Curso Renovação CAP T(S)SHT – 105h E-learning

Como formador do curso de Atualização de CAP/TP, cursos de 40h e de 105h, cumpre informar: Renovar o CAP de TSSHT ou atualizar o TP de Técnico de Segurança no Trabalho? Com a entrada em vigor da Lei n.º 42/2012, de 28 de agosto, o título profissional (TP), antigo certificado de aptidão profissional (CAP) dos TSHST, não carece de renovação.

Porém, a ACT pode suspender o título profissional, quando em cada período de 5 anos, não se verifiquem os seguintes requisitos (da responsabilidade do técnico): a) Atualização científica e técnica através da frequência de formação contínua correspondente ao mínimo de 30 horas; b) 100 Horas de formação contínua quando tenha o exercício profissional inferior a 2 anos.

 José Antunes dos Santos (Técnico Superior de ST)

JÁ FORMÁMOS COLABORADORES DAS MAIS DIVERSAS ORGANIZAÇÕES

47 thoughts on “Curso Renovação CAP T(S)SHT – 105h E-learning

  1. Considero como etapa “preliminar” numa avaliação do risco a identificação dos perigos, pois permite a identificar as situações que possam originar danos à saúde de um trabalhador, ou seja que potenciam um risco ao mesmo, tais como o tipo de atividade, os equipamentos utilizados, os produtos a aplicar, o tipo de instalações, entre outros.
    Assim, após esta etapa “preliminar”, considero as seguintes etapas:
    1ª Identificação risco
    2ª Identificação dos trabalhadores expostos
    3ª Estimar o risco – conjugação da probabilidade de ocorrência do dano (estimativa da probabilidade com o grau de gravidade/severidade (estimativa da probabilidade)
    4ª Valorização do risco – magnitude do risco, estabelecer se o risco é aceitável ou não, definir a prioridade do trabalho a realizar para eliminar ou evitar os riscos
    5ª Identificar as medidas preventivas adequadas para a eliminação ou controlo dos riscos – dar priorização às medidas de proteção coletiva em relação às medidas de proteção individual
    6ª Implementar das medidas identificadas, através de elaboração de planos de medidas.
    Nestes planos deve ser especificado as responsabilidades, ou seja, a quem compete e quando, os prazos de execução das tarefas e os meios afetos à aplicação das medidas.
    Deve ser estabelecido um acompanhamento e revisão as estas medidas de forma a assegurar atualização das mesmas sempre que haja mudanças organizacionais ou na sequência de um acidente ou de um possível acidente.

  2. No meu local de trabalho existem implementadas várias medidas que visam a diminuição do trabalho monótono e repetitivo, tais como a existência de música ambiente, iluminação e temperatura ambiente controladas, existência de plantas, rotatividade de tarefas e reuniões mensais dos vários departamentos.
    Porém, considero que ainda existem algumas medidas que podiam ser implementadas tais como:
    Promover convívios fora do local de trabalho, tais como almoços ou atividades desportivas (caminhadas, descidas de rio, …), para melhorar o relacionamento entre colaboradores e empregadores.
    Incentivar a realização de técnicas de relaxamento/meditação, permitindo a interrupção das tarefas uma vez por semana e orientado por alguém externo à empresa.
    Melhorar o espaço destinado ao refeitório.
    Facilitar o desempenho das funções à distância, não constituindo a presença no local de trabalho obrigatória nas 40 horas semanais.
    Promover ações de formação nas instalações da empresa por formadores externos.
    E com estas sugestões, as exigências profissionais seriam mais fáceis de gerir.
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  3. No que se refere ao mesmo posto de trabalho, vou tomar como referencia o contexto de “administrativo”, ou seja gabinete secretária, etc. negligenciando o trabalho desenvolvido enquanto CSO, CSP ou o trabalho no exterior quer no acompanhamento das empreitadas ou das equipas operacionais da Câmara.
    Deste modo, as melhorias que propunha para uma maior adaptação do meu posto de trabalho, e consequente melhoria das condições de trabalho, prendem-se mais com a implementação de hábitos “saudáveis” ou seja, a realização de pausas de 5 minutos a cada hora ou hora e meia no computador, assim como a realização de alongamentos de modo a minimizar as consequências negativas provenientes de longas horas sentado e a trabalhar no computador.
    Contudo existem outros fatores que já foram tidos em conta no meu posto de trabalho, , como por exemplo:
    Distancia do Ecrã do utilizador;
    Cadeiras adaptadas ergonomicamente;
    Iluminação do Local de Trabalho;
    Etc.
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  4. No posto de trabalho, e a nível ergonómico, sem dúvida que o mobiliário teria que ser ajustado, as secretárias existentes não tem profundidade suficiente que permita apoiar os braços, e obter o ângulo correto na posição sentado, o que leva a lesões designadas por tendinites, lesões lombares e outras. A falta de profundidade/largura da secretária impede ajustar o monitor com a distância adequada, que deveria ser cerca dos 60 cm de distância.
    A nível de luminância, o meu posto de trabalho apresenta excesso e uma incorreta distribuição de lâmpadas, pelo que uma das medidas foi desligar algumas lâmpadas para criar pontos de luz adequados.
    Os riscos psicossociais são refletidos essencialmente na falta de pessoal, e acumulação de funções que provocam stress, frustração, desgaste e ansiedade. Atualmente este risco é minimizado com bom planeamento de tarefas ajustado e exequível e uma boa gestão de tempo.
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  5. No que se refere ao mesmo posto de trabalho, vou tomar como referencia o contexto de “administrativo”, ou seja gabinete secretária, etc. negligenciando o trabalho desenvolvido enquanto CSO, CSP ou o trabalho no exterior quer no acompanhamento das empreitadas ou das equipas operacionais da Câmara.
    Deste modo, as melhorias que propunha para uma maior adaptação do meu posto de trabalho, e consequente melhoria das condições de trabalho, prendem-se mais com a implementação de hábitos “saudáveis” ou seja, a realização de pausas de 5 minutos a cada hora ou hora e meia no computador, assim como a realização de alongamentos de modo a minimizar as consequências negativas provenientes de longas horas sentado e a trabalhar no computador.
    Contudo existem outros fatores que já foram tidos em conta no meu posto de trabalho, , como por exemplo:
    Distancia do Ecrã do utilizador;
    Cadeiras adaptadas ergonomicamente;
    Iluminação do Local de Trabalho;
    Etc.
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  6. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp: validade dos capacetes de segurança.
    Chegamos ao seguinte consenso: é definida pela fabricante. a norma específica que deve ser entre 2 e 5 anos. A data de fabrico têm que vir no equipamento e essa é a única data que conta! Em relação à sua validade depende do tipo de material. Mas por norma vem inscrito na ficha do mesmo, consultar o manual. Os Peltor é em horas de utilização, e com modelos com um selo que vai medindo a exposição solar.
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  7. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp:
    A dúvida é se todos os negócios/lojas com espaços abertos ao público devem ter uma estrutura interna que assegure as actividades de primeiros socorros, de detecção e combate a incêndios e de evacuação de instalações. Sim, deve formar pelo menos 1 trabalhador ou o sócio gerente, exemplo numa sapataria onde trabalha a sócia gerente com uma trabalhadora. art. 75ºdo RJSST com o art. 20º.
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  8. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp se uma empresa pode ter mais que um prestador externo de serviços de saúde ? Para dar resposta a localizações geográficas distintas?
    Com o mínimo de consenso… sim… O normal é existir uma empresa de prestação de serviços externos que tem estabelecimentos em vários locais do país ou então tem protocolos estabelecidos com outras empresas de prestação de serviços e por estabelecimento, sim, mais do que uma no mesmo estabelecimento, não.
    qual a Vossa opinião?
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  9. Aos trabalhadores compete, em termos de obrigações gerais de segurança, entre outros:
    – Cumprir as prescrições de segurança e de saúde no trabalho estabelecidas nas disposições legais, bem como as instruções determinadas com esse fim pelo empregador;
    – Zelar pela sua segurança e pela sua saúde e pela das outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas ações ou omissões no trabalho;
    – Utilizar corretamente e de acordo com as instruções transmitidas, máquinas, aparelhos, instrumentos, substâncias perigosas e outros equipamentos e meios postos à sua disposição, designadamente os EPI e EPC, bem como cumprir os procedimentos de trabalho estabelecidos;
    – Tomar conhecimento da informação prestada pelo empregador e comparecer às consultas e aos exames determinados pelo médico do trabalho e às formações na área SHST;
    – Comunicar imediatamente ao superior hierárquico, as avarias e deficiências por si detetadas que pareçam dar origem a perigo grave e iminente, assim como qualquer defeito verificado nos sistemas de proteção;
    – Em caso de perigo grave e iminente, adotar as medidas e instruções previamente estabelecidas para tal situação, sem prejuízo do dever de contatar, logo que possível, com o superior hierárquico.
    – Sempre que identifique melhorias que possam ser implementadas na organização, deve comunica-las/sugeri-las à Chefia.
    – Cooperar na melhoria do sistema de segurança e saúde no trabalho.
    Como Técnico HST, o meu contributo na empresa onde trabalho traduz-se na realização das tarefas que me competem na minha empresa e mais propriamente em diversas empreitadas que participo, como proceder ao levantamento, identificação de perigos e avaliação de riscos das várias actividades, dar formação/informação aos trabalhadores envolvidos, contribuir/auxiliar os diversos intervenientes em obra (Dono de Obra, Fiscalização, Tutela, etc…), garantir documentação legalmente exigida e sua actualização; Avaliar a conformidade legal, respeitante a SST; Desenvolver documentos – procedimentos, registos, manuais, planos, entre outros – que assegurem a implementação dos requisitos definidos; Garantir o cumprimento dos objectivos e metas estabelecidos; Avaliar o critério de seleção de equipamentos de protecção individual e acessórios de trabalho; etc.), procuro cooperar e como a Noma me obriga: ativamente ?
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  10. Aos trabalhadores compete, em termos de obrigações gerais de segurança, entre outros:
    1. Cumprir as prescrições de Segurança e saúde no trabalho previstas na Lei e em instrumentos de regulamentação coletiva, bem como as ordens e instruções do empregador nesta matéria;
    2. Zelar pela sua segurança e saúde, bem como pela segurança e saúde de outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas ações ou omissões;
    3. Cooperar na melhoria do sistema de segurança e saúde no trabalho.
    Como colaboradora e uma vez que desempenho as funções de técnica de HST, tento manter ativo o interesse e a participação de todos os colaboradores da empresas nas medidas de prevenção de riscos. Para tal, e como complemento da avaliação de riscos interno, recorro a um inquérito (check-list) fornecido digitalmente em que cada trabalhador fornece informação sobre o seu posto de trabalho, a forma como se organiza, a sua postura no trabalho, e outras questões que permitem avaliar os riscos psicofísicos.
    Esta informação, serve de base para uma primeira discussão sobre todos os fatores de riscos associados a cada atividade que são apresentados durante uma “informação interna” em que exponho as medidas corretivas que considero pertinente e tento recolher também as opiniões e ideias de melhoria de cada um deles. (Entendo que esta metodologia, nem sempre é possível, mas neste caso, tive a sorte de ter um grupo de colaboradores, todos com menos de 40 anos e onde 90% detêm um curso superior)
    Considero que a participação de todos em todo o processo de prevenção de riscos profissionais, aumenta a cooperação de todos os envolvidos e a valorização do sistema de HST.
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  11. Um dos deveres do trabalhador é “Cooperar ativamente na empresa, no estabelecimento ou no serviço para a melhoria do sistema de segurança e de saúde no trabalho, tomando conhecimento da informação prestada pelo empregador…”.
    Sendo a avaliação de riscos o elemento chave de um sistema de segurança e de saúde no trabalho, desde logo, é dever de todos os trabalhadores colaborarem na identificação dos riscos profissionais; a avaliação de riscos tem de resultar de um trabalho conjunto do técnico de segurança, dos vários responsáveis e trabalhadores.
    Na empresa onde atualmente trabalho, a identificação e avaliação de riscos é uma tarefa que envolve os trabalhadores dos diferentes postos de trabalho e os seus responsáveis; estes são chamados a comunicar novas situações no local e/ou nas práticas de trabalho que possam resultar na alteração do nível de controlo de risco ou no surgimento de novos riscos não identificados.
    De igual modo, no momento de consulta aos trabalhadores, estes são chamados a que se pronunciem sobre os vários temas (EPI recebido, equipamentos de trabalho, formação necessária, etc.); a cooperação ativa na empresa, por parte de todos os trabalhadores, passa por estar disponível para este envolvimento que lhes é solicitado.
    Como técnica de segurança da empresa onde trabalho, e como esta tem um sistema de gestão de segurança certificado de acordo com os requisitos da norma OHSAS 18001, este segue necessariamente a metodologia do ciclo da melhoria contínua – Planear – Implementar – Verificar – Actuar.
    Objetivamente, o meu contributo traduz-se na realização das tarefas que me competem com técnica de segurança (Proceder ao levantamento, identificação de perigos e avaliação de riscos das várias actividades do Grupo Vendap, das várias delegações, em conjunto com os responsáveis por cada uma das áreas implicadas, e garantir a sua actualização; Identificar a legislação relevante no âmbito da SST; Avaliar a conformidade legal, respeitante a SST; – Desenvolver documentos – procedimentos, registos, manuais, planos, entre outros – que assegurem a implementação dos requisitos definidos; Garantir o cumprimento dos objectivos e metas estabelecidos; Avaliar o critério de seleção de equipamentos de protecção individual e acessórios de trabalho; etc.) .

