Atualização – Renovação do Título Profissional (TP), antigo Certificado de Aptidão Profissional (CAP TSHST)

Como formador dos cursos de Atualização de CAP/TP, cursos online de 40h e de 105h, pode verificar informação mais detalhada nos links a seguir a este texto (programa, CV do formador, custo/investimento), cumpre informar:

Renovar o CAP de TSSHT ou atualizar o TP de Técnico de Segurança no Trabalho?

Com a entrada em vigor da Lei n.º 42/2012, de 28 de agosto, o título profissional (TP), antigo certificado de aptidão profissional (CAP) dos TSHST, não carece de renovação. Porém, a ACT pode suspender o título profissional, quando em cada período de 5 anos, não se verifiquem os seguintes requisitos (da responsabilidade do técnico):

a) Atualização científica e técnica através da frequência de formação contínua correspondente ao mínimo de 30 horas;
b) 100 Horas de formação contínua quando tenha o exercício profissional inferior a 2 anos.

Os comprovativos da formação contínua poderão ser solicitados no âmbito das atividades da ACT, pelo que os Técnicos de Segurança ao enviar o CV para uma proposta de emprego para além do TP (ou ex CAP) deverão enviar cópia da formação de actualização científica.
Um exemplo prático, se um técnico obteve o CAP em julho de 2010, e se até julho de 2015 não fez formação contínua, se desejar trabalhar na área deverá fazer a formação e a partir desse momento fica, de novo, habilitado a trabalhar até julho de 2020 (são períodos de 5 anos, a 2ª via do TP refere a data inicial do ex CAP para este controlo de 5 anos).

O certificado de aptidão profissional emitido vale como título profissional para a profissão a que respeita para todos os efeitos legais, pelo que não é necessário solicitar à ACT uma 2ª via.

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87 thoughts on “Atualização – Renovação do Título Profissional (TP), antigo Certificado de Aptidão Profissional (CAP TSHST)

  1. No que se refere ao mesmo posto de trabalho, vou tomar como referencia o contexto de “administrativo”, ou seja gabinete secretária, etc. negligenciando o trabalho desenvolvido enquanto CSO, CSP ou o trabalho no exterior quer no acompanhamento das empreitadas ou das equipas operacionais da Câmara.
    Deste modo, as melhorias que propunha para uma maior adaptação do meu posto de trabalho, e consequente melhoria das condições de trabalho, prendem-se mais com a implementação de hábitos “saudáveis” ou seja, a realização de pausas de 5 minutos a cada hora ou hora e meia no computador, assim como a realização de alongamentos de modo a minimizar as consequências negativas provenientes de longas horas sentado e a trabalhar no computador.
    Contudo existem outros fatores que já foram tidos em conta no meu posto de trabalho, , como por exemplo:
    Distancia do Ecrã do utilizador;
    Cadeiras adaptadas ergonomicamente;
    Iluminação do Local de Trabalho;
    Etc.
    in: No curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp: * Curso de 30h (horas)+ 5h (35h) formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança. Formação 40 horas anuais.
    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas+ 5horas)
    (Cumpra as 40h de formação anuais!)

