vigilância da saúde do trabalhador em função dos riscos a que estiver potencialmente exposto no local de trabalho.”
    “O empregador deve zelar, de forma continuada e permanente, pelo exercício da atividade em condições de segurança e de saúde para o trabalhador”

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  35. A descrição de uma situação com uma solução em segurança:
    A obra tratava-se da construção de uma estação elevatória, construção de poço de bombagem e da ligação deste á conduta já existente.
    O caso mais crítico, onde pôs em causa a segurança dos trabalhadores, neste caso eram cerca de 20, foi na ligação do poço de bombagem á conduta já existente, estes trabalhos ocorreram a 10m de profundidade, com nível freático elevado, com bastante movimentação de terras que estavam a ser depositadas junto á abertura da escavação, sem quaisquer medidas de segurança implementadas.
    Perante esta situação, ordenei a suspensão da obra. Após grande barafustação da entidade executante e técnico de segurança da entidade executante, só se reiniciou os trabalhos após a elaboração de um novo PSS, para os trabalhos em questão e da implementação de todas as medidas de segurança descritas e validadas pelo CSO.
    Dada a natureza dos trabalhos, as condições de segurança passaram por:
    – A escavação fez-se faseadamente, criando-se plataformas de segurança para a retroescavadora e manobrador trabalharem em segurança, de modo a prevenir os deslizamentos de terras, passando pela estabilização de taludes através da alteração do ângulo de inclinação do terreno;
    – Utilização de ensecadeiras, utilizando bombas para a drenagem do nível freático, de modo a que, os trabalhadores poderem executar os trabalhos a seco;
    – O produto resultante da escavação (terras, lamas) passou a ser transportado em camiões, e depositado num local apropriado;
    – Delimitação com rede laranja dos trabalhos e da área de escavação
    – Fornecimento por parte da entidade executante dos EPI’s necessários para a realização dos trabalhos;
    – Formação/informação adequada e destinada para todos os tipos de trabalhos a serem realizados em obra, aos quais administrei formação.
    Dados os acontecimentos, estas foram as minhas melhorias do sistema de segurança e saúde do trabalho para a obra, tendo no final um balanço positivo, zero acidentes de trabalho.

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  36. Medidas que possam ser implementadas no local de trabalho com vista a um melhor ambiente social
    Existência de espaço de descontração: local onde os trabalhadores podem fazer pequenas pausas durante o horário de trabalho onde existam puffs, alguns jogos e deste modo ajudar à socialização entre os colaboradores
    Espaço de refeição cómodo com micro-ondas, frigorífico, congelador, mesa, utensílios de cozinha de modo a que haja a possibilidade de passarem algum tempo juntas e conversar sobre outras coisas além do trabalho.
    Beber café fora todas as sextas-feiras: os colaboradores apanham ar fresco e promove mais uma vez a possibilidade de passarem algum tempo juntas e conversar sobre outras coisas além do trabalho
    Kit de boas-vindas no primeiro dia de trabalho de um colaborador vai fazer com que o colaborador se sinta integrado e ‘vista a camisola’ e cause um bom primeiro impacto
    Festas na empresa: permitir convívio fora do ambiente de trabalho, ainda que dentro da empresa, exemplos: aniversário da empresa, comemoração de um resultado positivo de uma auditoria, inicio da primavera, alguém que vai casar ou de foi mãe/pai, etc… Promove o espírito de equipa.
    Medidas que possam ser implementadas fora do local de trabalho com vista a um melhor ambiente entre todos os agentes no trabalho.
    Ir à feira nacional da agricultura a um concerto depois de um dia de trabalho. Com tanto trabalho e tao pouco tempo para descontrair, assim ficamos a conhecer a realidade da agricultura, animais e artesanato da nossa terra e ainda assistimos a um bom concerto.
    Jantar fora aos domingos, para aliviar o stress e começar da melhor maneira a semana.

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  37. Medidas a implementar no local de trabalho com vista a um melhor ambiente social.
    – Oferta do bolo no dia de anos. Fundamentação – muitos trabalhadores “até se esquecem” que fazem anos, o bolo tem é de ser comprado para o aniversário do filho.
    – No dia da mulher oferecer uma flor às mulheres; – Fundamentação – É um dia diferente, em nome de todas as mulheres que lutaram pelos nossos direitos atuais. E as mulheres adoram receber flores.
    . A manhã do desporto, antes do dia de trabalho, uma vez por semana, começar com uma aula de ioga, dança, um desporto qualquer. – Incentivar os trabalhadores ao Não Sedentarismo, e é uma maneira óptima de convívio com os colegas e surgem sempre situações em que se dá uma grande gargalhada.
    Medidas a implementar fora do local de trabalho com vista a um melhor ambiente entre todos os agentes no trabalho.
    – Jantares de Natal em que os trabalhadores possam levar o marido ou mulher, com a oferta de uma pequena lembrança – Bolo Rei por exemplo;
    – Organização de piqueniques com toda a família.
    – Caminhadas.
    Fundamentação – Estas 3 medidas resumem-se a proporcionar um convívio com todos os trabalhadores e as famílias. Muitos trabalhadores mal se conhecem, sendo uma óptima oportunidade de convívio.
    – Caso o trabalhador atinja os objectivos da empresa receber fim de semana numa pousada de Portugal.

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  38. Medidas para eliminar/reduzir os riscos psicossociais?
    Relativamente a medidas que possam ser implementadas no local de trabalho com vista a um melhor ambiente social, penso que estas ajudariam e muito:
    Horários flexíveis
    O que importa é criar resultados, mostrar tarefas feitas e disponibilidade para o produto e para a sua melhoria. Por isso, cada colaborador que decide o horário de trabalho que faz. Algumas pessoas podem chegar mais cedo, outras mais tarde. E, se precisarem de sair mais cedo num dia, podem compensar noutro.
    Liberdade de sair do escritório
    A qualquer momento do dia, cada funcionário tem a liberdade de sair do escritório e ir tomar café, lanchar ou simplesmente espairecer. É da responsabilidade de cada um perceber quando pode ou não pode fazê-lo.
    Confiança
    Na base de tudo isto está, e tem mesmo de estar, a confiança. No fim de contas, o que importa realmente? Ter trabalhadores motivados, felizes, a gostarem do que fazem e a serem reconhecidos pelo seu trabalho ou trabalhadores presentes na empresa 8 horas por dia, por sentido de obrigação?
    Quanto às medidas que possam ser implementadas fora do local de trabalho com vista a um melhor ambiente entre todos os agentes no trabalho, poderíamos:
    Festas da empresa
    Juntar a equipa não só no Natal. Tentar fazer de várias épocas do ano oportunidades para juntar toda a gente e permitir convívio fora do ambiente de trabalho. O Verão, o Magusto ou os Santos são sempre boas ocasiões. Promove o espírito de equipa.
    Saídas em equipa
    Regularmente, talvez uma vez por mês, espontaneamente, a equipa poderia ir junta almoçar fora. Pode ser sushi, hamburgueres, pregos ou francesinhas, ou só tomar um café ou comer uma fatia de bolo; o que importa é que iriam todos juntos.