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  12. Adaptação de posto de trabalho: O meu posto de trabalho é sobretudo trabalho de secretária (variando entre dois locais de trabalho: Acabando aqui com a monotonia, mas aumentando a carga de trabalho diária). E como é evidente, para além das condições ergonómicas (Não fico muito preocupada com este tema, porque, entendo que com 1m75, a minha altura fica dentro dos valores médios (Homem+mulher) do estudo antropométrico da população portuguesa, o que me confere vantagem na relação que eu tenho com o meu mobiliário de escritório). No entanto, entro sempre em guerra com o fato de ter de trabalhar com um portátil. Este, não permite cumprir com a altura adequada do visor, ficando sempre abaixo do desejado. Num dos postos de trabalho, já consegui impor um ecrã, teclado externo e rato, para ligar ao monitor. No segundo local, tive de improvisar um suporte para colocar o monitor mais alto, o que prejudica a altura dos meus braços e a posição das mãos/pulsos. Não tendo encontrado ainda a solução “ótima”.
    Os Pcs vão além das preocupações físicas, existem ainda as preocupações virtuais: Falta de rede, organização da documentação digital, excesso de informação a chegar, programas que não fazem o que queremos e ainda acham que têm sempre razão….
    O útlimo ponto nem sempre chego a entendimento com o PC, preferido, nesses casos, ir apanhar ar, e desanuviar porque sem dúvida que de “cabeça fresca”, resolvo melhor as coisas.
    Para a organização do meu ambiente de trabalho, descobri o “Fences”, quem não conhece, experimentem é muito engraçado.
    Para o excesso de informação constante, ainda só implementei estas medidas:
    1- Redes sociais desligadas quando resolvo coisas de concentração elevada ou de prazo apertado,
    2- E-mail sem notificações, verifico a caixa de correio apenas 4 vezes por dia (logo de manhã, final da manhã, inicio da tarde e final da tarde). O tempo restante, nem vejo, se for muito importante, as pessoas acabam por usar outros meios de comunicação,
    3- Telefone: Ainda é a minha guerra constante, ainda não descobri nenhuma aplicação que me permita filtrar as chamadas em função da hora do dia.

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  13. E a adaptação na silvicultura? Nos postos de trabalho da área da silvicultura (limpeza florestal), os equipamentos de trabalho utilizados pelos trabalhadores (motosserras, motorroçadoras, etc) devem ser o mais modernos/evoluídos possível, no sentido destes equipamentos pesarem o mínimo possível (os trabalhadores efetuam trabalhos com eles durante o dia inteiro, tendo de lhes pegar em peso), devendo igualmente ser equipamentos modernos que transmitam pouca vibração aos trabalhadores (possuam sistemas antivibráteis).
    No caso de abate de árvores, deverá dar-se preferência ao uso de máquinas de grande porte (giratórias com cabeças de corte de árvores), em vez dos trabalhadores efetuarem o abate das árvores com o uso de motosserras.

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  14. O que posso melhorar no meu posto de trabalho?= O meu posto de trabalho divide-se entre automóvel e secretária.
    A parte de secretária é uma luta constante… ainda se considera que “qualquer cadeira serve, desde que tenha 4 pernas e um encosto…”; a iluminação (localização das luminárias) insuficiente e desadequada; as posturas (ergonomia) incorrectas. Uma cadeira em condições, uma iluminação adequada e correctamente localizada face ao posicionamento do mobiliário proporcionam um desgaste menor ao Homem. Este, o Homem, por outro lado deve utilizar devidamente os equipamentos e adoptar as melhores posturas.
    Se se disponibilizar equipamentos adequados, e os mesmos forem bem utilizados, teremos garantidamente melhores condições de trabalho e os trabalhadores ir-se-ão encontrar menos cansados e com menores lesões a nível músculo-esquelético.
    Quanto à parte da viatura… convém uma que seja confortável ao utilizador…

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  15. A importância da Segurança e saúde no trabalho:
    A segurança e saúde no trabalho é um tema que nos preocupa e afecta a todos.
    Todos estamos conscientes da sua extrema importância, pois queremos realizar o nosso trabalho em segurança para poder regressar sãos e salvos às nossas famílias.
    Já dei muitas formações de acolhimento aos trabalhadores, é muito importante consciencializá-los e sensibilizá-los para a execução do trabalho em segurança e caso detectem alguma falha ou situação que lhes transmita insegurança relatá-la imediatamente ao colega responsável.
    No meu percurso profissional a situação mais flagrante nesta matéria foi sem dúvida a minha experiência numa refinaria. Esta formação inicial é de extrema importância, pois muitos trabalhadores nunca se tinham deparado com esse ambiente de trabalho.
    A construção civil é infelizmente a área onde ocorrem mais acidentes de trabalho, porque cada obra possui diferentes desafios na área da segurança e ainda existe muita displicência por parte dos trabalhadores.
    Em suma, a minha maior contribuição esteve relacionada com as formações e o ajuste delas ao público-alvo.

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  16. E assim se cuida da SST nos Açores:
    Como técnico, colaboro realizando auditorias internas a todos os estabelecimentos da empresa, sempre questionando/trocando ideias com os meus colegas das operações sobre situações identificadas que carecem de resolução. Com centenas de horas de formação aos meus colegas onde obtenho feedback dos bons exemplos praticados e dos maus também! Com uma consulta anual em matéria SST. Com reuniões com os pivots SST (são o apoio ao serviço central SST, pois temos estabelecimentos por várias ilhas dos Açores).
    Como trabalhador (e inevitavelmente associado à minha função), alerto, detecto, comunico e proponho correcções sempre que verifico situações de risco.
    Numa organização, todos temos o dever de ser exemplo na promoção da segurança e saúde no trabalho nos nossos postos de trabalho. Como técnicos, temos esta responsabilidade acrescida.
    Um exemplo que achei curioso, que por vezes é um área que não desperta muita atenção aos trabalhadores que estão no seu dia a dia focados nas suas funções, foi a sugestão de um colega para o reforço e com indicação dos locais, de sinalética de segurança no interior de um armazém.