  2. Relativamente ao meu posto de trabalho, as questões que se poderiam levantar estão relacionadas com a ergonomia. Relativamente a isso foram feitas melhorias no sentido de escolher material mais ergonómico e confortável. Houve também uma sessão de formação sobre ergonomia para a “classe administrativa” onde foram avaliadas e melhoradas as condições do posto de trabalho. Os monitores dos computadores foram elevados a uma altura confortável para os olhos, foi colocado um apoio de pés em cada secretária e trocadas as cadeiras por outras que se adaptassem a cada pessoa e às suas necessidades de conforto. Foram ainda medidas as condições de ruído e luminosidade.
    Relativamente aos estaleiros móveis das obras, estas condições já não figuram, pelo que a única solução é fazer o trabalho “de escritório” no próprio do escritório da sede da empresa.
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  3. No meu local de trabalho existem implementadas várias medidas que visam a diminuição do trabalho monótono e repetitivo, tais como a existência de música ambiente, iluminação e temperatura ambiente controladas, existência de plantas, rotatividade de tarefas e reuniões mensais dos vários departamentos.
    Porém, considero que ainda existem algumas medidas que podiam ser implementadas tais como:
    Promover convívios fora do local de trabalho, tais como almoços ou atividades desportivas (caminhadas, descidas de rio, …), para melhorar o relacionamento entre colaboradores e empregadores.
    Incentivar a realização de técnicas de relaxamento/meditação, permitindo a interrupção das tarefas uma vez por semana e orientado por alguém externo à empresa.
    Melhorar o espaço destinado ao refeitório.
    Facilitar o desempenho das funções à distância, não constituindo a presença no local de trabalho obrigatória nas 40 horas semanais.
    Promover ações de formação nas instalações da empresa por formadores externos.
    E com estas sugestões, as exigências profissionais seriam mais fáceis de gerir.
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  4. Procedi a um breve estudo ergonómico do meu gabinete com o objetivo de detetar os problemas existentes.
    Neste levantamento tive em conta os aspetos organizativos e funcionais, e a consequente intervenção ergonómica a nível do layout da sala, de modo a contribuir para a melhoria da produtividade, através da melhoria das condições de trabalho, resultante da eliminação ou atenuação dos fatores de risco prejudiciais para a minha saúde.
    Um dos problemas que detetei foi a disposição do computar e respetivo ecrã de visualização, faz com que este esteja sujeito a reflexos causados pela incidência da luz exterior, que é responsável por uma carga de trabalho suplementar e de fadiga visual.
    A disposição do ecrã leva a um desconforto postural a nível da zona cervical, pois sou obrigada a executar movimentos desconfortáveis, de grande amplitude da cabeça e dos olhos.
    Desta forma optei por colocar a mesa afastada 1,5 m da janela de modo a atenuar os efeitos da luz exterior. O visor ficou disposto livre de reflexos do exterior. No que diz respeito a acessibilidades, quer o acesso ao posto de trabalho como o acesso às estantes encontram-se garantidos por um espaço de 800 mm, que permite a minha passagem ou de outras pessoas.
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  5. A minha colaboração como trabalhadora na melhoria do sistema de SST passa por, para além de cumprir com as minhas obrigações de trabalhadora prescritas na lei base (comparecer nas consultas de medicina do trabalho, utilizar corretamente os EPI quando aplicáveis, etc.), a minha colaboração como técnica de SHT passa por fazer avaliações de riscos nos diversos postos de trabalho, nomeadamente na área operacional, participar na aquisição de EPI para os trabalhadores, implementação de medidas preventivas, na avaliação de agentes físicos e biológicos, elaboração de instruções de trabalho.
    Anualmente realizo ações de formação em segurança e higiene no trabalho, de acordo com as necessidades.
    Este ano iniciei um pequeno projeto de sensibilização no departamento de obras, ao qual chamei “Sabia que…”, que consiste no envio mensal de mensagens (via email) de segurança e higiene no trabalho para todos os colegas do departamento com regras de segurança em obra, a importância dos EPI, responsabilidades de todos os intervenientes, entre outros temas.
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  6. Cumprindo os requisitos impostos pela ACT e segundo as directrizes da legislação em vigor, quer o empregador quer o colaborador tem deveres/obrigações e direitos. Sob o ponto de vista de melhoria do sistema de segurança e saúde na “minha” organização e sempre em colaboração com a administração e colaboradores, recorremos em 1ª ordem á avaliação do posto de trabalho, da consulta aos trabalhadores duas vezes por ano, no que diz respeito ás temáticas da segurança, e na medicina do trabalho, onde fazemos mais exames do que os obrigatórios.
    Existe uma relação muito próxima com todas as equipas de trabalho, existindo uma fácil comunicação e detecção dos pontos negativos e a sua correta resolução. dado que a empresa é pequena tenho a vantagem de todos os dias falar com os encarregados e perceber o que correu bem e o que correu menos bem e como podemos melhor. os equipamentos de protecção individual são comprados segundo as indicações dos trabalhadores, tentando sempre que se sintam confortáveis com os mesmos.
    Efectuamos formação regulares, dando prioridade ás dadas antes do inicio de trabalho em obra, onde são os trabalhadores que explicam a execução dos trabalhos e onde são referenciadas medidas seguras de execução dos trabalhos.
    muitas outras medidas poderiam ser melhoradas, mas na construção civil o orçamento é sempre reduzido.. e o sector da segurança tem de estar sempre em low cost.
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  7. No desempenho das minhas funções tento contribuir para a manutenção das boas condições de segurança e saúde dos colegas de trabalho.Todos temos obrigações nessa área, pois a segurança da empresa depende de todos.
    Alguns exemplos desse contributo são:
    Substituir a responsável de segurança na sua ausência e colaborar com a mesma partilhando ideias ou na verificação da documentação elaborada por ela.
    Fazer parte da comissão de segurança, opinando sobre os assuntos apresentados nas reuniões.
    Fazer parte da brigada de 1ª intervenção e colaborar com as entidades oficiais (bombeiros e proteção civil) nos simulacros.
    Participar nas formações na área.
    Sensibilizar para o uso dos EPI’s quando verifico a não utilização dos mesmos, alertando pra a importância da medida na proteção da saúde do trabalhador.
    Antes da aquisição das matérias primas solicito a ficha de dados de segurança, para análise da perigosidade e das medidas de proteção necessárias para a sua utilização. E quando possível substituo por menos perigosas ou não perigosas.
    Alertar para a necessidade de ligar os ventiladores de exaustão dos fumos/vapores quando verifico que estes não estão a funcionar.
    Sensibilizar os colaboradores para colocar as viaturas no estacionamento em posição de segurança e nos locais assinalados para esse efeito.
    Dar aos visitantes (clientes, fornecedores, etc.) um folheto onde constam as regras de segurança mais importantes a ter em consideração durante a permanência nas instalações da empresa.
    Em conclusão, tento no meu dia-a-dia estar atenta ao que nos rodeia e que de alguma forma possa contribuir para uma falha na segurança e saúde dos colegas.
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  8. Embora a lei exija que os trabalhadores partici­pem, sejam informados, instruídos, treinados e consultados em matéria de HST, na minha opinião a implementação de uma cultura de HST diz respeito a todos, à Gestão de topo, ao representante nesta matéria, aos restantes responsáveis de departamentos e aos trabalhadores.
    Como Técnica Superior de HST não possuo conhecimentos suficientes principalmente a nível operacional para as soluções de muitos dos pro­blemas na matéria HST. No meu dia-a-dia recorro aos trabalhadores, são eles que possuem os conhecimentos e a experiência apro­fundados sobre o modo como o trabalho é feito e o impacto que tem nas suas vidas.
    Pela minha experiência, os locais de trabalho em que os trabalhadores contribuem de forma ativa para a HST têm um menor nível de risco e taxas de sinistralidade inferiores.
    Obrigatoriamente a participação passa por todos, acima mencionados, consistindo num processo simples bidirecional em que os empregadores e os traba­lhadores e/ou respetivos representantes tem que:
    Comunicar entre si;
    Escutar as intenções / preocupações / objetivos da outra parte;
    Procurar ouvir e partilhar pontos de vista e informações;
    Discutir as questões em tempo útil;
    Considerar as opiniões de todos;
    Tomar decisões em conjunto;
    Dar provas de confiança e respeito mútuos.
    De forma a exemplificar anexo uma consulta ao trabalhador no âmbito do HST, embora no meu entender a plena participação vai além desta consulta onde os trabalhadores deverão estar, também, envolvidos na tomada de decisões.
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  9. Para proceder a uma avaliação de riscos, considero que a 1ª estapa a analisar seria a identificação dos perigos inerentes a uma atividade ( Ambiente em geral,produtos químicos, instruções de trabalho, ferramentas equipamentos .. etc..) ( Perigo – Situação que pode originar danos à saúde) . Mas seguindo o descrito na lei base de SST, as fases são :