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  39. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp:
    Os cacifos são sempre individuais?
    respostas no fórum:
    sim (art. 41.º DL 243/86).
    existe é uma questão, a dimensão do espaço que não permite a colocação de armários de acordo com o número de trabalhadores. opção que só deve ser aplicada em ultimo caso.
    Portaria 987/93
    2 – Os vestiários devem ser bem iluminados e ventilados, comunicar directamente com a zona de chuveiros e lavatórios, quando exista, ter armários individuais possíveis de fechar à chave e assentos em número suficiente para os seus utilizadores.
    (..-)
    4 – Quando as condições de trabalho o exigirem, nomeadamente no caso de exposição a substâncias tóxicas, irritantes, infectantes, a humidade e a sujidade, os armários devem ser duplos, de forma a permitir a separação das roupas de uso pessoal e de trabalho.
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  40. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp: Indicadores de Segurança:
    Várias sugestões:
    Indicadores do relatório único e níveis de risco.
    Gravidade, frequência, nº de dias seguidos sem acidentes e ou sem acidentes com baixa.Horas de formação em SST por trabalhador.
    Satisfação do cliente na segurança; satisfação dos colaboradores
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  41. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp: validade dos capacetes de segurança.
    Chegamos ao seguinte consenso: é definida pela fabricante. a norma específica que deve ser entre 2 e 5 anos. A data de fabrico têm que vir no equipamento e essa é a única data que conta! Em relação à sua validade depende do tipo de material. Mas por norma vem inscrito na ficha do mesmo, consultar o manual. Os Peltor é em horas de utilização, e com modelos com um selo que vai medindo a exposição solar.
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  42. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp se uma empresa pode ter mais que um prestador externo de serviços de saúde ? Para dar resposta a localizações geográficas distintas?
    Com o mínimo de consenso… sim… O normal é existir uma empresa de prestação de serviços externos que tem estabelecimentos em vários locais do país ou então tem protocolos estabelecidos com outras empresas de prestação de serviços e por estabelecimento, sim, mais do que uma no mesmo estabelecimento, não.
    qual a Vossa opinião?
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  43. O que posso melhorar no meu posto de trabalho?= O meu posto de trabalho divide-se entre automóvel e secretária.
    A parte de secretária é uma luta constante… ainda se considera que “qualquer cadeira serve, desde que tenha 4 pernas e um encosto…”; a iluminação (localização das luminárias) insuficiente e desadequada; as posturas (ergonomia) incorrectas. Uma cadeira em condições, uma iluminação adequada e correctamente localizada face ao posicionamento do mobiliário proporcionam um desgaste menor ao Homem. Este, o Homem, por outro lado deve utilizar devidamente os equipamentos e adoptar as melhores posturas.
    Se se disponibilizar equipamentos adequados, e os mesmos forem bem utilizados, teremos garantidamente melhores condições de trabalho e os trabalhadores ir-se-ão encontrar menos cansados e com menores lesões a nível músculo-esqueletico.
    Quanto à parte da viatura… convém uma que seja confortável ao utilizador…
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  44. E a daptação na silvicultura? Nos postos de trabalho da área da silvicultura (limpeza florestal), os equipamentos de trabalho utilizados pelos trabalhadores (motosserras, motorroçadoras, etc) devem ser o mais modernos/evoluídos possível, no sentido destes equipamentos pesarem o mínimo possível (os trabalhadores efetuam trabalhos com eles durante o dia inteiro, tendo de lhes pegar em peso), devendo igualmente ser equipamentos modernos que transmitam pouca vibração aos trabalhadores (possuam sistemas antivibráteis).
    No caso de abate de árvores, deverá dar-se preferência ao uso de máquinas de grande porte (giratórias com cabeças de corte de árvores), em vez dos trabalhadores efetuarem o abate das árvores com o uso de motosserras.
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  45. Adaptação de posto de trabalho: O meu posto de trabalho é sobretudo trabalho de secretária (variando entre dois locais de trabalho: Acabando aqui com a monotonia, mas aumentando a carga de trabalho diária). E como é evidente, para além das condições ergonómicas (Não fico muito preocupada com este tema, porque, entendo que com 1m75, a minha altura fica dentro dos valores médios (Homem+mulher) do estudo antropométrico da população portuguesa, o que me confere vantagem na relação que eu tenho com o meu mobiliário de escritório). No entanto, entro sempre em guerra com o fato de ter de trabalhar com um portátil. Este, não permite cumprir com a altura adequada do visor, ficando sempre abaixo do desejado. Num dos postos de trabalho, já consegui impor um ecrã, teclado externo e rato, para ligar ao monitor. No segundo local, tive de improvisar um suporte para colocar o monitor mais alto, o que prejudica a altura dos meus braços e a posição das mãos/pulsos. Não tendo encontrado ainda a solução “ótima”.
    Os Pcs vão além das preocupações físicas, existem ainda as preocupações virtuais: Falta de rede, organização da documentação digital, excesso de informação a chegar, programas que não fazem o que queremos e ainda acham que têm sempre razão….
    O útlimo ponto nem sempre chego a entendimento com o PC, preferido, nesses casos, ir apanhar ar, e desanuviar porque sem dúvida que de “cabeça fresca”, resolvo melhor as coisas.
    Para a organização do meu ambiente de trabalho, descobri o “Fences”, quem não conhece, experimentem é muito engraçado.
    Para o excesso de informação constante, ainda só implementei estas medidas:
    1- Redes sociais desligadas quando resolvo coisas de concentração elevada ou de prazo apertado,
    2- E-mail sem notificações, verifico a caixa de correio apenas 4 vezes por dia (logo de manhã, final da manhã, inicio da tarde e final da tarde). O tempo restante, nem vejo, se for muito importante, as pessoas acabam por usar outros meios de comunicação,
    3- Telefone: Ainda é a minha guerra constante, ainda não descobri nenhuma aplicação que me permita filtrar as chamadas em função da hora do dia.
    * Curso de 30h (horas)+ 5h (35h) formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança. Formação 35 horas anuais.
    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas)+ 5h

  46. Um dos deveres do trabalhador é “Cooperar ativamente na empresa, no estabelecimento ou no serviço para a melhoria do sistema de segurança e de saúde no trabalho, tomando conhecimento da informação prestada pelo empregador…”.
    Sendo a avaliação de riscos o elemento chave de um sistema de segurança e de saúde no trabalho, desde logo, é dever de todos os trabalhadores colaborarem na identificação dos riscos profissionais; a avaliação de riscos tem de resultar de um trabalho conjunto do técnico de segurança, dos vários responsáveis e trabalhadores.
    Na empresa onde atualmente trabalho, a identificação e avaliação de riscos é uma tarefa que envolve os trabalhadores dos diferentes postos de trabalho e os seus responsáveis; estes são chamados a comunicar novas situações no local e/ou nas práticas de trabalho que possam resultar na alteração do nível de controlo de risco ou no surgimento de novos riscos não identificados.
    De igual modo, no momento de consulta aos trabalhadores, estes são chamados a que se pronunciem sobre os vários temas (EPI recebido, equipamentos de trabalho, formação necessária, etc.); a cooperação ativa na empresa, por parte de todos os trabalhadores, passa por estar disponível para este envolvimento que lhes é solicitado.
    Como técnica de segurança da empresa onde trabalho, e como esta tem um sistema de gestão de segurança certificado de acordo com os requisitos da norma OHSAS 18001, este segue necessariamente a metodologia do ciclo da melhoria contínua – Planear – Implementar – Verificar – Actuar.
    Objetivamente, o meu contributo traduz-se na realização das tarefas que me competem com técnica de segurança (Proceder ao levantamento, identificação de perigos e avaliação de riscos das várias actividades do Grupo Vendap, das várias delegações, em conjunto com os responsáveis por cada uma das áreas implicadas, e garantir a sua actualização; Identificar a legislação relevante no âmbito da SST; Avaliar a conformidade legal, respeitante a SST; – Desenvolver documentos – procedimentos, registos, manuais, planos, entre outros – que assegurem a implementação dos requisitos definidos; Garantir o cumprimento dos objectivos e metas estabelecidos; Avaliar o critério de seleção de equipamentos de protecção individual e acessórios de trabalho; etc.) .
    * Curso de 30h (horas)+ 5h (35h) formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança. Formação 35 horas anuais.
    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas)+ 5h

  47. Aos trabalhadores compete, em termos de obrigações gerais de segurança, entre outros:
    1. Cumprir as prescrições de Segurança e saúde no trabalho previstas na Lei e em instrumentos de regulamentação coletiva, bem como as ordens e instruções do empregador nesta matéria;
    2. Zelar pela sua segurança e saúde, bem como pela segurança e saúde de outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas ações ou omissões;
    3. Cooperar na melhoria do sistema de segurança e saúde no trabalho.
    Como colaboradora e uma vez que desempenho as funções de técnica de HST, tento manter ativo o interesse e a participação de todos os colaboradores da empresas nas medidas de prevenção de riscos. Para tal, e como complemento da avaliação de riscos interno, recorro a um inquérito (check-list) fornecido digitalmente em que cada trabalhador fornece informação sobre o seu posto de trabalho, a forma como se organiza, a sua postura no trabalho, e outras questões que permitem avaliar os riscos psicofísicos.
    Esta informação, serve de base para uma primeira discussão sobre todos os fatores de riscos associados a cada atividade que são apresentados durante uma “informação interna” em que exponho as medidas corretivas que considero pertinente e tento recolher também as opiniões e ideias de melhoria de cada um deles. (Entendo que esta metodologia, nem sempre é possível, mas neste caso, tive a sorte de ter um grupo de colaboradores, todos com menos de 40 anos e onde 90% detêm um curso superior)
    Considero que a participação de todos em todo o processo de prevenção de riscos profissionais, aumenta a cooperação de todos os envolvidos e a valorização do sistema de HST.
    * Curso de 30h (horas)+ 5h (35h) formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança. Formação 35 horas anuais.
    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas)+ 5h