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  17. Um exemplo a seguir:
    Na minha empresa colaboro nas duas vertentes, quer como qualquer outro trabalhador quer como TSST.
    Como trabalhadora zelo quer pela minha segurança e saúde, quer dos restante elementos dos outros.
    Cumpro as prescrições de segurança que me são transmitidas, caso não cumpra ponho em risco a segurança e saúde de todos.
    Não devo negligenciar a utilização de máquinas, equipamentos, instalações, substâncias perigosas, EPC, EPI.
    A cooperação com a entidade patronal no que diz respeito às informações por esta transmitidas, participando também nas consultas e exames médicos.
    É minha obrigação comunicar deficiências a nível das instalações, equipamentos, maquinas, entre outros, no meu posto de trabalho ou noutro posto, desde que as consiga identificar. (o ano passado fui verificar um dos veículos e o mesmo tinha o banco do condutor danificado, situação que reportei à entidade patronal e de imediato foi mandado arranjar)
    Participo conscientemente nas consultas aos trabalhadores, pois assim a minha entidade patronal toma conhecimento do que necessita alterar no meu posto de trabalho, na minha formação/informação.
    Sempre que exista uma situação de emergência actuo segundo mas medidas e instruções que constam no plano de segurança (no meu caso sou socorrista e já tive um caso de uma paragem respiratória e vários casos de cortes e queimaduras).
    Como TSST, colabora na formação/informação aos restantes colaboradores em matéria de SST, elaboro a IPAR, dou conhecimento da mesma, faço cumprir as prescrições de SST, elaboro a consulta aos trabalhadores, coordeno as consultas do médico do trabalho, analiso os AT’s e elaboro a estatística, faço todos os registos inerentes à entrega de EPI. Faço verificações semanais às instalações, máquinas, equipamento, etc… chamando a atenção no momento e registando o sucedido.
    Promovo as formações no âmbito do RGSCIE, faço os registo necessários, sendo que diariamente verifico todos os registo dos nossos delegados de segurança, preparo simulacros que no nosso caso são filmados e analisados posteriormente por todos os colaboradores. (fazemos não só no estaleiro como também nas viaturas em circulação).
    E muito importante estou sempre de porta aberta para que os meus colegas possam sentir-se à vontade de falar sobre as questões que os preocupam nesta matéria.

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  18. Penso que todos já lidamos com trabalhadores e empregadores com personalidades muito distintas e aos quais temos que arranjar formas diferentes e diversificadas para que adoptem as medidas implementadas, percebam cuidados a ter no posto de trabalho, chamadas de atenção, entre outras, para que de facto estes possam usufruir de um local de trabalho mais seguro, eficiente e produtivo.
    Após o processo de identificação das condições de trabalho, é importante desenvolver uma análise de riscos, sendo para isso necessária a sua identificação e mapeamento, a fim de que posteriormente se possa estudar a possibilidade de aplicação de medidas que visam incrementar um maior nível de segurança no local de trabalho, e que concretizam na eliminação do risco de acidente, tornando-o inexistente ou neutralizando-o.
    Por exemplo, importa ter em conta que para além da matriz de identificação de riscos no trabalho é imprescindível considerar o risco ergonómico que surge da não adaptação dos postos de trabalho às características do operador, quer quanto à posição da máquina com que trabalha, quer no espaço disponível ou na posição das ferramentas e materiais que utiliza nas suas funções.
    A mensagem que penso que deve ser passada pelo TSHST deverá ter conta toda a cadeia produtiva, desde Presidente, Directores Técnicos aos trabalhadores de linha ou fabris, pois tendo em conta o envolvimento de todos, a empresa só iria beneficiar. Os trabalhadores fabris, como é óbvio, têm muito mais noção das necessidades de material, equipamentos, EPI, stress associado ou formas de produção que facilitem e tornem mais célere o trabalho. Pelo outro lado, as chefias estão mais direccionadas para lidar com a parte monetária envolvida (lucros vs custos) e tornar a empresa fiável para investidores.
    Desta feita torna-se mais do que evidente de que o sucesso de um sistema produtivo passa inevitavelmente pela qualidade das condições de trabalho que o empregador proporciona aos seus colaboradores. Nesta perspectiva, a melhoria da produtividade e da competitividade das empresas passa, necessariamente, por uma intervenção no sentido da melhoria das condições de trabalho, ainda que este conjunto de actividades seja visto actualmente, pela gestão das empresas, mais como um gasto, do que propriamente um incentivo à produtividade.
    Sendo assim penso que o TSHST tem que agir como intermediário entre as partes e tentar consciencializar para que ambos colaborem, para que as regras sejam cumpridas e ao mesmo tempo todos lucrem com a diminuição de eventuais acidentes de trabalho ou sanções que possam surgir de falta de cumprimento de medidas.
    Ao tornar evidentes junto dos colaboradores os riscos a que estão expostos durante o seu período de trabalho, a SST permite relembrar todos os colaboradores de que para um trabalho feito em condições é preciso que as condições permitam que o trabalho se faça.

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  19. Todos nós podemos e devemos colaborar, de uma forma ativa, no nosso local de trabalho para uma melhoria do sistema de SST, para isso basta utilizar de forma adequada e correta todos os instrumentos, equipamentos, substâncias perigosas e outros meios colocados a nossa disposição, designadamente os equipamentos de proteção coletiva e individual, como também cumprir os procedimentos e regras de trabalho estabelecidos.
    Devemos comunicar quaisquer avarias ou deficiências detetadas que possam causar perigo grave e eminente, como por exemplo se verificar que os garfos do empilhador apresentam sinais de desgaste, devemos sinalizar o equipamento como “Fora de Serviço” para não ser utilizado por outros trabalhadores e informar o superior hierárquico.
    Os trabalhadores no dia-a-dia de trabalho conseguem identificar com mais facilidade os problemas e as respetivas causas, assim a sua participação e consulta significa uma melhoria para o sistema de SST.

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  20. Nos postos de trabalho da área da silvicultura (limpeza florestal), os equipamentos de trabalho utilizados pelos trabalhadores (motos-serras, motorroçadoras, etc) devem ser o mais modernos/evoluídos possível, no sentido destes equipamentos pesarem o mínimo possível (os trabalhadores efetuam trabalhos com eles durante o dia inteiro, tendo de lhes pegar em peso), devendo igualmente ser equipamentos modernos que transmitam pouca vibração aos trabalhadores (possuam sistemas antivibráteis).
    No caso de abate de árvores, deverá dar-se preferência ao uso de máquinas de grande porte (giratórias com cabeças de corte de árvores), em vez dos trabalhadores efetuarem o abate das árvores com o uso de motosserras.

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  21. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, se devemos indicar sempre as alterações das Normas, por exemplo se devemos referir sempre Lei 102/2009 de 10 de setembro, alterada (nomeadamente) pela Lei 3/2014 de 28 de janeiro.
    Técnicamente, juridicamente, sim… agora o que não pode acontecer é referir apenas a Lei de alteração sem referir a Lei 102/2009, pois uma alteração é diferente de uma revogação.

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  22. Todos nós podemos e devemos colaborar, de uma forma ativa, no nosso local de trabalho para uma melhoria do sistema de SST, para isso basta utilizar de forma adequada e correta todos os instrumentos, equipamentos, substâncias perigosas e outros meios colocados a nossa disposição, designadamente os equipamentos de proteção coletiva e individual, como também cumprir os procedimentos e regras de trabalho estabelecidos.
    Devemos comunicar quaisquer avarias ou deficiências detetadas que possam causar perigo grave e eminente, como por exemplo se verificar que os garfos do empilhador apresentam sinais de desgaste, devemos sinalizar o equipamento como “Fora de Serviço” para não ser utilizado por outros trabalhadores e informar o superior hierárquico.
    Os trabalhadores no dia-a-dia de trabalho conseguem identificar com mais facilidade os problemas e as respetivas causas, assim a sua participação e consulta significa uma melhoria para o sistema de SST.

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  23. Nos postos de trabalho da área da silvicultura (limpeza florestal), os equipamentos de trabalho utilizados pelos trabalhadores (motos-serras, motorroçadoras, etc) devem ser o mais modernos/evoluídos possível, no sentido destes equipamentos pesarem o mínimo possível (os trabalhadores efetuam trabalhos com eles durante o dia inteiro, tendo de lhes pegar em peso), devendo igualmente ser equipamentos modernos que transmitam pouca vibração aos trabalhadores (possuam sistemas antivibráteis).
    No caso de abate de árvores, deverá dar-se preferência ao uso de máquinas de grande porte (giratórias com cabeças de corte de árvores), em vez dos trabalhadores efetuarem o abate das árvores com o uso de motosserras.

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  24. E o que se pode fazer no PT?
    O meu posto de trabalho é sobretudo trabalho de secretária (variando entre dois locais de trabalho: Acabando aqui com a monotonia, mas aumentando a carga de trabalho diária). E como é evidente, para além das condições ergonómicas (Não fico muito preocupada com este tema, porque, entendo que com 1m75, a minha altura fica dentro dos valores médios (Homen+mulher) do estudo antropométrico da população portuguesa, o que me confere vantagem na relação que eu tenho com o meu mobiliário de escritório). No entanto, entro sempre em guerra com o fato de ter de trabalhar com um portátil. Este, não permite cumprir com a altura adequada do visor, ficando sempre abaixo do desejado. Num dos postos de trabalho, já consegui impor um ecrã, teclado externo e rato, para ligar ao monitor. No segundo local, tive de improvisar um suporte para colocar o monitor mais alto, o que prejudica a altura dos meus braços e a posição das mãos/pulsos. Não tendo encontrado ainda a solução “ótima”.
    Os Pcs vão além das preocupações físicas, existem ainda as preocupações virtuais: Falta de rede, organização da documentação digital, excesso de informação a chegar, programas que não fazem o que queremos e ainda acham que têm sempre razão….
    O último ponto nem sempre chego a entendimento com o PC, preferido, nesses casos, ir apanhar ar, e desanuviar porque sem dúvida que de “cabeça fresca”, resolvo melhor as coisas.
    Para a organização do meu ambiente de trabalho, descobri o “Fences”, quem não conhece, experimentem é muito engraçado.
    Para o excesso de informação constante, ainda só implementei estas medidas:
    1- Redes sociais desligadas quando resolvo coisas de concentração elevada ou de prazo apertado,
    2- E-mail sem notificações, verifico a caixa de correio apenas 4 vezes por dia (logo de manhã, final da manhã, inicio da tarde e final da tarde). O tempo restante, nem vejo, se for muito importante, as pessoas acabam por usar outros meios de comunicação,
    3- Telefone: Ainda é a minha guerra constante, ainda não descobri nenhuma aplicação que me permita filtrar as chamadas em função da hora do dia.