    Identificação dos Riscos ( em resposta a alínea a) do art.º 15 da Lei 102/2009 – Avaliar as possíveis consequenciais e os trabalhadores expostos Exemplo de riscos associados a um perigo em Anexo;
    Quantificar riscos – Estimar a probabilidade e gravidade de cada uma das formas de acidente, e classificar os riscos ( Risco – Conjugação da probabilidade de ocorrência do acidente e a avaliação das suas consequências expectáveis)
    Definir medidas preventivas – Medidas que permitam minimizar e/ou controlar os riscos avaliados- Exemplo de medidas preventivas em anexo.
    Adopção das medidas de prevenção – Através de check list, ou planos de verificação – Exemplo de medidas de controlo a verificar em anexo;
    Acompanhamento e revisão das medidas – deverá de ser feito um acompanhamento e possível revisão sempre que se verifique essa necessidade ;
    É importante que os trabalhadores tenham conhecimento destas avaliações de riscos, e que seja efectuada uma consulta aos mesmos de forma a que possamos complementar todas as avaliações de riscos.
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  10. Considero como etapa “preliminar” numa avaliação do risco a identificação dos perigos, pois permite a identificar as situações que possam originar danos à saúde de um trabalhador, ou seja que potenciam um risco ao mesmo, tais como o tipo de atividade, os equipamentos utilizados, os produtos a aplicar, o tipo de instalações, entre outros.
    Assim, após esta etapa “preliminar”, considero as seguintes etapas:
    1ª Identificação risco
    2ª Identificação dos trabalhadores expostos
    3ª Estimar o risco – conjugação da probabilidade de ocorrência do dano (estimativa da probabilidade com o grau de gravidade/severidade (estimativa da probabilidade)
    4ª Valorização do risco – magnitude do risco, estabelecer se o risco é aceitável ou não, definir a prioridade do trabalho a realizar para eliminar ou evitar os riscos
    5ª Identificar as medidas preventivas adequadas para a eliminação ou controlo dos riscos – dar priorização às medidas de proteção coletiva em relação às medidas de proteção individual
    6ª Implementar das medidas identificadas, através de elaboração de planos de medidas.
    Nestes planos deve ser especificado as responsabilidades, ou seja, a quem compete e quando, os prazos de execução das tarefas e os meios afetos à aplicação das medidas.
    Deve ser estabelecido um acompanhamento e revisão as estas medidas de forma a assegurar atualização das mesmas sempre que haja mudanças organizacionais ou na sequência de um acidente ou de um possível acidente.
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  11. Relativamente às medidas a implementar no local de trabalho para eliminar ou reduzir os riscos psicossociais , a prenda no dia de aniversário é sem dúvida uma excelente medida, e que beneficia a motivação do trabalhador. O trabalhador sente-se especial e lembrado nesse dia, no entanto, aproveito o exemplo e estendia-o para outras datas também importantes na vida de um trabalhador como o casamento, nascimento de um filho ou de um neto.
    Outra medida seria de promover pequenos lanches de convívio mensais ou sempre que fosse oportuno, em que cada trabalhador participa com um petisco confecionado por si ou de compra, esta medida permite uma pausa no trabalho, o convívio entre trabalhadores e chefia mais descontraído.
    Uma das medidas implementadas na minha instituição é a distribuição às 6ªfeiras de 15 em 15 dias, de uma peça de fruta ou de café com pequenas fatias de bolo caseiro em cada posto de trabalho. Os trabalhadores tem apreciado este gesto e por vezes em momentos de stress ou de tensão este momento é considerado uma “lufada de ar fresco” que ajuda a pausar, respirar e recarregar energias para continuar com as suas tarefas.
    No que se refere às medidas fora do local de trabalho, na minha instituição, nos últimos anos, tem vindo a implementar uma vez por ano, uma espécie de team building, com a participação de trabalhadores e dirigentes num ambiente descontraído e desportivo, em que não há diferenciação de tratamento, esta medida tem sido muito bem aceite pelos colaboradores, devido à aproximação entre as pessoas e sendo esta uma instituição com um numero elevado de trabalhadores permite o reencontro de colegas que trabalham em edifícios diferentes e conhecer pessoalmente colegas que habitualmente apenas os conheciam por telefone.
    Outra medida a implementar, no caso do meu departamento (de obras), que é composto por pessoal operacional, administrativo e técnico, seriam as visitas às obras realizadas no departamento, visto que muitos dos trabalhadores que contribuem, a nível administrativo “papel”, não fazem parte da execução de obra, não veem o desenvolvimento do trabalho que executaram, julgo que seria uma medida interessante e que iria contribuir para uma maior perceção, envolvimento e motivação dos trabalhadores na realização das suas atividades.