  48. Aos trabalhadores compete, em termos de obrigações gerais de segurança, entre outros:
    – Cumprir as prescrições de segurança e de saúde no trabalho estabelecidas nas disposições legais, bem como as instruções determinadas com esse fim pelo empregador;
    – Zelar pela sua segurança e pela sua saúde e pela das outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas ações ou omissões no trabalho;
    – Utilizar corretamente e de acordo com as instruções transmitidas, máquinas, aparelhos, instrumentos, substâncias perigosas e outros equipamentos e meios postos à sua disposição, designadamente os EPI e EPC, bem como cumprir os procedimentos de trabalho estabelecidos;
    – Tomar conhecimento da informação prestada pelo empregador e comparecer às consultas e aos exames determinados pelo médico do trabalho e às formações na área SHST;
    – Comunicar imediatamente ao superior hierárquico, as avarias e deficiências por si detetadas que pareçam dar origem a perigo grave e iminente, assim como qualquer defeito verificado nos sistemas de proteção;
    – Em caso de perigo grave e iminente, adotar as medidas e instruções previamente estabelecidas para tal situação, sem prejuízo do dever de contatar, logo que possível, com o superior hierárquico.
    – Sempre que identifique melhorias que possam ser implementadas na organização, deve comunica-las/sugeri-las à Chefia.
    – Cooperar na melhoria do sistema de segurança e saúde no trabalho.
    Como Técnico HST, o meu contributo na empresa onde trabalho traduz-se na realização das tarefas que me competem na minha empresa e mais propriamente em diversas empreitadas que participo, como proceder ao levantamento, identificação de perigos e avaliação de riscos das várias actividades, dar formação/informação aos trabalhadores envolvidos, contribuir/auxiliar os diversos intervenientes em obra (Dono de Obra, Fiscalização, Tutela, etc…), garantir documentação legalmente exigida e sua actualização; Avaliar a conformidade legal, respeitante a SST; Desenvolver documentos – procedimentos, registos, manuais, planos, entre outros – que assegurem a implementação dos requisitos definidos; Garantir o cumprimento dos objectivos e metas estabelecidos; Avaliar o critério de seleção de equipamentos de protecção individual e acessórios de trabalho; etc.), procuro cooperar e como a Noma me obriga: ativamente 🙂

    * Curso de 30h (horas)+ 5h (35h) formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança. Formação 35 horas anuais.
    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas)+ 5h

  49. E para a Ana, os princípios fundamentais de segurança, SST:
    Identificação dos riscos
    O Técnico de Segurança recolhe, junto dos diversos locais de trabalho e trabalhadores, as informações necessárias para que se possa proceder à identificação dos perigos e avaliação dos riscos, devendo dotar-se da informação necessária, consultando e envolvendo as fontes pertinentes (pessoas, documentais ou outras).
    Combate aos riscos na origem, por forma a eliminar ou reduzir a exposição e aumentar os níveis de proteção;
    Perante os resultados da avaliação de riscos, tem de ser dada prioridade ao combate aos riscos na origem. Exemplo: perante a tarefa de pintura, onde há exposição dos trabalhadores a Compostos Orgânicos Voláteis devido à utilização de tintas de base solvente, avaliar a possibilidade de usar tinta de base aquosa e assim combater o risco na origem.
    Substituição do que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso
    Exemplo: perante a identificação do perigo de exposição ao ruído, na utilização de um martelo de agulhas, há a necessidade de avaliar a possibilidade de substituir o equipamento utilizado por outro.
    Priorização das medidas de proteção coletiva em relação às medidas de proteção individual
    Exemplo: numa zona de serralharia onde há exposição a poeiras em suspensão, deve ser dada prioridade à colocação de sistema de extração localizada.
    Integração da avaliação dos riscos para a segurança e a saúde no conjunto das actividades da empresa, devendo adotar as medidas adequadas de protecção
    Planear toda a actividade da SST, com o devido envolvimento dos responsáveis das diferentes áreas;
    Realizar a avaliação de riscos, assim como a definição das medidas a implementar, sempre com o envolvimento dos mesmos;
    Ter sempre presente o parecer do Técnico de Segurança perante alterações das instalações, dos produtos usados, dos postos de trabalho, da actividade.
    Elaboração e divulgação de instruções compreensíveis e adequadas à atividade desenvolvida pelo trabalhador
    Exemplo: desenvolver Instruções de Trabalho e Cartas de Risco por posto de trabalho, para que a informação dos riscos profissionais, medidas de protecção e preventivas a adoptar seja transmitida de forma clara e apelativa.
    * Curso de 30h + 5h (35h) formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança. Formação 35 horas anuais.

  50. O princípios de prevenção da segurança no trabalho.
    1 – “ Identificação dos riscos previsíveis em todas as atividades da empresa, estabelecimento ou serviço, na conceção ou construção de instalações, de locais e processos de trabalho, assim como na seleção de equipamentos, substâncias e produtos, com vista à eliminação dos mesmos ou, quando esta seja inviável, à redução dos seus efeitos;
    Exemplificação: Para cada trabalhador/função, enunciar todas as tarefas realizadas, equipamentos e ferramentas utilizadas e verificar todas as condições ambientais e sociais com vista a identificação dos possíveis perigos de forma a poder reduzir o efeito dos perigos a que estão sujeitos.
    2. “f) Assegurar, nos locais de trabalho, que as exposições aos agentes químicos, físicos e biológicos e aos fatores de risco psicossociais não constituem risco para a segurança e saúde do trabalhador”
    Exemplificação: Para cada trabalhador verificar todas as condições ambientais e sociais com vista a identificação dos possíveis perigos de forma a poder reduzir o efeito dos perigos a que estão sujeitos.
    3- “g) Adaptação do trabalho ao homem, especialmente no que se refere à conceção dos postos de trabalho, à escolha de equipamentos de trabalho e aos métodos de trabalho e produção, com vista a, nomeadamente, atenuar o trabalho monótono e o trabalho repetitivo e reduzir os riscos psicossociais;”
    Exemplificação: Para cada trabalhador verificar se o trabalho se adapta às suas condições físicas e/ou psicológicas (por exemplo: Daltónicos, com comandos que privilegiam as cores para a sua identificação; Esquerdino, com ferramentas adaptadas para pessoas destras)
    4 –“h) Adaptação ao estado de evolução da técnica, bem como a novas formas de organização do trabalho”
    Exemplificação: Como exemplo de novas organizações do trabalho é o teletrabalho . E para os THST, as condições de trabalho são desconhecidas e de difícil avaliação.
    5 –“ j) Priorização das medidas de proteção coletiva em relação às medidas de proteção individual”;
    Exemplificação: Na avaliação ter sempre em atenção se é possível aplicar uma medida coletiva em vez de uma particular. Por exemplo: Os calceteiros, em vez de usar capacetes com pala, podem passar a usar uma rede “tipo guarda-sol” (desconheço o nome técnico) que lhes permite proteger-se de quedas de objetos e do sol.
    6- “l) Elaboração e divulgação de instruções compreensíveis e adequadas à atividade desenvolvida pelo trabalhador (…) Sempre que confiadas tarefas a um trabalhador, devem ser considerados os seus conhecimentos e as suas aptidões em matéria de segurança e de saúde no trabalho, cabendo ao empregador fornecer as informações e a formação necessárias ao desenvolvimento da atividade em condições de segurança e de saúde”
    Exemplificação: Como por exemplo, uma atividade que se mantêm muito atual e que requer sempre informação ou formação é a movimentação manual de cargas, que apesar de “supostamente” toda a gente saber como se faz, na prática, ainda existe muitos erros. Muito se deve também a forma como a mensagem é transmitida tendo verificado que muito trabalhadores, só após uma exemplificação é que entendem a postura correta.
    * Curso de 30h + 5h (35h) formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança. Formação 35 horas anuais.