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  25. Aos trabalhadores compete, em termos de obrigações gerais de segurança, entre outros:
    – Cumprir as prescrições de segurança e de saúde no trabalho estabelecidas nas disposições legais, bem como as instruções determinadas com esse fim pelo empregador;
    – Zelar pela sua segurança e pela sua saúde e pela das outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas ações ou omissões no trabalho;
    – Utilizar corretamente e de acordo com as instruções transmitidas, máquinas, aparelhos, instrumentos, substâncias perigosas e outros equipamentos e meios postos à sua disposição, designadamente os EPI e EPC, bem como cumprir os procedimentos de trabalho estabelecidos;
    – Tomar conhecimento da informação prestada pelo empregador e comparecer às consultas e aos exames determinados pelo médico do trabalho e às formações na área SHST;
    – Comunicar imediatamente ao superior hierárquico, as avarias e deficiências por si detetadas que pareçam dar origem a perigo grave e iminente, assim como qualquer defeito verificado nos sistemas de proteção;
    – Em caso de perigo grave e iminente, adotar as medidas e instruções previamente estabelecidas para tal situação, sem prejuízo do dever de contatar, logo que possível, com o superior hierárquico.
    – Sempre que identifique melhorias que possam ser implementadas na organização, deve comunica-las/sugeri-las à Chefia.
    – Cooperar na melhoria do sistema de segurança e saúde no trabalho.
    Como Técnico HST, o meu contributo na empresa onde trabalho traduz-se na realização das tarefas que me competem na minha empresa e mais propriamente em diversas empreitadas que participo, como proceder ao levantamento, identificação de perigos e avaliação de riscos das várias actividades, dar formação/informação aos trabalhadores envolvidos, contribuir/auxiliar os diversos intervenientes em obra (Dono de Obra, Fiscalização, Tutela, etc…), garantir documentação legalmente exigida e sua actualização; Avaliar a conformidade legal, respeitante a SST; Desenvolver documentos – procedimentos, registos, manuais, planos, entre outros – que assegurem a implementação dos requisitos definidos; Garantir o cumprimento dos objectivos e metas estabelecidos; Avaliar o critério de seleção de equipamentos de protecção individual e acessórios de trabalho; etc.) .

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  26. Um dos deveres do trabalhador é “Cooperar ativamente na empresa, no estabelecimento ou no serviço para a melhoria do sistema de segurança e de saúde no trabalho, tomando conhecimento da informação prestada pelo empregador…”.
    Sendo a avaliação de riscos o elemento chave de um sistema de segurança e de saúde no trabalho, desde logo, é dever de todos os trabalhadores colaborarem na identificação dos riscos profissionais; a avaliação de riscos tem de resultar de um trabalho conjunto do técnico de segurança, dos vários responsáveis e trabalhadores.
    Na empresa onde atualmente trabalho, a identificação e avaliação de riscos é uma tarefa que envolve os trabalhadores dos diferentes postos de trabalho e os seus responsáveis; estes são chamados a comunicar novas situações no local e/ou nas práticas de trabalho que possam resultar na alteração do nível de controlo de risco ou no surgimento de novos riscos não identificados.
    De igual modo, no momento de consulta aos trabalhadores, estes são chamados a que se pronunciem sobre os vários temas (EPI recebido, equipamentos de trabalho, formação necessária, etc.); a cooperação ativa na empresa, por parte de todos os trabalhadores, passa por estar disponível para este envolvimento que lhes é solicitado.
    Como técnica de segurança da empresa onde trabalho, e como esta tem um sistema de gestão de segurança certificado de acordo com os requisitos da norma OHSAS 18001, este segue necessariamente a metodologia do ciclo da melhoria contínua – Planear – Implementar – Verificar – Actuar.
    Objetivamente, o meu contributo traduz-se na realização das tarefas que me competem com técnica de segurança (Proceder ao levantamento, identificação de perigos e avaliação de riscos das várias actividades do Grupo (…), das várias delegações, em conjunto com os responsáveis por cada uma das áreas implicadas, e garantir a sua actualização; Identificar a legislação relevante no âmbito da SST; Avaliar a conformidade legal, respeitante a SST; – Desenvolver documentos – procedimentos, registos, manuais, planos, entre outros – que assegurem a implementação dos requisitos definidos; Garantir o cumprimento dos objectivos e metas estabelecidos; Avaliar o critério de seleção de equipamentos de protecção individual e acessórios de trabalho; etc.) .

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  27. O que compete aos trabalhadores, em termos de obrigações gerais de segurança, entre outros?
    1. Cumprir as prescrições de Segurança e saúde no trabalho previstas na Lei e em instrumentos de regulamentação coletiva, bem como as ordens e instruções do empregador nesta matéria;
    2. Zelar pela sua segurança e saúde, bem como pela segurança e saúde de outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas ações ou omissões;
    3. Cooperar na melhoria do sistema de segurança e saúde no trabalho.
    Como colaboradora e uma vez que desempenho as funções de técnica de HST, tento manter ativo o interesse e a participação de todos os colaboradores da empresas nas medidas de prevenção de riscos. Para tal, e como complemento da avaliação de riscos interno, recorro a um inquérito (check-list) fornecido digitalmente em que cada trabalhador fornece informação sobre o seu posto de trabalho, a forma como se organiza, a sua postura no trabalho, e outras questões que permitem avaliar os riscos psicofísicos.
    Esta informação, serve de base para uma primeira discussão sobre todos os fatores de riscos associados a cada atividade que são apresentados durante uma “informação interna” em que exponho as medidas corretivas que considero pertinente e tento recolher também as opiniões e ideias de melhoria de cada um deles. (Entendo que esta metodologia, nem sempre é possível, mas neste caso, tive a sorte de ter um grupo de colaboradores, todos com menos de 40 anos e onde 90% detêm um curso superior)
    Considero que a participação de todos em todo o processo de prevenção de riscos profissionais, aumenta a cooperação de todos os envolvidos e a valorização do sistema de HST.

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  28. E assim melhorou-se uma escola ?
    A escola na qual trabalho é uma escola relativamente recente que esta recetiva a novas ideias com o objetivo de melhorar as condicoes de segurança das crianças como também as condicoes de trabalho de todas as pessoas que colaboram para que a escola seja uma das melhores do concelho.
    Existem como em todas os locais de trabalho situacoes de risco que devem ser detetadas, comunicadas e posteriormente corrigidas. Vou dar um exemplo, na escola os recintos exteriores do recreio eram de areia e cimento o que fazia com que as crianças brincassem na areia se sujassem , quando caiam no cimento provocavam pequenas lesoes e ao entrarem para o interior da escola arrastavam a areia para dentro das salas. Concluindo ao limpar as salas era uma grande poeira….A soluçao depois de muito debatida foi a colocaçao de relva sintetica nos locais de areia.As Melhorias foram significativas as salas mais limpas, as crianças mais felizes, menos lesões. Isto é apenas um exemplo.

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  29. Continuei curioso ?
    Na minha empresa colaboro nas duas vertentes, quer como qualquer outro trabalhador quer como TSST.
    Como trabalhadora zelo quer pela minha segurança e saúde, quer dos restante elementos dos outros.
    Cumpro as prescrições de segurança que me são transmitidas, caso não cumpra ponho em risco a segurança e saúde de todos.
    Não devo negligenciar a utilização de máquinas, equipamentos, instalações, substâncias perigosas, EPC’s, EPI’s.
    A cooperação com a entidade patronal no que diz respeito às informações por esta transmitidas, participando também nas consultas e exames médicos.
    É minha obrigação comunicar deficiências a nível das instalações, equipamentos, maquinas, entre outros, no meu posto de trabalho ou noutro posto, desde que as consiga identificar. (o ano passado fui verificar um dos veículos e o mesmo tinha o banco do condutor danificado, situação que reportei à entidade patronal e de imediato foi mandado arranjar)
    Participo conscientemente nas consultas aos trabalhadores, pois assim a minha entidade patronal toma conhecimento do que necessita alterar no meu posto de trabalho, na minha formação/informação.
    Sempre que exista uma situação de emergência actuo segundo mas medidas e instruções que constam no plano de segurança (no meu caso sou socorrista e já tive um caso de uma paragem respiratória e vários casos de cortes e queimaduras).
    Como TSST, colabora na formação/informação aos restantes colaboradores em matéria de SST, elaboro a IPAR, dou conhecimento da mesma, faço cumprir as prescrições de SST, elaboro a consulta aos trabalhadores, coordeno as consultas do médico do trabalho, analiso os AT’s e elaboro a estatística, faço todos os registos inerentes à entrega de EPI’s. Faço verificações semanais às instalações, máquinas, equipamento, etc… chamando a atenção no momento e registando o sucedido.
    Promovo as formações no âmbito do RGSCIE, faço os registo necessários, sendo que diariamente verifico todos os registo dos nossos delegados de segurança, preparo simulacros que no nosso caso são filmados e analisados posteriormente por todos os colaboradores. (fazemos não só no estaleiro como também nas viaturas em circulação).
    E muito importante estou sempre de porta aberta para que os meus colegas possam sentir-se à vontade de falar sobre as questões que os preocupam nesta matéria.

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  30. Somos mediadores:
    Penso que todos já lidamos com trabalhadores e empregadores com personalidades muito distintas e aos quais temos que arranjar formas diferentes e diversificadas para que adoptem as medidas implementadas, percebam cuidados a ter no posto de trabalho, chamadas de atenção, entre outras, para que de facto estes possam usufruir de um local de trabalho mais seguro, eficiente e produtivo.
    Após o processo de identificação das condições de trabalho, é importante desenvolver uma análise de riscos, sendo para isso necessária a sua identificação e mapeamento, a fim de que posteriormente se possa estudar a possibilidade de aplicação de medidas que visam incrementar um maior nível de segurança no local de trabalho, e que concretizam na eliminação do risco de acidente, tornando-o inexistente ou neutralizando-o.
    Por exemplo, importa ter em conta que para além da matriz de identificação de riscos no trabalho é imprescindível considerar o risco ergonómico que surge da não adaptação dos postos de trabalho às características do operador, quer quanto à posição da máquina com que trabalha, quer no espaço disponível ou na posição das ferramentas e materiais que utiliza nas suas funções.
    A mensagem que penso que deve ser passada pelo TSHST deverá ter conta toda a cadeia produtiva, desde Presidente, Directores Técnicos aos trabalhadores de linha ou fabris, pois tendo em conta o envolvimento de todos, a empresa só iria beneficiar. Os trabalhadores fabris, como é óbvio, têm muito mais noção das necessidades de material, equipamentos, EPI’s, stress associado ou formas de produção que facilitem e tornem mais célere o trabalho. Pelo outro lado, as chefias estão mais direccionadas para lidar com a parte monetária envolvida (lucros vs custos) e tornar a empresa fiável para investidores.
    Desta feita torna-se mais do que evidente de que o sucesso de um sistema produtivo passa inevitavelmente pela qualidade das condições de trabalho que o empregador proporciona aos seus colaboradores. Nesta perspectiva, a melhoria da produtividade e da competitividade das empresas passa, necessariamente, por uma intervenção no sentido da melhoria das condições de trabalho, ainda que este conjunto de actividades seja visto actualmente, pela gestão das empresas, mais como um gasto, do que propriamente um incentivo à produtividade.
    Sendo assim penso que o TSHST tem que agir como intermediário entre as partes e tentar consciencializar para que ambos colaborem, para que as regras sejam cumpridas e ao mesmo tempo todos lucrem com a diminuição de eventuais acidentes de trabalho ou sanções que possam surgir de falta de cumprimento de medidas.
    Ao tornar evidentes junto dos colaboradores os riscos a que estão expostos durante o seu período de trabalho, a SST permite relembrar todos os colaboradores de que para um trabalho feito em condições é preciso que as condições permitam que o trabalho se faça.