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  12. Na empresa onde trabalho já existem algumas medidas implementadas que fomentam o companheirismo e o envolvimento dos trabalhadores, porém podem ser melhoradas.
    Festas da empresa: no Natal oferece prendas aos filhos dos trabalhadores com idade até aos 12 anos e um pequeno lanche , bem como a possibilidade de assistir a uma peça de teatro. Em vez do lanche e do teatro, se fosse oferecido um almoço a todos os trabalhadores seria mais motivador, visto que a maior parte dos trabalhadores já não tem filhos a usufruir deste mimo. E organizar festas na Páscoa e no verão de forma a promover o espirito de equipa ao longo do ano e não apenas no Natal e só para alguns.
    Parcerias: os trabalhadores têm desconto numa farmácia da localidade devido a um acordo com a empresa. Apesar de ser um bom beneficio, penso que poderiam ser criadas mais parcerias deste tipo com outras entidades, como por exemplo, com ginásios, gabinete de fisioterapia e/ou gabinetes de psicologia, pois ao facilitar o acesso a um preço mais baixo dessas entidades os trabalhadores poderiam recorrer às mesmas e assim melhorar o seu bem estar.
    Espaço de refeição: melhorar as condições ambientais do mesmo, colocando um ar condicionado. Criar um espaço no exterior, junto ao jardim, tipo esplanada nos meses de verão para promover o convívio dos trabalhadores na hora das refeições, até porque o ar livre também contribui para o relaxamento e bem estar das pessoas.
    Oferecer t-shirts, sweatshirts e batas aos trabalhadores com o logótipo da empresa. Os trabalhadores ficariam com roupa de trabalho sem terem que danificar as próprias e poupavam algum dinheiro, e seria de alguma forma a prática do simbolismo de “vestirem a camisola”. Que também seria um bom investimento no bem estar dos colaboradores por parte da empresa.
    Criar uma caixa “anónima” para colocar fruta/ legumes ou outros alimentos para partilhar. Existem várias pessoas na empresa que têm horta/pomares que não conseguem utilizar tudo, acabando por se estragar alimentos que podem fazer falta a outras e assim podia haver até trocas. Promovia o companheirismo e a partilha. A empresa também podia contribuir e oferecer de vez em quando alguns bens para a dita caixa.
    Promover o dia aberto às famílias dos trabalhadores, convidando as famílias a conhecerem onde o pai, a mãe ou o conjugue trabalham. Esta medida reforçaria a ligação família-empresa.
    Promover atividades desportivas, karting, descida de rio, futebol, piqueniques, ida a concertos, com a possibilidade de levar a família, enfim promover convívios em ambientes mais descontraídos.
    E com estas medidas implementadas estou certa que os colaboradores da empresa se sentiriam mais felizes no local de trabalho.