  51. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSSHT, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h, uma colega desenvoveu o seu SGSST:
    No decorrer da minha atividade profissional, nomeadamente na empresa onde me encontro e desempenho funções de TSHST, já lá vão 10 anos, tenho vindo a cooperar ativamente na empresa na implementação, acompanhamento e melhoria do Sistema de Segurança e Saúde do Trabalho.
    O “nosso” Sistema de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho (SGSST) proporciona um conjunto de ferramentas que potenciam a melhoria da eficiência da gestão dos riscos da Segurança e Saúde do Trabalho (SST), relacionados com todas as atividades da organização. Este sistema deve ser considerado como parte integrante do sistema de gestão de toda e qualquer organização.
    O SGSST é baseado na política da SST estabelecida pela organização e deve incluir os seguintes aspectos:
    • Definir a estrutura operacional;
    • Estabelecer as actividades de planeamento;
    • Definir as responsabilidades;
    • Definir os recursos necessários;
    • Estabelecer as práticas e os procedimentos;
    • Assegurar a identificação dos perigos e a avaliação e controlo dos riscos.
    Definida a política da SST, a organização deve desenhar um sistema de gestão que englobe desde a estrutura operacional até à disponibilização dos recursos, passando pelo planeamento, pela definição de responsabilidades, práticas, procedimentos e processos,
    aspectos decorrentes da gestão e que atravesse horizontalmente toda a organização.
    Convém salientar que o cumprimento da política da SST da organização deve ser assegurado pela gestão de topo, devendo ser revista periodicamente e sempre que necessário.
    O sistema deve ser orientado para a gestão dos riscos, devendo assegurar a identificação de perigos e a avaliação e controlo de riscos.
    O SGSST é uma ferramenta que, devidamente implementada, permite à empresa obter dados, de forma objectiva, sobre o seu desempenho na área da SST, em todas as suas vertentes, permitindo tomar as decisões de melhoria baseadas em factos. É também um instrumento essencial para a melhoria contínua do desempenho de uma organização.
    Antes de decidir implementar um SGSST, as organizações questionam-se naturalmente sobre a relação entre os custos e os benefícios. Face à evolução da legislação, da consciencialização dos trabalhadores e das exigências dos clientes e da sociedade em geral, as despesas relacionadas com a promoção da SST os investimentos acabam por sercada vez mais considerados como um investimento e não apenas um mero custo.
    Os custos associados à implementação de um SGSST são relacionados com a afetação de recursos humanos e materiais:
    • Afetação de um técnico responsável pela implementação do sistema e, se necessário, contratação de consultores externos;
    • Afectação de meios materiais para apoio ao sistema;
    • Investimento em sistemas de protecção colectiva e individual e eventuais
    alterações na empresa;
    • Tempo dispendido pela gestão de topo e pelos colaboradores;
    • Investimento na formação dos recursos humanos.
    Convém no entanto salientar que grande parte dos custos acima referidos acaba por ser
    indispensável para o cumprimento dos requisitos legais.
    Estes custos variam muito, de organização para organização, e dependem de vários
    factores:
    • Estado actual da organização em matéria de SHST;
    • Dimensão da organização;
    • Complexidade e nível de risco associado às actividades da organização;
    • Competências internas de que a organização dispõe.
    Os custos com a implementação de um SGSST trazem uma série de benefícios,
    económicos e também sociais. Esses benefícios revertem para:
    O Empregador
    • Cumprimento da legislação e regulamentação em matéria de SHST;
    • Redução do absentismo por doença e acidente;
    • Redução dos acidentes e incidentes;
    • Possibilidade de negociação de pacotes de seguros mais atractivos;
    • Criação de condições seguras de trabalho;
    • Redução dos custos da não segurança;
    • Contribuir para uma maior rentabilidade das empresas;
    • Desenvolver uma imagem positiva da empresa, junto das partes interessadas
    externas (clientes, vizinhança, autoridades, seguradoras).
    O Trabalhador
    • Aumento da motivação e consciencialização dos trabalhadores em matéria de
    SST;
    • Aumento da satisfação dos trabalhadores;
    • Melhor percepção dos riscos profissionais;
    • Bem-estar físico e mental dos trabalhadores;
    • Na melhoria das condições da sua saúde.
    O Estado
    • Garantia do cumprimento da legislação por parte da organização;
    • Redução das despesas com o Serviço Nacional de Saúde e com a Segurança
    Social.
    As Seguradoras
    • Redução das indemnizações e custos de recuperação dos sinistrados.
    A Sociedade Civil
    • Aumento do bem-estar geral da sociedade;
    • Melhoria dos índices de produtividade do país.
    Resumindo, o SGSST ajuda a empresa a definir, implementar, manter e melhorar estratégias pró-ativas para identificar e resolver os problemas de SST antes que estes originem acidentes que comprometam a saúde e ou a integridade física das pessoas (trabalhadores e terceiros) e/ou danos materiais.
    A implementação de um SGSST, com a possibilidade de reconhecimento por uma entidade externa (certificação do sistema), é um instrumento essencial para o desenvolvimento e promoção de uma cultura de segurança proativa, no sentido da melhoria contínua.
    O SGSST, concebido de acordo com a OHSAS 18001/NP 4397, é de integração com outros Sistemas de Gestão existentes, nomeadamente os Sistemas de Gestão da Qualidade e/ou Ambiente.