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  31. Mais um testemunho, por vezes eu sou curioso e gosto de saber o que os colegas andam a fazer ?
    No entanto, sou responsável pelo departamento de Qualidade e de Higiene e Segurança no Trabalho (este último em parceria com outra colega – a colega mais ligada à parte de escolha de máquinas e ferramentas, compra de equipamentos de proteção coletiva e individual, fardamento; eu mais ligada à execução do que é necessário fazer e quando, auditorias de HST, medicina do trabalho e acidentes, etc).
    Nos últimos anos a empresa em que trabalhamos cresceu tanto que nos vimos obrigados, a mudar de instalações, o que nos permitiu muitas correções e muitas melhorias a nível de HST, não apenas porque o espaço fabril assim o permitiu, mas também porque a Direção assim entendeu que devia ser.
    Temos vindo, desde então, a remodelar todas as máquinas que temos em produção, sendo que apenas nos restam duas ou três mais antigas, e por esse motivo são as únicas que não têm marcação CE, nem manuais, nem nada!
    A minha função, enquanto responsáveis de HST na empresa, é transmitir todos os assuntos, de uma forma geral, à Direção Geral, cerca de 2 a 3 vezes por ano. Dessas reuniões resultam, por norma, decisões de aquisição de máquinas novas, melhorias substancias do espaço, aquisição de ferramentas cujo custo seja mais elevado, doenças profissionais que tenham sido reconhecidas, entre outros assuntos que ache que merecem a atenção e ligação dos trabalhadores com a Direção.
    Eu e a colega trabalhamos continuamente na consulta aos trabalhadores, na verificação das infra-estruturas das instalações (temos autonomia de pequenas correções, tais como pedir para trocar luminárias, arranjar uma porta ou fechadura, pintar uma parede, arranjar um corrimão, retificar alguma instalação elétrica, etc.), verificamos se estão a ser cumpridos os planos internos (verificação e calibração de equipamentos de trabalho, plano de manutenção preventiva das máquinas, plano de manutenção do sistema AVAC e RAC, plano de manutenção dos extintores, plano de desratização entre outros), verificamos a central de SCIE, programamos as consultas médicas, registamos e encaminhamos os acidentes de trabalho, fazemos sensibilização posto a posto, programamos formação anual nalgum assunto relativo a HST que por norma são sugeridos pelos trabalhadores.
    Elaboramos e revemos com periodicidade instruções de trabalho (que contemplam limpeza da máquina por parte do trabalhador) e estabelecemos um dia específico de limpeza de cada posto de trabalho por parte do trabalhador desse posto (é sempre à sexta-feira, de modo a que na semana seguinte ao iniciarem o trabalho, o posto esteja arrumado e limpo).
    Nalguns setores fabris (secção elétrica, secção mecânica e laboratório de ensaios), assim como em toda a parte de escritórios implementamos os 5’s que são verificados com algumas frequência, de modo a que o sistema 5’s se vá mantendo.
    Em parceria como uma Universidade temos um projeto Lean que nos permite analisarmos um posto de trabalho tendo em consideração vários aspetos desde a qualidade (reduzir defeitos), à produção (tempos, equipamento adequados); logística (materiais) e HST (verificar se existem movimentos excessivos); etc…
    Verificamos com alguma regularidade se as instruções de segurança afixadas em cada máquina continuam a estar de forma clara e compreensível para o colaborador. Os manuais e instruções de segurança originais ficam em arquivo no departamento de HST.
    Anualmente temos a visita da empresa externa, que nos audita e nos faz as avaliações de risco. Dessas auditorias resulta a matriz de risco no relatório que nos é entregue. Depois, internamente, hierarquizamos e levamos à aprovação da Direção.
    Faço também a programação das avaliações de ruído e iluminância, recorrendo a outra empresa.
    De um modo geral, sei que apesar de um sistema nunca estar bem e sabendo que se procura sempre uma melhoria contínua, penso que as coisas funcionam relativamente bem, devido também ao facto da Direção (por um motivo – a lei! – ou por outros motivos – bastantes funcionários sindicalizados, algumas fiscalizações, etc.) ouvir os trabalhadores e nos dar autonomia de decisão, ouvindo as nossas propostas.

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  32. Obrigado José.
    Sim eu faço formação, existe informação afixada (que acho que só é mexida para limpar o pó) e claro vou fazendo questões acerca da IPAR de modo a aferir os conhecimentos, no dia-a-dia.
    Na formação utilizo a própria IPAR para que eles vejam e compreendam, e faço inclusivamente um teste, se não o fizer estou mesmo a “pregar aos peixes”.
    Será que o método simplificado é o melhor para depois apresentar-mos aos colaboradores??
    Eu utilizo pois acho que o impacto das cores lhes chama mais a atenção, mas se calhar terei de mudar de técnica.
    * Curso de formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança

  33. Tenho uma questão, vocês apresentam/apresentariam a IPAR aos vossos colaboradores? Nesse caso como o fazem/fariam?
    Tenho alguma dificuldade em fazê-los entender algumas situações.
    :::
    O meu procedimento: formação.
    Qualquer instrumento mais complexo, há lugar a formação.
    Elaborei uma IPAR para um lar, na semana passada, 2ª e 5ª formação a metade dos trabalhadores, hoje e 5ª (3,5h x 2 = 7h) aos outros 16.
    Há documentos que há formação na elaboração e depois mais formação na apresentação, por exemplo, nos Regulamentos internos faço sempre assim.
    Formação certificada, SIGO, e assim conta como formação HST e para as 35h do CT.
    Atualmente vai para banco de horas, pois é formação as sábados de manhã ou à noite como no exemplo supra, do Lar.
    O meu contributo à questão da Inês ?
    * Curso de formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança

  34. Mais um testemunho, por vezes eu sou curioso e gosto de saber o que os colegas andam a fazer ?
    No entanto, sou responsável pelo departamento de Qualidade e de Higiene e Segurança no Trabalho (este último em parceria com outra colega – a colega mais ligada à parte de escolha de máquinas e ferramentas, compra de equipamentos de proteção coletiva e individual, fardamento; eu mais ligada à execução do que é necessário fazer e quando, auditorias de HST, medicina do trabalho e acidentes, etc).
    Nos últimos anos a empresa em que trabalhamos cresceu tanto que nos vimos obrigados, a mudar de instalações, o que nos permitiu muitas correções e muitas melhorias a nível de HST, não apenas porque o espaço fabril assim o permitiu, mas também porque a Direção assim entendeu que devia ser.
    Temos vindo, desde então, a remodelar todas as máquinas que temos em produção, sendo que apenas nos restam duas ou três mais antigas, e por esse motivo são as únicas que não têm marcação CE, nem manuais, nem nada!
    A minha função, enquanto responsáveis de HST na empresa, é transmitir todos os assuntos, de uma forma geral, à Direção Geral, cerca de 2 a 3 vezes por ano. Dessas reuniões resultam, por norma, decisões de aquisição de máquinas novas, melhorias substancias do espaço, aquisição de ferramentas cujo custo seja mais elevado, doenças profissionais que tenham sido reconhecidas, entre outros assuntos que ache que merecem a atenção e ligação dos trabalhadores com a Direção.
    Eu e a colega trabalhamos continuamente na consulta aos trabalhadores, na verificação das infra-estruturas das instalações (temos autonomia de pequenas correções, tais como pedir para trocar luminárias, arranjar uma porta ou fechadura, pintar uma parede, arranjar um corrimão, retificar alguma instalação elétrica, etc.), verificamos se estão a ser cumpridos os planos internos (verificação e calibração de equipamentos de trabalho, plano de manutenção preventiva das máquinas, plano de manutenção do sistema AVAC e RAC, plano de manutenção dos extintores, plano de desratização entre outros), verificamos a central de SCIE, programamos as consultas médicas, registamos e encaminhamos os acidentes de trabalho, fazemos sensibilização posto a posto, programamos formação anual nalgum assunto relativo a HST que por norma são sugeridos pelos trabalhadores.
    Elaboramos e revemos com periodicidade instruções de trabalho (que contemplam limpeza da máquina por parte do trabalhador) e estabelecemos um dia específico de limpeza de cada posto de trabalho por parte do trabalhador desse posto (é sempre à sexta-feira, de modo a que na semana seguinte ao iniciarem o trabalho, o posto esteja arrumado e limpo).
    Nalguns setores fabris (secção elétrica, secção mecânica e laboratório de ensaios), assim como em toda a parte de escritórios implementamos os 5’s que são verificados com algumas frequência, de modo a que o sistema 5’s se vá mantendo.
    Em parceria como uma Universidade temos um projeto Lean que nos permite analisarmos um posto de trabalho tendo em consideração vários aspetos desde a qualidade (reduzir defeitos), à produção (tempos, equipamento adequados); logística (materiais) e HST (verificar se existem movimentos excessivos); etc…
    Verificamos com alguma regularidade se as instruções de segurança afixadas em cada máquina continuam a estar de forma clara e compreensível para o colaborador. Os manuais e instruções de segurança originais ficam em arquivo no departamento de HST.
    Anualmente temos a visita da empresa externa, que nos audita e nos faz as avaliações de risco. Dessas auditorias resulta a matriz de risco no relatório que nos é entregue. Depois, internamente, hierarquizamos e levamos à aprovação da Direção.
    Faço também a programação das avaliações de ruído e iluminância, recorrendo a outra empresa.
    De um modo geral, sei que apesar de um sistema nunca estar bem e sabendo que se procura sempre uma melhoria contínua, penso que as coisas funcionam relativamente bem, devido também ao facto da Direção (por um motivo – a lei! – ou por outros motivos – bastantes funcionários sindicalizados, algumas fiscalizações, etc.) ouvir os trabalhadores e nos dar autonomia de decisão, ouvindo as nossas propostas.
    * Curso de formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança