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  13. Medidas no Local de Trabalho:
    1º Medida: Promover Almoços/Lanches ou jantares de convívio, em especial nas datas mais marcantes na cultura ocidental, como por exemplo, Natal, Pascoa, etc.
    Fundamentação:
    Promover o espirito de grupo assim como proporcionar aos colaboradores um momento de convívio com os restantes colegas num ambiente diferente do local de trabalho de modo a reforças as ligações interpessoais entre os mesmos, promovendo a camaradagem e o espirito de grupo.
    2ª Medida: Melhorar ou renovar os espaços de refeições com temas e mobiliário que promovam a descontração.
    Fundamentação:
    Os espaços de refeição numa empresa, (mesmo que se resuma a um micro-ondas e copa) são locais bastante importantes pois possibilita que os colaboradores de diferentes setores da empresa passem algum tempo juntos e conversar sobre outras coisas além do trabalho, promovendo assim um momento de descontração e de alívio de stress.
    3º Medida: Manhãs ativas – Promover junto dos colaboradores (no caso de trabalhos monótonos), a atividade física através de atividades como alongamentos no local de trabalho (por exemplo no escritório)
    Fundamentação:
    Promove o relaxamento assim como ajuda na prevenção de alguns problemas de saúde relacionados com a monotonia dos trabalhos.
    Medidas Fora do Local de Trabalho:
    1º Medida: Realização de atividades desportivas em grupo. Exemplo: Torneio de Futsal Inter-Camaras ou a nível interno entre as Divisões ou Setores.
    Fundamentação:
    Promover a prática desportiva entre os colaboradores e hábitos de vida mais saudáveis, estimular o convívio e o espirito de camaradagem e de trabalho em equipa. No caso de torneio ou atividades com outros municípios contribui divulgar os municípios intervenientes.
    2º Medida: Organização pela empresa de atividades no período das férias escolares para filhos dos colaboradores e respetivos progenitores,
    Fundamentação:
    O período das férias escolares acarreta um acréscimo em termos de níveis de stress para os trabalhadores (que sejam pais) uma vez que a dinâmica da família assim como os seus horários sofrem uma mudança brusca. Através da elaboração de um plano de atividades para os filhos dos funcionários (idas à piscina, praia, museus, passeios, atividades lúdicas etc.) permite retirar essa preocupação dos funcionários.

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  14. Dado que alguns trabalhadores ainda estão muito focada no trabalho e não nas relações sociais , na minha empresa penso que isso poderia ser muito mais melhorado, apenas fazemos o jantar de natal, nada mais. Deveria de passar pela administração a tomada das seguintes medidas:
    – Dar os arabéns sempre que um funcionário faz anos, dando-lhe um dia pago de ferias a mais por ano, podendo o trabalhador gozar esse dia.
    – Dar prémios de produção por equipa de trabalho;
    – Incluir as famílias no Jantar Anual de Natal e poder encerrar a empresa nesse período;
    – Fazer actividades durante os ano com os funcionários ( porco no espeto, Karts, canoagem, jogos de futebol);
    – E o mais importante de tudo sendo que esta deveria de ser a 1ª medida a atira em todas as empresa, elogiar os funcionários sempre que fazem o trabalho bem feito, começando sempre por motivar.
    – Encerrar a empresa uma semana no verão para que os trabalhadores possam gozar ferias todos ao mesmo tempo e estar com a família no Verão..
    dar prémios aos técnico de higiene por não existir acidentes nem incidentes de trabalho……. Mas isto… seria a empresa Perfeita…

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  15. E mais uma questão discutida no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, ou actualização do tp, Título Profissional:
    Uso de calções no trabalho, nomeadamente, na construção.
    A única forma de “obrigar” é definir no PSS como alguns colegas referiram?
    Ou depende dos riscos, as empresas caso não possuam regras internas que proíbam o uso de calção (ou manga curta) irá depender da avaliação dos riscos por isso as normas mencionam roupa adequada.

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  16. E mais uma questão discutida no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, ou actualização do tp, Título Profissional.
    Remoção e substituição de uma cobertura de Fibrocimento, o que é necessário?
    Apresentar o processo e o plano de trabalhos na ACT, para emissão da respectiva autorização, conforme a legislação. Além do DL 266/2007,também pode ser útil consultar a Portaria 40/2014, no que refere à gestão de resíduos contendo amianto. Com esta base muitas ideias trocadas com a apresentação de uma AR.

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  17. E mais uma questão levantada por uma colega no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, ou actualização do tp, Título Profissional, que foi resolvida mas há alguém desse lado que dê uma dica?
    O mesmo acontecimento ocasionou 2 acidentados. Estamos perante um acidente de trabalho ou 2 acidentes de trabalho?