  52. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSSHT, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h, uma colega desenvoveu as Obrigações gerais do empregador em termos de segurança e saúde no trabalho:
    É da Constituição da República Portuguesa, enquanto lei de fundação do país “Portugal”, que provém o direito à prestação do trabalho em condições socialmente dignificantes em termos de higiene, segurança e saúde para os trabalhadores (alíneas b) e c), do art. n.º 59). Estes princípios da constituição do nosso país são depois vertidos para a Lei que define o Código do Trabalho (Lei n.º 7/2009), ou seja, que estabelece as regras que regem a relação entre as entidades patronais e os trabalhadores. Entre estas regras estão os deveres dos trabalhadores para com os empregadores (art. n.º 128) e os destes para com os trabalhadores (art. n.º 127), enquadrando-se estes últimos no foco desta temática:
    – Deveres do empregador – Respeitar e tratar o trabalhador com justiça; – Pagar pontualmente a retribuição, que deve ser justa e adequada ao trabalho; – Proporcionar boas condições de trabalho, do ponto de vista físico e moral; – Proporcionar formação profissional adequada; – Respeitar a autonomia técnica do trabalhador que exerça atividade cuja regulamentação ou deontologia profissional a exija; – Possibilitar o exercício de cargos em estruturas representativas dos trabalhadores; – Prevenir riscos e doenças profissionais; – Adotar, no que se refere a segurança e saúde no trabalho, as medidas que decorram de lei ou instrumento de regulamentação colectiva de trabalho; – Fornecer ao trabalhador a informação e a formação adequadas à prevenção de riscos de acidente ou doença; – Respeitar o princípio geral da adaptação do trabalho à pessoa; – Proporcionar ao trabalhador condições de trabalho que favoreçam a conciliação da atividade profissional com a vida familiar e pessoal.
    Estes conceitos encontram-se traduzidos para situações mais práticas na Lei que trata especificamente das questões relacionadas com a segurança e saúde no trabalho (Lei n.º 102/2009).
    Desta Lei retira-se então, um conjunto de atividades que devem ser levadas a cabo pelos
    empregadores, de forma a garantir o exercício da atividade, em adequadas condições de
    segurança e de saúde para o trabalhador:
    – Organizar os serviços de prevenção adequados, internos ou externos à empresa, mobilizando os
    meios necessários ao seu funcionamento e sendo responsável por todos os custos inerentes.
    – Efetuar a identificação e avaliação dos riscos previsíveis:
    • em todas as actividades da empresa;
    • na concepção ou construção de instalações;
    • dos locais de trabalho;
    • dos processos de trabalho;
    • na selecção de equipamentos;
    • na selecção de substâncias e produtos.
    (Esta identificação e avaliação dos riscos, tem como fim a eliminação dos mesmos, ou quando esta for inviável, a redução dos seus efeitos para níveis aceitáveis, adotando as medidas de proteção adequadas).
    – Combater os riscos no seu ponto de origem (ex.: adoção de um sistema de extração de fumos localizado diretamente sobre a fonte emissora).
    – Assegurar-se que as exposições a agentes químicos, físicos (poeiras, ruido, vibrações, iluminação,
    ambiente térmico), biológicos (bactérias, vírus, fungos, etc.) e riscos psicossociais (agressões físicas ou verbais, assédio moral e sexual, intimidação no trabalho, excesso de trabalho e pressão de tempo, insegurança no trabalho, dificuldades de conciliação entre vida profissional e privada),
    não constituem risco para a segurança e saúde do trabalhador.
    – Adaptar o trabalho ao homem na concepção dos postos de trabalho (ex.: cadeira ajustável em altura que permite adequar a posição de trabalho à altura do trabalhador), na escolha de equipamentos (ex.: equipamento com cadência ajustável à velocidade de execução do trabalhador,
    os punhos ergonómicos e antiderrapantes nas ferramentas manuais, etc.) e nos métodos de trabalho e produção para atenuar o trabalho monótono e repetitivo (ex.: enriquecer a atividade do trabalhador com tarefas diferentes, evitando os efeitos da monotonia – diminuição da vigilância, da
    precisão, fadiga, aumento dos erros o que pode desencadear um acidente de trabalho; e do trabalho repetitivo – lesões músculo-esqueléticas devido à utilização excessiva do mesmo conjunto de grupos musculares).
    – Adaptar-se ao estado da evolução da técnica (ex.: substituir ou adaptar às evoluções tecnológicas equipamentos que são ruidosos por outros menos ruidosos, ou tornando-os menos ruidosos), bem como a novas formas de organização do trabalho (ex.: adoção de teletrabalho, flexibilidade no período do dia em que o trabalho é prestado, permitindo um acompanhamento maior à família, etc.).
    – Substituir o que é perigoso pelo que é isento de perigo, ou menos perigoso (ex.: substituir um produto químico perigoso – corrosivo, tóxico, nocivo, inflamável, nocivo para o meio ambiente – por outro que cumpra o mesmo objectivo mas que é isento de perigo).
    – Optar por medidas de proteção colectiva em detrimento da proteção individual (ex.: optar por
    colocar divisórias a separar um equipamento ruidoso e reduzir o nível de ruído, em vez de distribuir protetores auriculares).
    – Elaboração e divulgação das instruções de trabalho a cumprir pelo trabalhador.
    – Atribuir tarefas apenas a trabalhadores com competências para os executar, e em casos de
    risco elevado permitir a sua permanência no local apenas pelo tempo mínimo necessário.
    – Adotar medidas e dar instruções que permitam ao trabalhador, em caso de perigo grave e
    iminente, cessar a sua atividade e afastar-se imediatamente do local.
    – Organizar os meios de prevenção, levando em conta não só o trabalhador como também terceiros
    susceptíveis de serem abrangidos pelos riscos da realização dos trabalhos, quer nas instalações,
    quer no exterior (ex.: tomar medidas para evitar ou para minimizar o impacto da libertação acidental de gases ou poeiras perigosas para a vizinhança).
    – Estabelecer as medidas a serem adotadas em matéria de primeiros socorros, de combate a
    incêndios e de evacuação, identificando os trabalhadores responsáveis pela sua aplicação
    (ex.: o gerente é responsável por accionar o pedido de intervenção do INEM, evitando chamadas de vários trabalhadores e reduzindo o tráfego de chamadas para os serviços de emergência; criar um guião para ajudar quem faz chamadas de emergência, a identificar a localização do estabelecimento).
    – Assegurar os contatos necessários com as entidades externas competentes para realizar as
    operações de combate a incêndios, evacuação e emergência médica (ex.: dispor em local facilmente
    acessível, os n.º de emergência e os meios necessários para efetuar o pedido de ajuda – telefone, telemóvel, rádio, etc).
    – Assegurar a vigilância da saúde do trabalhador em função dos riscos a que estiver potencialmente
    exposto no local de trabalho (ex.: efetuando os exames médicos de admissão e periódicos).
    – Analisar as causas dos acidentes de trabalho e doenças profissionais (desta análise deve resultar o
    apuramento das causas e a tomada de medidas para evitar que se repitam).
    – Comunicar à ACT os acidentes de trabalho mortais, bem como os que evidenciam uma
    situação particularmente grave nas 24 horas seguintes à sua ocorrência.
    – Consultar por escrito e pelo menos duas vezes por ano os representantes dos trabalhadores, ou
    na sua falta os próprios trabalhadores, sobre as matérias de segurança e saúde no trabalho (ex.:
    aplicação de questionário de opinião acerca das diferentes matérias de SHT tratadas na empresa).
    – Informar os trabalhadores sobre os riscos existentes no local de trabalho e medidas de
    proteção adequadas e sempre que haja introdução de novos equipamentos e alteração de
    procedimentos (ex.: dar a conhecer o conteúdo das fichas de dados de segurança dos produtos químicos utilizados).
    – Informar sobre as medidas a adotar em caso de perigo grave e iminente, primeiros socorros,
    combate a incêndios e evacuação de trabalhadores.
    – Formar adequadamente o trabalhador em matéria de segurança e saúde no trabalho
    aquando da contratação e sempre que exista mudança das condições de trabalho (ex.: deve ser
    proporcionada formação específica nas seguintes situações: exercício das atividades de segurança do trabalho por empregador ou trabalhador designado, representante de empregador para acompanhamento do serviço externo, representante dos trabalhadores para a segurança e saúde no
    trabalho e aos trabalhadores responsáveis pela aplicação das medidas de primeiros socorros, de combate a incêndios e de evacuação).
    – Entregar à ACT por meio informático, o relatório único onde consta a informação sobre a atividade
    social da empresa do ano anterior.
    – Informar sobre as medidas a adotar em caso de perigo grave e iminente, primeiros socorros,
    combate a incêndios e evacuação de trabalhadores.
    – Formar adequadamente o trabalhador em matéria de segurança e saúde no trabalho
    aquando da contratação e sempre que exista mudança das condições de trabalho (ex.: deve ser
    proporcionada formação específica nas seguintes situações: exercício das atividades de segurança do trabalho por empregador ou trabalhador designado, representante de empregador para acompanhamento do serviço externo, representante dos trabalhadores para a segurança e saúde no
    trabalho e aos trabalhadores responsáveis pela aplicação das medidas de primeiros socorros, de combate a incêndios e de evacuação).
    – Entregar à ACT por meio informático, o relatório único onde consta a informação sobre a atividade
    social da empresa do ano anterior.
    Obrigações decorrentes de outra legislação:
    – Verificar a segurança dos equipamentos após a sua instalação, bem como antes do início do seu
    funcionamento e proceder às verificações periódicas, e se necessário ensaios, aos
    equipamentos que possam provocar deteriorações susceptíveis de causar riscos (os equipamentos devem ser mantidos em perfeitas condições de funcionamento e possuir livrete de manutenção atualizado).
    – Transferir para entidade legalmente autorizada (seguradora) a responsabilidade pela reparação
    de acidentes de trabalho e de doenças profissionais, bem como manter a todo o tempo o
    seguro válido através do respectivo pagamento (informar os trabalhadores sobre o número da apólice de seguro de acidentes de trabalho e a identificação da entidade seguradora).
    – Na admissão de um novo funcionário, comunicar tal facto à Segurança Social, à seguradora e
    promover a realização dos exames médicos de admissão. Caso seja contratado um trabalhador
    estrangeiro o empregador deve comunicar também à ACT (a comunicação à Segurança Social deve
    ser feita nas 24 horas anteriores ao início de efeitos do contrato de trabalho).
    Nota: Estas são obrigações de carácter geral, não estando abrangidas nesta resposta outras que possam advir de legislação específica aplicável de forma diferente a cada tipo de atividade ou especificamente a um tipo de atividade. Trata-se aqui, com algumas excepções, da Lei n.º 102/2009.