  35. Somos mediadores:
    Penso que todos já lidamos com trabalhadores e empregadores com personalidades muito distintas e aos quais temos que arranjar formas diferentes e diversificadas para que adoptem as medidas implementadas, percebam cuidados a ter no posto de trabalho, chamadas de atenção, entre outras, para que de facto estes possam usufruir de um local de trabalho mais seguro, eficiente e produtivo.
    Após o processo de identificação das condições de trabalho, é importante desenvolver uma análise de riscos, sendo para isso necessária a sua identificação e mapeamento, a fim de que posteriormente se possa estudar a possibilidade de aplicação de medidas que visam incrementar um maior nível de segurança no local de trabalho, e que concretizam na eliminação do risco de acidente, tornando-o inexistente ou neutralizando-o.
    Por exemplo, importa ter em conta que para além da matriz de identificação de riscos no trabalho é imprescindível considerar o risco ergonómico que surge da não adaptação dos postos de trabalho às características do operador, quer quanto à posição da máquina com que trabalha, quer no espaço disponível ou na posição das ferramentas e materiais que utiliza nas suas funções.
    A mensagem que penso que deve ser passada pelo TSHST deverá ter conta toda a cadeia produtiva, desde Presidente, Directores Técnicos aos trabalhadores de linha ou fabris, pois tendo em conta o envolvimento de todos, a empresa só iria beneficiar. Os trabalhadores fabris, como é óbvio, têm muito mais noção das necessidades de material, equipamentos, EPI’s, stress associado ou formas de produção que facilitem e tornem mais célere o trabalho. Pelo outro lado, as chefias estão mais direccionadas para lidar com a parte monetária envolvida (lucros vs custos) e tornar a empresa fiável para investidores.
    Desta feita torna-se mais do que evidente de que o sucesso de um sistema produtivo passa inevitavelmente pela qualidade das condições de trabalho que o empregador proporciona aos seus colaboradores. Nesta perspectiva, a melhoria da produtividade e da competitividade das empresas passa, necessariamente, por uma intervenção no sentido da melhoria das condições de trabalho, ainda que este conjunto de actividades seja visto actualmente, pela gestão das empresas, mais como um gasto, do que propriamente um incentivo à produtividade.
    Sendo assim penso que o TSHST tem que agir como intermediário entre as partes e tentar consciencializar para que ambos colaborem, para que as regras sejam cumpridas e ao mesmo tempo todos lucrem com a diminuição de eventuais acidentes de trabalho ou sanções que possam surgir de falta de cumprimento de medidas.
    Ao tornar evidentes junto dos colaboradores os riscos a que estão expostos durante o seu período de trabalho, a SST permite relembrar todos os colaboradores de que para um trabalho feito em condições é preciso que as condições permitam que o trabalho se faça.
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  36. Continuei curioso ?
    Na minha empresa colaboro nas duas vertentes, quer como qualquer outro trabalhador quer como TSST.
    Como trabalhadora zelo quer pela minha segurança e saúde, quer dos restante elementos dos outros.
    Cumpro as prescrições de segurança que me são transmitidas, caso não cumpra ponho em risco a segurança e saúde de todos.
    Não devo negligenciar a utilização de máquinas, equipamentos, instalações, substâncias perigosas, EPC’s, EPI’s.
    A cooperação com a entidade patronal no que diz respeito às informações por esta transmitidas, participando também nas consultas e exames médicos.
    É minha obrigação comunicar deficiências a nível das instalações, equipamentos, maquinas, entre outros, no meu posto de trabalho ou noutro posto, desde que as consiga identificar. (o ano passado fui verificar um dos veículos e o mesmo tinha o banco do condutor danificado, situação que reportei à entidade patronal e de imediato foi mandado arranjar)
    Participo conscientemente nas consultas aos trabalhadores, pois assim a minha entidade patronal toma conhecimento do que necessita alterar no meu posto de trabalho, na minha formação/informação.
    Sempre que exista uma situação de emergência actuo segundo mas medidas e instruções que constam no plano de segurança (no meu caso sou socorrista e já tive um caso de uma paragem respiratória e vários casos de cortes e queimaduras).
    Como TSST, colabora na formação/informação aos restantes colaboradores em matéria de SST, elaboro a IPAR, dou conhecimento da mesma, faço cumprir as prescrições de SST, elaboro a consulta aos trabalhadores, coordeno as consultas do médico do trabalho, analiso os AT’s e elaboro a estatística, faço todos os registos inerentes à entrega de EPI’s. Faço verificações semanais às instalações, máquinas, equipamento, etc… chamando a atenção no momento e registando o sucedido.
    Promovo as formações no âmbito do RGSCIE, faço os registo necessários, sendo que diariamente verifico todos os registo dos nossos delegados de segurança, preparo simulacros que no nosso caso são filmados e analisados posteriormente por todos os colaboradores. (fazemos não só no estaleiro como também nas viaturas em circulação).
    E muito importante estou sempre de porta aberta para que os meus colegas possam sentir-se à vontade de falar sobre as questões que os preocupam nesta matéria.
    * Curso de formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança

  37. E assim melhorou-se uma escola ?
    A escola na qual trabalho é uma escola relativamente recente que esta recetiva a novas ideias com o objetivo de melhorar as condições de segurança das crianças como também as condições de trabalho de todas as pessoas que colaboram para que a escola seja uma das melhores do concelho.
    Existem como em todas os locais de trabalho situações de risco que devem ser detetadas, comunicadas e posteriormente corrigidas. Vou dar um exemplo, na escola os recintos exteriores do recreio eram de areia e cimento o que fazia com que as crianças brincassem na areia se sujassem , quando caiam no cimento provocavam pequenas lesões e ao entrarem para o interior da escola arrastavam a areia para dentro das salas. Concluindo ao limpar as salas era uma grande poeira….A solução depois de muito debatida foi a colocação de relva sintética nos locais de areia.As Melhorias foram significativas as salas mais limpas, as crianças mais felizes, menos lesões. Isto é apenas um exemplo.
    * Curso de formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança

  38. o Curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST,TSSHT, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 100h foi proposto para apresentarem melhorias ao PT:
    Posto de Trabalho com equipamentos dotados de visor
    Tendo uma atividade diária cujo trabalho passa por estar sentado, utilizando computador, acumulando horas na posição sentado, dia após dia, adicionando a isto muitas vezes a adopção de posturas incorretas, mobiliário antigo e não adequado, potenciadas pela repetitividade de tarefas, tornam-se inevitáveis as repercussões ao nível das posturas de trabalho adotadas e subsequente agravamento dos constrangimentos físicos, mentais e visuais e até lesões eventualmente mais graves.
    Propostas de Melhoria
    A cadeira deve ter encosto a 90-100°,;
    Será necessário ainda cumprir algumas regras de postura, tais como:
    O plano de trabalho deve fazer um ângulo aproximadamente de 90º com a coluna do trabalhador para prevenir lesões de coluna e permitir ajuste de modo que os cotovelos fiquem na altura da mesa;
    O assento deve estar adaptado à função e à estatura do trabalhador, através de um apoio de costas regulável e da possibilidade de regulação da altura e da profundidade do assento;
    Por razões de equilíbrio dinâmico as cadeiras se tiverem rodízios devem ser de cinco apoios; ·
    O assento deve ser almofadado mas não em excesso e ter o rebordo frontal arredondado para baixo; ·
    Altura do assento não deve ser colocada a altura superior ao comprimento inferior das pernas do utilizador; · Se possível os pés devem apoiar no chão; caso contrário em descanso apropriado e estável; · A superfície do assento deve ser horizontal ou inclinada para trás até 5º”.
    Mesas extensíveis de forma a se poderem adequar à altura dos trabalhador;
    Suporte para portátil.

  39. o Curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 100h falamos do estado atual da SST:
    (Esta minha abordagem vai no sentido da minha experiência como técnica numa média empresa de construção civil com obras particulares e públicas).
    Em primeiro lugar penso que ainda se continua a ver a segurança em Portugal como uma coisa má que só dá origem a gastos e não como uma coisa natural em qualquer projecto, que ao contrário, só leva a ganhos.
    Nas pequenas e médias empresas os técnicos de segurança deviam estar mais envolvidos directamente tanto na concepção como no desenvolvimento de um projecto porque não é só elaborar PSS e fazer copy paste que se baseia o seu envolvimento porque depois os problemas aparecem e a maior parte deles poderiam não existir.
    Acho que os intervenientes num projecto vêm só um lado da profissão e deveriam apostar mais nesta área. Por exemplo a maior parte dos Epi´s já estão inventados ou feitos (pelo menos fora de Portugal), mas as empresas não querem ter trabalho nesta matéria e colocam num orçamento um valor global. Porque não dar aos técnicos a liberdade de pesquisar e arranjar novas soluções e preços em relação aos equipamentos de protecção?
    Porque não investir mais na formação dos técnicos não só relativamente na área da segurança mas em relação às áreas a que a empresa se desenvolve? Porque é que um técnico só tem que saber matéria em relação à segurança? Porque não pode fazer uma formação por exemplo a AVAC, a gás ou orçamentação?
    Muitas vezes deparei-me com situações em que o técnico conseguia em obra soluções entre dono de obra, entidade executante e subempreiteiros. Porque não dar mais voz e participações activas (por exemplo em reuniões entre os diferentes intervenientes), já que um técnico que esteja com afectação de 100% numa empresa, sabe de tudo o que se passa?
    Também acho que a relação entre empresas, técnicos e ACT deve ser melhorada. Deve haver uma intervenção com o objectivo de união, sensibilização, informação e não em busca de coimas.
    Por fim acho que nestes últimos anos como houve decréscimo na área devido ao fecho de muitas empresas, estas “apagaram” muito a profissão, cortaram aos salários e aproveitaram para juntar profissões. Penso que por exemplo numa obra ou numa indústria, um engenheiro tenha mais que pensar em segurança e ouvir queixas dos trabalhadores todo o dia. Acho que a segurança deve voltar a ser uma exigência nas empresas mas havendo uma pessoa especializada na matéria e que possa resolver atempadamente as situações.