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  18. E mais uma questão levantada por uma colega no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho ou actualização do tp que foi resolvida, há normas sobre escadotes?
    Na perspectiva de utilizador é o DL 50/2005 , o fabricante regula a concepção do equipamento pela norma EN 131 e a EN 50.528 no que diz respeito aos escadotes isolantes.
    Interessante a nota da ACT: http://www.act.gov.pt/…/Nota%20Técnica_002_2015_Utiliza…

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  19. Mais uma questão levantada por uma colega no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, sobre PT isolado e por um dos colegas foi disponibilizado este documento muito interessante que vos convido a Ler: uma leitura de uma publicação da HSE, congénere do ACT. Segue o link http://www.hse.gov.uk/toolbox/workers/lone.htm
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  20. Mais uma questão levantada por um colega no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho,:
    É permitido o uso de empilhadores a diesel ou gás dentro de armazéns/edifícios?
    Art 32º do DL 50/2005, refere: ” Os equipamentos de trabalho móveis com motor de combustão só devem ser utilizados em zonas de trabalho em que haja atmosfera respirável suficiente para evitar riscos para a segurança ou saúde dos trabalhadores”.
    Para circularem em espaço fechados, devemos garantir a qualidade do ar, isto é, VLE estão abaixo e medidas de controlo, isto deve ser evidenciado em, avaliação de riscos. Caso contrário, as autoridades, inclusive a ACT, dizem que não se podem usar no interior.
    Relevante é também verificar o DL 236/2003 relativo a atmosferas ATEX, pois o risco é a criação de uma potencial atmosfera explosiva

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  21. 24 h foi o tempo para eu, enquanto formador, e os colegas do curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, t darmos resposta sobre a identificação das cintas:
    easy clips da Pewag ou tirar uma foto à etiqueta, plastifica-se e coloca-se na cinta com uma braçadeira plástica.
    O método permite que as condições iniciais de identificação e rastreabilidade sejam repostas.
    (os clips tem a lacuna de apenas permitir a rastreabilidade não permitindo ao utilizador perceber a capacidade e diagrama de cargas, no entanto em obras com poucos acessórios de elevação e pela cor da própria cinta essa questão seja facilmente ultrapassável).

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  22. E no seguimento, tenho aqui uma questão que foi levantada por uma colega no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho:
    Cintas de elevação:
    a legislação refere que tem que ter identificação (até aqui tudo bem)
    problema: com o trabalho a etiqueta azul das cintas (onde está a identificação) parte muito facilmente ( e não é por falta de zelo…)
    resultado: coloco fora de obra…
    mas sinceramente até me custa… é que há cintas que se ve perfeitamente que estão em excelentes condições…
    pedido de ajuda: conhece alguma forma de identificar uma cinta nestas condições?
    Recorri ao fabricante para responder à colega…
    A resposta do fabricante é que vendem por lote… situação legal… e depois as empresas tem que comprar mais um lote!!!!
    Nas cintas o que acontece é que a identificação existe… mas é tão frágil, que resiste menos que a cinta…
    A Colega como CSO tem que exigir a identificação, garantindo a rastreabilidade…
    E na verdade há situações que vê-se perfeitamente que a cinta é nova (até ainda brilha) e a identificação saiu porque ficou presa num ferro…
    Uma solução adiantada e “riscada” por mim foi escrever na cinta pois não se pode escrever na cinta, pois pode colocar em causa a integridade da cinta…
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  23. No curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, foi posta a seguinte questão: é legal pedir aos trabalhadores que paguem, acima de 20€, os seus EPI?
    Resposta no artº 15º nº 12. Contraordenação muito grave

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  24. Discussão interessante no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, chegámos à conclusão: A utilização de EPI, enquanto medida de controlo do risco, deve ser implementada enquanto último recurso, devendo a prioridade recair nas medidas de proteção coletiva e organizacionais. Não sendo possível aplicar medidas de proteção de caráter coletivo ou organizacional, são os EPI que permitem proteger o trabalhador dos riscos a que está exposto, contribuindo para a melhoria das condições de segurança no trabalho.
    A utilização dos EPI, mediante formação dos trabalhadores, definição de procedimentos de utilização segura e monitorização da sua utilização, promovem a segurança do trabalhador, permitindo que o mesmo desenvolva a sua tarefa de forma segura e responsável. (Resumo da Isabel Pereira)