  53. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSSHT, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h, uma colega desenvoveu as suas etapas de AR que a norteia no terreno.
    1. Identificar os riscos
    Nesta etapa há que analisar a atividade em si, e tentar perceber quais os passos que são dados que podem provocar o dano.
    Quando trabalhamos na mesma atividade dia após dia, facilmente descuramos alguns dos perigos e riscos.
    Identificar aqueles que são importantes é provavelmente uma forma de prevenir muitos dos acidentes de trabalho, danos ou lesões corporais.
    · Analisar com cuidado a atividade profissional em si, o posto de trabalho e a forma de atuação do trabalhador, tendo o cuidado de perceber o que realmente pode provocar o dano na atividade que está a desenvolver.
    · Perguntar aos colegas que estão a exercer a actividade o que pensam, quais as dificuldades que sentes e a que riscos é que acham que estão mais expostos.
    · Procura informação relativa ao tipo de riscos a que o trabalhador está exposto para mais facilmente poderes fazer uma análise .
    · Analisar as instruções dos equipamentos, de matérias perigosos se houver, bem como todas as instruções de trabalho inerentes á actividade a realizar.
    · Analisar registos de acidentes, incidentes, doenças profissionais que existam, decorrentes da actividade que estão a analisar.
    Atenção aos riscos que podem surgir a longo prazo e que afetam a saúde humana, nomeadamente dos decorrentes de fontes de exposição ao ruído, poeiras, entre outros.
    2. Quem está sujeito ao risco e como?
    Para cada risco deve ser verificado quem está sujeito a esse risco e como. Não se pretende fazer uma listagem com os nomes dos trabalhadores , mas sim identificar as pessoas, ou grupo de pessoas sujeitas, como por exemplo, se são transeuntes, se trabalham num armazém, as idades e sexos… analisar os grupos de risco por assim dizer é o objetivo desta etapa.
    Em cada caso, deve ser identificada a forma como podem ser prejudicados, nomeadamente o tipo de lesão ou dano. Por exemplo a postura de trabalho de um mecânico automóvel, que nem sempre e a mais correta, e as horas que passam nessa posição pode provocar determinadas lesões nomeadamente musco esqueléticas.
    Alguns trabalhadores têm requisitos específicos, nomeadamente a idade, sexo, a sua saúde (grávidas ou pessoas com deficiência), que no seu caso particular podem ter um risco acrescido e que deve ser devidamente identificado, analisado e prevenido.
    É necessário ter também em conta nesta análise situações que normalmente não sejam permanentes, nomeadamente, produtos de limpeza daquele espaço que possam fazer reacção com alguns dos produtos necessários ás atividades. Visitantes, prestadores de serviço, técnicos de manutenção, bem como outras pessoas ou situações não habituais que podem ser prejudicados ou podem prejudicar a atividade em análise.
    3. Avaliar os riscos e decidir sobre as medidas de prevenção a tomar
    Depois de analisar os perigos, identificar os riscos, há que procedera ás medidas de prevenção a adotar para cada um deles.
    De acordo com a Lei 102 de 2009, o empregador deve tomar todas as atitudes necessárias á protecção dos trabalhadores, no decorrer da sua actividade profissional.
    Para fazer isso há que analisar todas os pontos, não esquecendo a forma como está o trabalho organizado.
    Há questões que podes fazer para ter a certeza de como garantir a segurança do trabalhador.
    Apesar de saber que existem factores que dificilmente garantam a eliminação do perigo a cem por cento, podemo-nos questionar de que forma posso me livrar do perigo?
    Quais os riscos a que estamos sujeitos e os respectivos danos e sua gravidade?
    Quando o estamos a controlar os riscos devemos ter em atenção todas as possibilidades, nomeadamente:
    · Reduzir o risco da actividade, através de uma operação menos arriscada, por exemplo, utilizar um determinado produto menos perigoso que outro, ou utilizar uma máquina num modelo mais recente que reduz o risco da actividade.
    · Impedir o acesso ao perigo, por exemplo por pessoas não necessárias á realização da actividade.
    · Organizar o trabalho de forma a reduzir a exposição ao perigo
    · Utilização de proteção colectiva e individual de modo a proteger os trabalhadores e envolvente.
    · Adequar as instalações á actividade a desenvolver , por exmplo, na utilização de produtos químicos ter sempre um lava olhos perto do trabalhador, caso haja contaminação para limpar.
    · A ausência de uma simples protecção, pode sair muito cara em caso de acidente.
    · A envolvência de todos os trabalhadores é importante para a realização de uma atividade segura e confiante.
    4. Registo de implementação da avaliação de riscos
    Após analisar identificar e avaliar os perigos e riscos associados á atividade h+a que os registar em documento próprio e implementar nos postos de trabalho.
    Ser simples e assertivo na exposição destes itens permite uma rápida e fácil compreensão por parte dos trabalhadores, o facilita a sua implementação.
    A avaliação de riscos quer-se adequada á organização, não perfeita, porque se for demasiado perfeita, provavelmente não será de todo implementada.
    Com a avaliação feita devemos ser capazes de:
    · Demonstar que foi feita uma verificação e análise do posto de trabalho adequada.
    · Que foram identificadas todas as pessoas que possas ser afectadas
    · Que foram tratados os perigos significativos tendo em conta o numero de pessoas envolvidas
    · Que as precauções a tomar são razoáveis o risco remanescente é reduzido.
    · Que todos os trabalhadores do processo estiveram na análise de risco.
    Muitas das vezes temos de implementar muitas alterações/melhorias para garantirmos a eliminação ou redução do riscos, o que implica que por vezes seja utópico para as organizações o fazerem.
    Há pois que ter um bom senso, e elaborar um plano de cações que o permita fazer de uma forma razoável á medida das possibilidades das organizações e gravidade da situação.
    Um bom plano de ação pode ter em consideração alguns dos seguintes itens:
    · Algumas das melhorias, podem ser feitas de forma mais barata, simples e rápida, podendo algumas das vezes ser uma solução temporária mas que de certa forma reduza o risco e proteja o trabalhador.
    · Ter em atenção de optar por soluções a longo prazo, dos riscos cujas consequências sejam gravosas para o trabalhador tanto a nível de acidentes de trabalho como para a saúde do trabalhador.
    · A formação dos trabalhadores é muito importante. Por vezes basta este item para prevenir o risco no posto de trabalho. Há que proporcionar formação aos trabalhadores e registar essa mesma formação. De acordo com Decreto-Lei 102/2009 este é um requisito legal.
    · Priorizar responsabilidades e graus de importância e gravidade.
    Cada organização deve priorizar o seu plano de ação.
    5. Controlo e avaliação de riscos
    As pessoas mudam, as atividades modernizam-se, os locais de trabalho evoluem… o nosso plano de avaliação de riscos tem também de mudar com a organização.
    Foi implementado, deve ser avaliado, deve ser verificada a sua implementação, deve ser retificado se necessário…
    Esta revisão deve ser contínua, pelo menos anual ou sempre que se verifique qualquer alteração na estruturação da actividade.
    Há sempre umas melhorias que podemos fazer, há sempre uma alteração numa atividade ou na forma de a realizar… há sempre um trabalhador a mudar de posto de trabalho, o que pode mudar a perspectiva do risco…
    A avaliação do risco não é estática, mas deve ser sim dinâmica e contínua.

  54. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSSHT, técnico (superior) de segurança do trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h,foi pedido que explanassem sobre is princípios gerais de prevenção:
    O Art. 15º da Lei 102/09 de 10 de Setembro, alterada pela Lei 3/2014 define os princípios gerais da prevenção anteriormente nove e agora onze, tendo sido introduzido um princípio que visa evitar os riscos, e um outro que constava já do Decreto-lei 441/91 de 14 de novembro, que visa a planificação da prevenção como um sistema coerente que integre a evolução técnica, a organização do trabalho, as condições do trabalho, as relações sociais e a influência dos fatores ambientais;
    1. Evitar os riscos;
    2. Planificar a prevenção como um sistema coerente que integre a evolução técnica, a organização do trabalho, as condições de trabalho, as relações sociais e a influência dos factores ambientais;
    3. Identificação dos riscos previsíveis em todas as actividades da empresa, estabelecimento ou serviço, na concepção ou construção de instalações, de locais e processos de trabalho, assim como na selecção de equipamentos, substâncias e produtos, com vista à eliminação dos mesmos ou, quando esta seja inviável, à redução dos seus efeitos;
    4. Integração da avaliação dos riscos para a segurança e a saúde do trabalhador no conjunto das actividades da empresa, estabelecimento ou serviço, devendo adoptar as medidas adequadas de protecção;
    5. Combate aos riscos na origem, por forma a eliminar ou reduzir a exposição e aumentar os níveis de protecção;
    6. Assegurar, nos locais de trabalho, que as exposições aos agentes químicos, físicos e biológicos e aos factores de risco psicossociais não constituem risco para a segurança e saúde do trabalhador;
    7. Adaptação do trabalho ao homem, especialmente no que se refere à concepção dos postos de trabalho, à escolha de equipamentos de trabalho e aos métodos de trabalho e produção, com vista a, nomeadamente, atenuar o trabalho monótono e o trabalho repetitivo e reduzir os riscos psicossociais;
    8. Adaptação ao estado de evolução da técnica, bem como a novas formas de organização do trabalho;
    9. Substituição do que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso
    10. Priorização das medidas de protecção colectiva em relação às medidas de protecção individual;
    11. Elaboração e divulgação de instruções compreensíveis e adequadas à actividade desenvolvida pelo trabalhador
    Evitar os riscos
    Na aplicação deste princípio geral de prevenção, pretende-se realçar a importância de colocar na primeira linha de actuação a possibilidade de se produzir eliminando todos os potenciais riscos envolvidos. Quando isso não for possível, devem os riscos remanescentes ser controlados nos termos dos restantes PGP.
    Planificar a prevenção
    A relevância deste princípio geral de prevenção reside na necessidade de se associar à implementação de medidas organizativas no trabalho, condições de trabalho, relações sociais e influência dos factores ambientais, a avaliação do respectivo impacto ao nível das condições de segurança e saúde.
    Identificação dos riscos
    Antes mesmo do risco propriamente dito, temos de considerar o perigo, assim a primeira atitude preventiva deve consistir em identificar os perigos existentes em qualquer componente de trabalho e a sua eliminação. De seguida, identificam-se os riscos não evitados em todas as actividades da empresa.
    Avaliação dos Riscos
    Os perigos não eliminados transformam-se em potenciais riscos, porque irão ficar no contexto real de trabalho, em situação de potencial interacção entre o homem e o trabalho. A avaliação de riscos é uma etapa que determina o desenvolvimento de toda a abordagem preventiva posterior, porque é a partir do conhecimento dos riscos aí obtidos que se poderão identificar as acções adequadas a desenvolver.
    Combate aos riscos na origem
    A prevenção será tanto mais eficaz quanto mais na origem se exercer, ou seja, se possível, a prevenção deve actuar sobre a própria origem do risco. Desta forma o risco não se chega a propagar, ou fá-lo de uma forma mais ténue, evitando-se assim que os seus efeitos venham a potenciar outros riscos também existentes, permite ainda a redução do recurso a processos complementares de controlo.
    Assegurar que a exposição aos diferentes agentes não constitui risco para a SST
    Deve ser assegurado, nos locais de trabalho, que as exposições aos agentes químicos, físicos e biológicos e aos factores de risco psicossociais não constituem risco para a segurança e saúde do trabalhador.
    Adaptação do trabalho ao homem
    O sétimo princípio geral da prevenção aponta para a necessidade de intervir ao nível das componentes materiais do trabalho, nomeadamente quanto às ferramentas, aos equipamentos de apoio, às máquinas, aos métodos e processos construtivos e concepção dos postos de trabalho, tendo em vista a adaptação do trabalho ao homem, ou seja no sentido da humanização do trabalho, respeitando as capacidades e características físicas e psíquicas do homem.
    Adaptação ao estado de evolução da técnica
    Devemos adoptar as vantagens do processo técnico e tecnológico, para melhorar os métodos de trabalho tornando-os mais seguros. A prevenção terá de equacionar de forma constante o impacto dessa inovação nos componentes físicos do trabalho, nos componentes organizacionais e humanas do trabalho, nas técnicas de avaliação e controlo de risco e nas metodologias de gestão da segurança e saúde no trabalho.
    Substituição do que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso
    Deste princípio geral de prevenção resultam implicações, quer nas técnicas, processos produtivos e equipamentos auxiliares de trabalho, quer nos materiais e equipamentos a incorporar em obra, quer ainda nas medidas organizativas do trabalho.
    A aplicação deste princípio remete para a adopção de equipamentos mais eficazes face ao risco, por materiais menos perigosos para a saúde e para a organização do trabalho de uma forma mais segura.
    Deverá sempre prevalecer o conceito de prevenção, estando sempre presente a preocupação de substituir equipamentos e materiais perigosos, mesmo que permitidos por lei, por outros de risco inferior ou mesmo isentos de perigo.
    Priorização das medidas de protecção colectiva em relação às medidas de protecção individual
    Este princípio faz a transição da prevenção para a protecção. A sua aplicação só deverá ter lugar quando a prevenção não tiver produzido resultados suficientes (eliminando o risco ou reduzindo-o a um nível aceitado).
    Os sistemas de protecção colectiva devem assim, ser estabelecidos o mais próximo possível da fonte de risco, de forma a traduzir-se num grau de protecção do trabalhador com eficácia suficiente. A protecção individual é o último recurso da protecção do trabalhador.
    Face à protecção colectiva, a protecção individual só terá lugar quando a protecção colectiva não for tecnicamente possível, ou se for insuficiente. A protecção individual assume assim, um carácter complementar ou suplente. A protecção individual deve ter em conta adaptação ao trabalhador, adaptação ao risco e a adequação ao trabalho em causa.
    Dar instruções adequadas aos trabalhadores
    Os trabalhadores devem conhecer e serem capazes de compreender os riscos a que estão sujeitos nos locais de trabalho, devem saber o que fazer face aos riscos e face a situações de emergência, podendo-se apresentar sob diversas formas, devendo:
    Permitir um conhecimento mais profundo dos componentes do processo produtivo, que possibilite a identificação dos riscos que lhe estão associados;
    Integrar o conhecimento de forma a prevenir esses riscos;
    Apresentar-se de forma a ser facilmente apreendida pelos utilizadores, desde os directores até ao trabalhador com menor qualificação, mantendo-a permanentemente acessível.
    A formação consiste num processo estruturado de transmissão de conhecimento, sendo através desta que se procura criar as competências necessárias, ajustar atitudes correctas e interiorizar os comportamentos adequados. Em última análise, a formação enquanto princípio geral de prevenção visa prevenir os riscos associados à acção de cada profissional, no sentido de garantir a maior eficácia no trabalho e a correcta implementação das medidas de prevenção.