  40. Com base na Lei nº 102/2009, de 10 de Setembro, Artigo 15º, alínea e) do diploma da Lei de Bases da Segurança e Saúde no Trabalho ao qual se refere este excerto poderemos falar em Ergonomia, estudo da relação entre o Homem e a sua ocupação, o equipamento e o ambiente em que decorre a sua actividade profissional, e a aplicação de conhecimentos no domínio das Ciências Humanas (Anatomia, Fisiologia e Psicologia), por forma a conseguir a humanização do trabalho.

    A Ergonomia pode dividir em dois aspectos, a Ciência, estudo das características e dos comportamentos humanos, bem como das suas relações com o equipamento e o ambiente em que trabalha e a Tecnologia, aplicação prática dos conhecimentos científicos na resolução de problemas concretos.

    Procura-se, desta forma, que as relações entre o homem/trabalhador, ambiente de trabalho (espaço físico, equipamentos de trabalho, matéria-prima, entre outros), e seu estado físico, fisiológico e perceptual, bem como a capacidade de processamento da informação humana. possam encontrar um ponto de equilíbrio nestas ligações/relações entre o homem e o seu ambiente de trabalho desempenhando, as tarefas associadas à actividade profissional de forma perfeita ou próximo desta.

    No Curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 100h foi solicitado medidas que os colegas tivessem implementado no terreno:
    Reportando ao caso de Trabalhadores da Carpintaria do Município de (…), posso indicar que foram implementadas algumas medidas para melhorar o meio envolvente da actividade laboral como o facto de todos os equipamentos (máquinas de trabalho com protecção e certificação CE, os próprios Trabalhadores dispõem de EPI´S ( luvas de protecção, protector auditivo, óculos, máscara de protecção e botas com palmilha e biqueira de aço, além do chamado “fato de macaco” fornecido pelo Município a certos sectores de trabalho) em bom estado de conservação seguindo as normas CE.
    De momento já se ouve música no local de trabalho procurando amenizar o tempo de trabalho, que o ambiente seja mais descontraído e que os Trabalhadores se encontrem motivados na prossecução das tarefas
    Foi sinalizada a questão das luminárias em mau estado de conservação estando prevista a sua reparação/substituição de forma a que nos dias com menos luz solar (principalmente no Inverno em tempo de chuva) não prejudique os trabalhos no local.
    – Implementar a jornada contínua entre os meses de Junho a Setembro na qual os trabalhadores dispõem das tardes livres entrando ao serviço pelas 7 horas e saíndo pelas 14 horas afim de proteger os Trabalhadores do calor que se faz sentir na Região por esta Estação do Ano, conforme já vigorou anteriormente.
    Os Trabalhadores dispõem neste momento de acesso a preços reduzidos aos equipamentos municipais, tais como, ginásio, complexo de piscinas, aluguer de pavilhão para prática desportiva estendendo-se, estas medidas ao seu agregado familiar, medida que entrou em vigor no início do ano.
    – No Natal, os Trabalhadores com filho pequenos (até aos 6 anos de idade) recebem do Município um presente para assinalar a Quadra Festiva, realizado pela 1ª vez ao fim de 5 anos;
    – Instituir o Almoço da Páscoa gratuito realizado pela Quinta-feira, véspera do Feriado de Sexta-Feira Santa, que já vigorou em mandatos anteriores;
    – Em processo de implementação encontra-se o breefing mensal através do qual os trabalhadores fazem um balanço dos trabalhos executados, a executar e expondo as suas preocupações acerca do trabalho junto do Encarregado Geral e Vereador do Pelouro.

  41. No Curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 100h, foi questionado sobre o papel de todos os trabalhadores na SST.
    Pegando neste Competência (Dever) dos Trabalhadores consagrado pela Lei nº 102/2009, de 10 de Setembro podemos inferir que o Trabalhador tem uma voz activa na elaboração de um Plano de Segurança e Saúde no Trabalho na medida em que o Trabalhador participa em acções preparatórias com vista à elaboração de um Plano de Segurança e Saúde no Trabalho, após a sua implementação deverá o trabalhador cumprir o respectivo Plano, deve o Trabalhador comunicar à Entidade Empregadora qualquer situação anómala e/ou omissa ao respectivo Plano por forma a que o mesmo contemple a referida situação. Note-se que, independentemente da existência de um Plano de Segurança e Saúde no Trabalho elaborado internamente ou por uma Entidade Externa, os Trabalhadores serão consultados e informam acerca de melhorias a realizar no Plano em causa.
    Reportando à minha situação Profissional optei por dar ênfase ao Serviço Operacional desenvolvido na Carpintaria do Município de (…).
    Trata-se de um local com uma área aproximada de 70 m2 com bastante iluminação natural e deficiente iluminação artificial onde se encontram degradadas 2 luminárias das 4 existentes sendo um local com boas condições de arejamento.
    No local operam 2 Assistentes Operacionais (Carpinteiros) que executam trabalho em madeira, desde operações de corte, envernizamento, pinturas, modelação de madeira, ou seja, todo o tipo de trabalhos em madeira.
    Os 2 Assistentes Operacionais foram objecto de formação relativa ao correcto funcionamento dos equipamentos e EPI´S bem como de todas as questões relacionadas com a Segurança e Saúde no Trabalho.
    Os referidos Trabalhadores deram o seu contributo informando os Serviços Responsáveis pela Segurança e Saúde no Trabalho que o espaço confinado para o armazenamento de tintas e solventes não ser o mais adequado visto não ter qualquer tipo de ventilação, posto isto, foram tomadas as medidas necessárias com vista à colocação de portas com aberturas para ventilar o referido espaço e colocada nova sinalização de “Perigo de Incêndio” e “Proibido Fumar ou Foguear” mantendo-se, o extintor de pó quimico ABC com carga de 6 kgs junto a esta zona de armazenamento de produtos. Foi também actualizada todo a informação relacionada com a Sinalização para utilização de EPI bem como, os perigos associados tanto com o manuseamento dos materiais e respectivas máquinas eléctricas no local.
    existia uma situação de ausência de um EPI (Protectores de Ouvidos) sendo que, foram adquiridos 4 novos Protectores e foram entregues os mesmos aos Trabalhadores.
    Existia uma situação em que os sobrantes dos trabalhos (desperdícios de madeira e serradura) efectuados ficavam acumulados junto das máquinas e bancadas de trabalho por períodos de tempo consideráveis então foram desenvolvidos esforços junto do Executivo para se adquirir um aspirador industrial para facilitar a eliminação destes resíduos não descurando também, a limpeza de sobrantes (manual) por parte dos Trabalhadores afim de promoverem uma melhor higiene do seu espaço de trabalho e protegerem a sua segurança e saúde.

  42. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 100h voltou à liça a forma de comunicar, eis a resposta de uma nossa colega:
    Com base na minha experiência como técnica a minha empresa pertencia à área da construção civil e actuava como entidade executante tanto obras privadas como obras públicas e a minha função no terreno era assegurar que todos os intervenientes actuavam de acordo com normas, leis, regulamentos, etc.
    Acho que para além do dia a dia assegurar o cumprimento das leis a minha cooperação foi sempre como intermediária na mudança de mentalidades e ajuda aos subempreiteiros.
    Dizer a todos que é obrigatório o uso de Epi´s ou Epc´s, organizar e limpar posto de trabalho, obrigatório a apresentação de documentação em obra a determinadas equipas era o mesmo como “se falasse para as paredes”, era necessário mostrar-lhes o que acontecia se não o fizessem.
    Mostrar-lhes que o papel de um/a técnico/a de segurança não é o de mau da fita mas sim ajudar todos e estando muitas vezes mais ao lado dos trabalhadores do que até a entidade executante ou fiscalização.
    Por exemplo:
    – Mostrar que a falta de pagamento do seguro ou segurança social os poderiam afectar em caso de acidente, deixando de ter direito a baixas e subsídio;
    – Fazer boas práticas juntamente com os trabalhadores nos temas em que se verificavam muitas e repetidas não conformidades;
    – Exemplificar a maneira de arrumação ou execução do trabalho que estavam errados e que poderiam afectar outros em obra;
    – Ajudar representantes das empresas na obtenção de informações e melhorias na área da segurança para os mesmos (melhores epi´s, contactos com empresas mais baratas de equipamentos);
    – Chamar os representantes/donos das empresas e mostrar em obra ou por fotografias as não conformidades e fazer actas de reunião em que os mesmos se comprometiam em resolver as situações;
    – Mostrar as coimas que caso do ACT ou a fiscalização (dono de obra) colocariam se houvesse inspecção e no custo e imagem que afetaria;
    – A própria entidade executante retirar no pagamento ao fim do mês um montante por repetidas infracções;
    – Contactar com outras instituições ou organismos para nos ajudar a obter melhores resultados (Ex: visitas dos encarregados à Lipor para ver o resultado do tratamento de resíduos);
    – Mostrar a todos que uma empresa organizada significa bem estar no trabalho e obtenção de mais trabalhos futuros.

  43. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 100h uma colega qcolocou a seguinte questão:
    No caso da atividade de Desmantelamento de VFV’s, quais as medidas a implementar?
    Risco: Projeção de partículas; Medidas a implementar: Utilização das proteções das máquinas; Utilização de EPI’s (óculos ou viseira, luvas, fato de trabalho); Formação e informação aos trabalhadores.
    Risco: Contacto com equipamentos elétricos; Medidas a implementar: Inspecionar cabos e fichas antes da utilização destes equipamentos; Não utilização dos mesmos caso os cabos ou fichas se encontrem danificadas; Informação e formação aos colaboradores sobre os riscos e medidas preventivas;
    Risco: Choques contra objetos/equipamentos; Medidas a implementar: Dotar os macacos hidraúlicos de aviso sonoro para evitar choques quando estes se deslocam; Manter os locais de trabalho arrumados e as zonas de circulação desimpedidas; Formação e sensibilização aos colaboradores;
    Risco: Exposição ao ruído; Medidas a implementar: Utilização de protetores auditivos; Formação e sensibilização aos colaboradores;
    Risco: Exposição a agentes químicos; Medidas a implementar: Informar e formar os colaboradores sobre os riscos químicos; Fichas de Dados de Segurança acessível a todos os colaboradores.