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  25. No que se refere ao mesmo posto de trabalho, vou tomar como referencia o contexto de “administrativo”, ou seja gabinete secretária, etc. negligenciando o trabalho desenvolvido enquanto CSO, CSP ou o trabalho no exterior quer no acompanhamento das empreitadas ou das equipas operacionais da Câmara.
    Deste modo, as melhorias que propunha para uma maior adaptação do meu posto de trabalho, e consequente melhoria das condições de trabalho, prendem-se mais com a implementação de hábitos “saudáveis” ou seja, a realização de pausas de 5 minutos a cada hora ou hora e meia no computador, assim como a realização de alongamentos de modo a minimizar as consequências negativas provenientes de longas horas sentado e a trabalhar no computador.
    Contudo existem outros fatores que já foram tidos em conta no meu posto de trabalho, , como por exemplo:
    Distancia do Ecrã do utilizador;
    Cadeiras adaptadas ergonomicamente;
    Iluminação do Local de Trabalho;
    Etc.
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  26. No posto de trabalho, e a nível ergonómico, sem dúvida que o mobiliário teria que ser ajustado, as secretárias existentes não tem profundidade suficiente que permita apoiar os braços, e obter o ângulo correto na posição sentado, o que leva a lesões designadas por tendinites, lesões lombares e outras. A falta de profundidade/largura da secretária impede ajustar o monitor com a distância adequada, que deveria ser cerca dos 60 cm de distância.
    A nível de luminância, o meu posto de trabalho apresenta excesso e uma incorreta distribuição de lâmpadas, pelo que uma das medidas foi desligar algumas lâmpadas para criar pontos de luz adequados.
    Os riscos psicossociais são refletidos essencialmente na falta de pessoal, e acumulação de funções que provocam stress, frustração, desgaste e ansiedade. Atualmente este risco é minimizado com bom planeamento de tarefas ajustado e exequível e uma boa gestão de tempo.
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  27. No que se refere ao mesmo posto de trabalho, vou tomar como referencia o contexto de “administrativo”, ou seja gabinete secretária, etc. negligenciando o trabalho desenvolvido enquanto CSO, CSP ou o trabalho no exterior quer no acompanhamento das empreitadas ou das equipas operacionais da Câmara.
    Deste modo, as melhorias que propunha para uma maior adaptação do meu posto de trabalho, e consequente melhoria das condições de trabalho, prendem-se mais com a implementação de hábitos “saudáveis” ou seja, a realização de pausas de 5 minutos a cada hora ou hora e meia no computador, assim como a realização de alongamentos de modo a minimizar as consequências negativas provenientes de longas horas sentado e a trabalhar no computador.
    Contudo existem outros fatores que já foram tidos em conta no meu posto de trabalho, , como por exemplo:
    Distancia do Ecrã do utilizador;
    Cadeiras adaptadas ergonomicamente;
    Iluminação do Local de Trabalho;
    Etc.
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  28. No meu local de trabalho existem implementadas várias medidas que visam a diminuição do trabalho monótono e repetitivo, tais como a existência de música ambiente, iluminação e temperatura ambiente controladas, existência de plantas, rotatividade de tarefas e reuniões mensais dos vários departamentos.
    Porém, considero que ainda existem algumas medidas que podiam ser implementadas tais como:
    Promover convívios fora do local de trabalho, tais como almoços ou atividades desportivas (caminhadas, descidas de rio, …), para melhorar o relacionamento entre colaboradores e empregadores.
    Incentivar a realização de técnicas de relaxamento/meditação, permitindo a interrupção das tarefas uma vez por semana e orientado por alguém externo à empresa.
    Melhorar o espaço destinado ao refeitório.
    Facilitar o desempenho das funções à distância, não constituindo a presença no local de trabalho obrigatória nas 40 horas semanais.
    Promover ações de formação nas instalações da empresa por formadores externos.
    E com estas sugestões, as exigências profissionais seriam mais fáceis de gerir.
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  29. Procedi a um breve estudo ergonómico do meu gabinete com o objetivo de detetar os problemas existentes.
    Neste levantamento tive em conta os aspetos organizativos e funcionais, e a consequente intervenção ergonómica a nível do layout da sala, de modo a contribuir para a melhoria da produtividade, através da melhoria das condições de trabalho, resultante da eliminação ou atenuação dos fatores de risco prejudiciais para a minha saúde.
    Um dos problemas que detetei foi a disposição do computar e respetivo ecrã de visualização, faz com que este esteja sujeito a reflexos causados pela incidência da luz exterior, que é responsável por uma carga de trabalho suplementar e de fadiga visual.
    A disposição do ecrã leva a um desconforto postural a nível da zona cervical, pois sou obrigada a executar movimentos desconfortáveis, de grande amplitude da cabeça e dos olhos.
    Desta forma optei por colocar a mesa afastada 1,5 m da janela de modo a atenuar os efeitos da luz exterior. O visor ficou disposto livre de reflexos do exterior. No que diz respeito a acessibilidades, quer o acesso ao posto de trabalho como o acesso às estantes encontram-se garantidos por um espaço de 800 mm, que permite a minha passagem ou de outras pessoas.