  55. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h,foi pedido que alguém descrevesse o seu PT, se este fosse um exemplo a seguir ?:
    Ergonomia (utilizo apoios de pés ergonomicamente adequado, utilizo auriculares “Headset” nas situações em que a frequência de utilização do telefone justifique, utilizo um rato ergonomicamente adequado, promovo a alternância da posição com regularidade e a realização de exercícios de relaxamento muscular para ombros e pescoço);
    Qualidade do Ar Interior (promovo a renovação dos espaços interiores de forma a diminuir os níveis de CO2, mantenho diariamente a limpeza dos espaços);
    Iluminação (avalio os níveis de iluminância nos espaços administrativos e efectuar as alterações necessárias de forma a garantir os níveis de luminância adequados ao tipo de atividade e garantir a intensidade uniforme, evitar as sombras, contrastes muito acentuados e reflexos prejudiciais);
    Ambiente térmico (promovo a climatização adequada com temperatura adequada aos parâmetros de conforto – 20-24ºC no Inverno e 23-26.º no Verão e HR<60%; Aquando da instalação de novos sistemas de climatização garanto que não há contacto directo com a insuflação do ar);
    Carga mental do trabalho/Adaptação à carga de trabalho (promovo mudanças de tarefas e gozar os períodos de descanso apropriados de forma a organizar o tempo de trabalho melhorando os niveis de concentração no trabalho).

  56. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h,foi pedido que alguém descrevesse o seu PT, se este fosse um exemplo a seguir 🙂
    O meu posto de trabalho – escritório – está bem adaptado às minhas necessidades.
    A minha postura de trabalho é correta e cómoda, o que me permite evitar lesões lombares, lesões por esforços repetitivos e problemas circulatórios, entre outros.
    Verificam-se as seguintes condições:
    Altura adequada da cabeça em relação ao monitor do computador. Direção vertical e ombros projetados para trás, de modo a não prejudicar a zona cervical da cabeça. O monitor está colocado à altura dos olhos e a uma distância aproximada de um braço;
    Utilização de cadeira com apoio adequado, foçando uma postura de 90º (costas sempre bem apoiadas no encosto da cadeira);
    Pés bem apoiados no chão, formando um ângulo de 90º nos joelhos, de modo a melhorar a circulação nos membros inferiores;
    Proximidade em relação ao teclado de modo a permitir o apoio dos antebraços na mesa, formando um ângulo de 90º no cotovelo de modo a não pressionar excessivamente a cervical.
    Geralmente, por cada hora de trabalho imobilizado faço uma pausa, de modo a ativar a circulação sanguínea e prevenir a rigidez muscular.
    A iluminação é adequada, suficiente e está uniformemente distribuída. Não estou sentada de costas para janelas ou outras fontes de luz, que possam causar reflexos no meu monitor.
    O ar condicionado tem inspeções periódicas e quando ligado costuma estar entre os 20 e os 23º.

  57. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h,foi pedido que separadores poderia ter os nossos dossiers ou quantos dossiers podem existir. E a turma decidiu… (entre outros)
    1. DEFINIÇÃO/OBJETIVO – SGSS
    2. CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO
    3. ORGANOGRAMA FUNCIONAL DA EMPRESA
    4. AUDITORIAS
    5. POLÍTICA DE SEGURANÇA – com conhecimento de todos os trabalhadores e afixada nos postos de trabalho
    6. AVALIAÇÃO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO – Por posto de trabalho ou por função
    7. ANALISE DA SINISTRALIDADE LABORAL – Medidas de prevenção / correção
    8. PLANO DE EMERGENCIA – EXECUÇÃO DE SIMULACROS
    9. ANALISE, AVALIAÇÃO E CONTROLO DE RISCOS PARA CADA EMPREITADA:
    9.1. ORGANOGRAMA FUNCIONAL DA OBRA
    9.2. RECURSOS HUMANOS A AFECTAR À OBRA EM MATÉRIA DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA OBRA E TEMPOS DE AFETAÇÃO
    9.3. FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES
    9.4. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLECTIVA (EPC)
    9.5. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
    10. TRABALHOS A EXECUTAR:
    10.1. PROCEDIMENTOS NO ÂMBITO DA AVALIAÇÃO DOS RISCOS ASSOCIADOS ÀS DIVERSAS OPERAÇÕES – Análises das Condicionantes
    10.2. PROCEDIMENTOS A ADOTAR NO ÂMBITO DOS RISCOS ESPECIAIS – Lista de Trabalhos com riscos especiais
    10.3. PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS DE SEGURANÇA (PES)
    10.4. PROCEDIMENTOS RELATIVOS À SELEÇÃO E ENQUADRAMENTO DE SUB-ADJUDICATÁRIOS E TRABALHADORES INDEPENDENTES – Controlo Operacional e Gestão Documental
    10.5. METODOLOGIA DE PLANEAMENTO DA INFORMAÇÃO E DA FORMAÇÃO
    10.6. PROCEDIMENTOS DE CONTROLO DOS MATERIAIS/EQUIPAMENTOS – Lista de Materiais e Equipamentos com riscos especiais – controlo operacional
    10.7. PLANEAMENTO DO SISTEMA DE EMERGÊNCIA – PLANO PREVENÇÃO
    10.8. METODOLOGIA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO PARA A COMPILAÇÃO TÉCNICA – TSO/CSO
    10.9. PROCEDIMENTOS DE CONTROLO DA SINISTRALIDADES LABORAL
    10.10. PROCEDIMENTOS DE MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DAS MEDIDAS PREVENTIVAS
    10.11. LISTA DOS DIVERSOS REGISTOS DE SEGURANÇA E SAÚDE A INSTITUIR E RESPETIVOS FORMULÁRIOS – Controlo Operacional e Gestão Documental