  44. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 100h tivemos um testemunho de um colega de um setor muito “complicado” que é o setor agrícola. Deixo aqui o testemunho do Rui.
    “O trabalho agrícola é considerado mais complexo do que o desempenhado na Indústria, isto porque numa unidade industrial as tarefas normalmente são prescritas e obedecem a uma mesma rotina, dia após dia. Um trabalhador de uma linha de montagem, que segue à risca a rotina de colocar um parafuso num equipamento, é um desses exemplos. Na agricultura, pelo contrário, o trabalhador executa múltiplas tarefas em diferentes épocas do ano, pois tem um período em que se ocupa de preparar o solo, outro em que faz a plantação, um terceiro em que zela pelo desenvolvimento das plantas e, por último, um em que promove a colheita.
    As tarefas agrícolas, na maioria das vezes, são pouco estruturadas, exigem um esforço físico considerável, posturas penosas, por vezes em condições ambientais desfavoráveis, exposição a produtos químicos, sazonalidade e utilização de uma grande variedade de equipamentos em curto espaço de tempo. A grande diversidade de riscos presentes nos ambientes de trabalho agrícola dá-se de forma compatível com a constatação do alto grau de multiplicidade de tarefas e de postos de trabalho nestas actividades. Nesta perspectiva, há vários factores que podem agravar os riscos presentes no ambiente de trabalho agrícola e que contribuem para o desgaste do agricultor e para a ocorrência de acidentes e doenças relacionadas com o trabalho tais como o alto grau de diversidade tecnológica empregue na actividade, o elevado número de tarefas desempenhadas geralmente a céu aberto e que exigem grande esforço físico, com longas jornadas de trabalho e pouca distinção entre condições de trabalho e de vida e uma enorme variedade de equipamentos, ferramentas, utensílios e técnicas de trabalho introduzidas de forma sazonal.
    O trabalhador rural está assim sujeito a um conjunto de riscos na realização das suas tarefas, tais como riscos físicos (ruído, vibração e temperaturas extremas), químicos (produtos fitofarmacêuticos, combustíveis, pós de vários tipos) e de acidentes com máquinas ou ferramentas manuais.
    Assim, não surpreende que, por exemplo, em jardinagem, a movimentação de cargas e os movimentos repetitivos sejam causas de muitos acidentes graves e de lesões incapacitantes, associadas predominantemente a problemas da coluna vertebral que é afectada por traumatismos consecutivos, devido a posturas de trabalho, incorrectas.
    A manutenção prolongada de uma mesma postura e frequentes mudanças de postura provocam trabalho muscular que constitui carga física. Posturas curvadas repetidas ou mantidas por muito tempo desencadeiam problemas ao nível da coluna vertebral. Gestos repetidos desencadeiam a instalação progressiva de dores articulares podendo mesmo conduzir a LMEs.
    Ao longo de um dia de trabalho, um jardineiro é levado a adoptar posturas diferentes e a mantê-las, por vezes, durante horas, pela utilização prolongada dos mesmos grupos musculares.
    A jardinagem requer normalmente movimentos que são muito repetitivos (como cortar e podar), carregar objectos pesados ou trabalhar em posições muito incómodas (como ter de agachar-se por completo).
    A postura corporal do jardineiro é de constante flexão do tronco e intensa utilização da musculatura dos braços e punho. A contracção abrupta e desordenada das grandes massas musculares podem originar forças de grandes intensidades que causam lesões nas estruturas do corpo, levando ao aparecimento de dores e consequentemente inflamações que levam o trabalhador a adoecer.
    A penosidade da posição em pé pode ser agravada se o jardineiro tiver ainda que manter posturas inadequadas dos braços (acima do ombro), inclinação ou torção do tronco ou de outras partes do corpo.
    As LMEs mais frequentes no exercício deste tipo de actividade relacionam-se essencialmente com a carga que a coluna vertebral tem de suportar durante longos períodos de tempo, carga essa devida às diversas posturas adoptadas e aos movimentos repetidos dos jardineiros na realização dos trabalhos.
    Devemos procurar a alternância de posturas (em pé-sentado-em pé), pois permite que os músculos recebam os seus nutrientes e não fiquem fatigados.
    Às vezes, uma pausa de poucos segundos para o chamado “espreguiçar”, fará com que, além da redução de hipóteses de uma lesão músculo-esquelética, haja, também a possibilidade de um aumento de produtividade, pois quebra-se a chamada fadiga postural.
    Outra das medidas propostas é a formação profissional dos operadores no sentido de os sensibilizar, informar e formar, acerca dos riscos decorrentes da adopção de determinadas posturas de trabalho e quais as formas de combate aos mesmos, como seja a substituição destas posturas por outras menos penosas, nomeadamente através de uma “reeducação postural”, com introdução de pausas frequentes e curtas ao longo da actividade.
    A Jardinagem, pelas suas características, é uma das maiores utilizadoras de ferramentas manuais, dentre todas as demais actividades profissionais. Além dessas ferramentas se constituírem numa das maiores causas de acidentes entre os agricultores, principalmente a tesoura de poda muitas vezes, a improvisação ou má qualidade de fabrico, contribuem para os riscos ergonómicos do seu emprego.
    A poda representa um importante grupo de consequências chamadas de Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e tem os seus riscos inerentes às agruras do tempo, às condições dos solos, aos equipamentos utilizados e aos ritmos de trabalho, contudo, os riscos mais sérios e difíceis de controlar têm a ver com os ritmos de trabalho e tarefas quase sempre repetitivas, que frequentemente dão origem a LMEs, de diversa gravidade e lenta recuperação. Como medidas preventivas dever-se-ão adoptar posturas correctas e as imprescindíveis pausas de trabalho para evitar, entre outros problemas, os cortes nas mãos e dedos provocados pelas lâminas das tesouras de poda, particularmente se forem pneumáticas. As tesouras, por seu lado, devem encontrar-se sempre bem afiadas e lubrificadas, até para minorar esforços inadequados, e por essa via também, o risco de tendinites, normalmente associadas a tarefas repetitivas. As tendinites, neste caso, são originadas pela maior ou menor pressão da mão repetidamente exercida sobre a tesoura que, por sua vez, deverá apresentar uma configuração ergonómica, de modo a favorecer uma utilização correcta.

  45. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 100h foi pedido que os colegas dessem um exemplo como reduziram ou eliminaram um risco. Eis areposta de um nosso colega que anexou fotos.
    Apresento de seguida um exemplo de um incidente que aconteceu na empresa onde trabalho. No sector da Embalagem apareceu um caixa danificada que estava numa palete esta por sua vez, localizada junto a um pilar da edificação. Na zona superior junto ao telhado caiu um pedaço da estrutura de betão que danificou a caixa. A área em questão foi restrita com uma fita e um cone de sinalização. Foram entregues capacetes de protecção as pessoas que circulavam na área. Neste exemplo, foi necessário tomar medidas imediatas para prevenir o risco.
    Resumindo:
    1- Identificar o risco, neste caso seria “queda de objectos”.
    2- Avaliação do risco. Determinar o grau de gravidade e a probabilidade de o risco acontecer (a quantificação do risco seria muito provável e grave. Ao ocorrer poderia provocar um dano severo ao trabalhador).
    3- Decidir o modo como os riscos podem ser eliminados ou reduzidos, estabelecer prioridades com base no grau de gravidade do risco e trabalhadores afectados.
    4- Medidas de protecção colectiva (Isolar a zona com fita e um cone de sinalização permite reduzir a ocorrência do risco).
    5- Medida de protecção colectiva não é suficiente e é necessário recorrer a uma medida de protecção individual (capacete de protecção).
    6- Colocar em prática as medidas, verificar se foram implementadas e o risco está controlado. (A probabilidade do risco só é reduzida após uma intervenção técnica para reparar a estrutura).
    7- Formação / Informação dos trabalhadores da avaliação de riscos.

  46. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 100h foi lançado o seguinte desafio: Partindo do princípio que todos aceitaram que o 1º passo de uma avaliação de riscos era identificar os riscos, quais seriam os passos seguintes: Chegou-se a esta conclusão numa das turmas:
    2ª – Avaliar e priorizar os riscos

    3ª – Decidir sobre as medidas preventivas

    b) Planificar a prevenção como um sistema coerente que integre a evolução técnica, a organização do trabalho, as condições de trabalho, as relações sociais e a influência dos fatores ambientais;

    d) Integração da avaliação dos riscos para a segurança e a saúde do trabalhador no conjunto das atividades da empresa, estabelecimento ou serviço, devendo adotar as medidas adequadas de proteção;

    4ª – Adoptar medidas preventivas

    e) Combate aos riscos na origem, por forma a eliminar ou reduzir a exposição e aumentar os níveis de proteção;

    f) Assegurar, nos locais de trabalho, que as exposições aos agentes químicos, físicos e biológicos e aos fatores de risco psicossociais não constituem risco para a segurança e saúde do trabalhador;

    i) Substituição do que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso;

    5ª – Fazer o acompanhamento e a revisão das medidas adoptadas

    Nota: O empregador suporta a totalidade dos encargos com a organização e o funcionamento do serviço de segurança e de saúde no trabalho e demais sistemas de prevenção, incluindo exames de vigilância da saúde, avaliações de exposições, testes e todas as ações necessárias no âmbito da promoção da segurança e saúde no trabalho, sem impor aos trabalhadores quaisquer encargos financeiros.

  47. No curso renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 100h (ao clicar no Link Curso 100h encontra toda a informação referente a este curso como apresentação, objectivos, conteúdos, duração, o meu cv, cronograma, custo, testemunhos de colegas que fizeram o curso e ficha de inscrição) há várias trocas de ideias, de certezas e de dúvidas entre todos os colegas de forma a uma atualização efectiva.
    Este texto blog tem como objectivo a partilha desses mesmos debates para que seja um instrumento de estudo, pesquisa e de campo de soluções para o nosso trabalho enquanto técnicos de segurança no e do trabalho.

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