  58. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h,foi pedido que identificassem as etapas para reduzir ou eliminar os riscos inerentes ao PT sentado. Um colega:
    Etapa 1 – Identificação dos perigos e consequentes riscos: Cadeira inadequada ao posto de trabalho. Risco associado de Más Posturas
    Etapa 2 – Avaliação e priorização dos riscos: Tendo em conta o trabalhador e as tarefas a desenvolver, é determinada probabilidade de risco acontecer, bem como o nível de gravidade inerente ao dano. Visto ser um posto de trabalho fixo, o nível de Probabilidade será Muito Provável e a Gravidade Alta, podendo provocar lesões /danos severos ao trabalhador.
    Etapa 3 – Decisão sobre medidas preventivas: Substituição da cadeira, por outra mais adequada do ponto de vista ergonómico, com costas e assento ajustável, com 5 pés dotados de rodízios e com apoios para os braços.
    Etapa 4 – Adopção de medidas preventivas e/ou de proteção: De acordo com a estatura baixa do trabalhador, a medida de prevenção não é suficiente. Deve ser colocado um estrado elevado para os pés.
    Etapa 5 – Acompanhamento e revisão: Reavaliação periódica do posto de trabalho, nomeadamente quanto à alteração da distribuição dos equipamentos de trabalho na própria mesa de trabalho, bem como o estado da cadeira.
    É ainda, imprescindível a formação do trabalhador sobre os riscos a que está exposto, bem como “ouvir” o trabalhador ao longo do processo de avaliação de riscos.

  59. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h, pedido que exemplificassem alguns princípios gerais de segurança (art. 15º do RJSST). Um testemunho:
    “Aqui vai o meu contributo:
    artº 15º da Lei base de SST (Lei 102/2009
    a) (…)
    b) Integração da avaliação dos riscos para a segurança e a saúde do trabalhador no conjunto das actividades da empresa, estabelecimento ou serviço, devendo adoptar as medidas adequadas de protecção;
    JGuedes- Deverá ser elaborada uma avaliação de riscos sempre que seja introduzida qualquer mudança na actividade desenvolvida (Ex: equipamentos, disposição do local-envolvente, novos métodos de trabalho) que constitua um novo risco ou uma redefinição dos que haviam sido detectados até então.
    d) Assegurar, nos locais de trabalho, que as exposições aos agentes químicos, físicos e biológicos e aos factores de risco psicossociais não constituem risco para a segurança e saúde do trabalhador;
    JGuedes- Levantamento de todos os agentes químicos (produtos a utilisar) e disponibilizar as suas fichas de segurança, físicos (de ordem mecânica) que o trabalhador terá ou já se encontran a lidar durante a execução da sua função.
    e) Adaptação do trabalho ao homem – Escolha minuciosa dos equipamentos, do próprio posto de trabalho (Ruído, Luminosidade e Vibrações), proporcionando bem-estar reduzindo os riscos psicossociais;
    f) Adaptação ao estado de evolução da técnica, bem como a novas formas de organização do trabalho;
    JGuedes- Ex: Utilização de equipamentos de elevação de pessoas em detrimento de andaimes (Eliminando os riscos durante a montagem/uso)-
    g) Substituição do que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso;
    JGuedes- Ex: Passivação de Tubagem em inox com recurso a ácido, poderá ser executada com recurso a catrabuchas de plástico/inox-
    h) Priorização das medidas de protecção colectiva em relação às medidas de protecção individual;
    JGuedes- Ex: Sistema de Linha de vida colectiva em detrimento de linha de vida individual (“blocstop”)-
    JGuedes- Ex: Eliminação/Redução da fonte de emissão de ruído em vez de se atribuir epi’s para o efeito para todos os trabalhadores na área envolvente-
    JGuedes- Ex: Eliminação/Redução da fonte de emissão de poeira metálicas (extração) em detrimento de entrega de epi’s para o efeito (Máscara prot.respiratória);
    i) Elaboração e divulgação de instruções compreensíveis e adequadas à actividade desenvolvida pelo trabalhador.
    JGuedes- Ex: Instruções de trabalho que não suscitem qualquer dúvida, minimizando eventuais riscos de ocorrência de acidentes laborais.

  60. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h, foi debatido qual a forma com que devemos comunicar com os colegas para que se cumpram as regras de segurança, deixo aqui um testemunho:
    Não obstante das minhas tarefas como técnica, muito “batalhei” com os trabalhadores 🙂 . Trabalhando numa empresa de gestão de resíduos (também metalomecânica), estava responsável pela verificação das condições do parque, identificação e acondicionamento de resíduos, cargas e descargas de resíduos, etc.
    Para que tudo corresse na normalidade pretendida, fazia visitas frequentes ao parque, e mantinha um diálogo cordial com os trabalhadores, não só para realçar situações que deveriam melhorar a nível do armazenamento, acondicionamento e transporte de resíduos, limpeza, arrumação, etc, mas mostrando sempre a importância de se ter de respeitar as regras estabelecidas, pois compreendendo o motivo das acções é mais fácil o seu comprometimento no trabalho. Em momentos que o parque estava impecável, também me dirigia aos trabalhadores com palavras de incentivo, felicitando-os, recebendo em troca um sorriso e um obrigada, notando neles a satisfação de dever comprido.
    Reforço a palavra cordial, pois tive a experiência de uma colega que apresentava uma postura de autoridade perante os trabalhadores do parque, e não é de certeza a melhor postura a ter com trabalhadores, pois eles acabam por se sentir em alguns momento frustrados (era notável pela expressão facial) com esse tratamento e isso vem se a refletir no seu trabalho.
    Acredito que em algum momento a parte da comunicação é efectivamente uma arma que a entidade patronal pode ter e utilizar para alcançar a segurança e saúde no trabalho. Comunicar de forma mais clara possível é indispensável para a consciencialização das intruções de trabalho nos trabalhadores, onde me considero incluída.

  61. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h + 5h, foi lançado o seguinte desafio: Que passos ou etapas deve ter uma avaliação de riscos?
    Resposta dos colegas (por maioria qualificada 🙂 )
    1ª etapa: Evitar os riscos, o empregador para respeitar este princípio, deve numa primeira fase identificar os riscos existentes no exercício das suas actividades, para que os consiga evitar ou eliminar, para isso poderá por exemplo, adaptar o trabalho ao homem (2ª etapa) e não o inverso, ou seja se estamos perante uma actividade repetitiva ou rotineira que leva à monotonia do trabalhador é passível que com o decorrer da actividade possa existir alguma quebra na motivação e desconforto do trabalhador, desta forma há que ter em conta a adaptação ao estado de evolução técnica (3ª etapa), aqui posso entender que por exemplo podemos ter em conta as técnicas mais adaptadas à actividade em causa e por exemplo poder-se-á automatizar por exemplo a actividade que era repetitiva ou rotineira.

    Não podendo eliminar ou evitar o risco à que planear ou planificar a prevenção (4ª etapa), aqui podem-se criar por exemplos fichas de procedimentos de segurança, como exemplo fichas de procedimentos de segurança TRABALHOS EM ALTURA, devem-se priorizar as medidas de protecção colectiva em relação às medidas de proteção individual (5ªetapa), aqui uma das pedidas de protecção colectiva será a sinalização, como a proibição de pessoas não autorizadas ou sinalização de plataformas elevatórias, guardas-corpos e rodapé, etc, sendo importante conciliar com os EPI, como os sistema antiquedas, o arnês ou linha de vida. Todas estas medidas devem ser do conhecimento de todos os trabalhadores e portanto o empregador de divulgar as “instruções compreensíveis e adequadas à actividade desenvolvida pelo trabalhador” (6ª etapa).

  62. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional, T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h (ao clicar no Link Curso 35h encontra toda a informação referente a este curso como apresentação, objectivos, conteúdos, duração, o meu cv, cronograma, custo, testemunhos de colegas que fizeram o curso e ficha de inscrição) há várias trocas de ideias, de certezas e de dúvidas entre todos os colegas de forma a uma atualização efectiva. São necessárias 30h mas o Proinstitute disponibiliza curso com 35h.
    Este texto blog tem como objectivo a partilha com todos desses mesmos debates para que seja um instrumento de estudo, pesquisa e de campo de soluções para o nosso trabalho enquanto técnicos de segurança no e do trabalho.

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