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  30. A minha colaboração como trabalhadora na melhoria do sistema de SST passa por, para além de cumprir com as minhas obrigações de trabalhadora prescritas na lei base (comparecer nas consultas de medicina do trabalho, utilizar corretamente os EPI quando aplicáveis, etc.), a minha colaboração como técnica de SHT passa por fazer avaliações de riscos nos diversos postos de trabalho, nomeadamente na área operacional, participar na aquisição de EPI para os trabalhadores, implementação de medidas preventivas, na avaliação de agentes físicos e biológicos, elaboração de instruções de trabalho.
    Anualmente realizo ações de formação em segurança e higiene no trabalho, de acordo com as necessidades.
    Este ano iniciei um pequeno projeto de sensibilização no departamento de obras, ao qual chamei “Sabia que…”, que consiste no envio mensal de mensagens (via email) de segurança e higiene no trabalho para todos os colegas do departamento com regras de segurança em obra, a importância dos EPI, responsabilidades de todos os intervenientes, entre outros temas.
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  31. Cumprindo os requisitos impostos pela ACT e segundo as directrizes da legislação em vigor, quer o empregador quer o colaborador tem deveres/obrigações e direitos. Sob o ponto de vista de melhoria do sistema de segurança e saúde na “minha” organização e sempre em colaboração com a administração e colaboradores, recorremos em 1ª ordem á avaliação do posto de trabalho, da consulta aos trabalhadores duas vezes por ano, no que diz respeito ás temáticas da segurança, e na medicina do trabalho, onde fazemos mais exames do que os obrigatórios.
    Existe uma relação muito próxima com todas as equipas de trabalho, existindo uma fácil comunicação e detecção dos pontos negativos e a sua correta resolução. dado que a empresa é pequena tenho a vantagem de todos os dias falar com os encarregados e perceber o que correu bem e o que correu menos bem e como podemos melhor. os equipamentos de protecção individual são comprados segundo as indicações dos trabalhadores, tentando sempre que se sintam confortáveis com os mesmos.
    Efectuamos formação regulares, dando prioridade ás dadas antes do inicio de trabalho em obra, onde são os trabalhadores que explicam a execução dos trabalhos e onde são referenciadas medidas seguras de execução dos trabalhos.
    muitas outras medidas poderiam ser melhoradas, mas na construção civil o orçamento é sempre reduzido.. e o sector da segurança tem de estar sempre em low cost.
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  32. No desempenho das minhas funções tento contribuir para a manutenção das boas condições de segurança e saúde dos colegas de trabalho.Todos temos obrigações nessa área, pois a segurança da empresa depende de todos.
    Alguns exemplos desse contributo são:
    Substituir a responsável de segurança na sua ausência e colaborar com a mesma partilhando ideias ou na verificação da documentação elaborada por ela.
    Fazer parte da comissão de segurança, opinando sobre os assuntos apresentados nas reuniões.
    Fazer parte da brigada de 1ª intervenção e colaborar com as entidades oficiais (bombeiros e proteção civil) nos simulacros.
    Participar nas formações na área.
    Sensibilizar para o uso dos EPI’s quando verifico a não utilização dos mesmos, alertando pra a importância da medida na proteção da saúde do trabalhador.
    Antes da aquisição das matérias primas solicito a ficha de dados de segurança, para análise da perigosidade e das medidas de proteção necessárias para a sua utilização. E quando possível substituo por menos perigosas ou não perigosas.
    Alertar para a necessidade de ligar os ventiladores de exaustão dos fumos/vapores quando verifico que estes não estão a funcionar.
    Sensibilizar os colaboradores para colocar as viaturas no estacionamento em posição de segurança e nos locais assinalados para esse efeito.
    Dar aos visitantes (clientes, fornecedores, etc.) um folheto onde constam as regras de segurança mais importantes a ter em consideração durante a permanência nas instalações da empresa.
    Em conclusão, tento no meu dia-a-dia estar atenta ao que nos rodeia e que de alguma forma possa contribuir para uma falha na segurança e saúde dos colegas.
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  33. Embora a lei exija que os trabalhadores partici­pem, sejam informados, instruídos, treinados e consultados em matéria de HST, na minha opinião a implementação de uma cultura de HST diz respeito a todos, à Gestão de topo, ao representante nesta matéria, aos restantes responsáveis de departamentos e aos trabalhadores.
    Como Técnica Superior de HST não possuo conhecimentos suficientes principalmente a nível operacional para as soluções de muitos dos pro­blemas na matéria HST. No meu dia-a-dia recorro aos trabalhadores, são eles que possuem os conhecimentos e a experiência apro­fundados sobre o modo como o trabalho é feito e o impacto que tem nas suas vidas.
    Pela minha experiência, os locais de trabalho em que os trabalhadores contribuem de forma ativa para a HST têm um menor nível de risco e taxas de sinistralidade inferiores.
    Obrigatoriamente a participação passa por todos, acima mencionados, consistindo num processo simples bidirecional em que os empregadores e os traba­lhadores e/ou respetivos representantes tem que:
    Comunicar entre si;
    Escutar as intenções / preocupações / objetivos da outra parte;
    Procurar ouvir e partilhar pontos de vista e informações;
    Discutir as questões em tempo útil;
    Considerar as opiniões de todos;
    Tomar decisões em conjunto;
    Dar provas de confiança e respeito mútuos.
    De forma a exemplificar anexo uma consulta ao trabalhador no âmbito do HST, embora no meu entender a plena participação vai além desta consulta onde os trabalhadores deverão estar, também, envolvidos na tomada de decisões.
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  34. Para proceder a uma avaliação de riscos, considero que a 1ª estapa a analisar seria a identificação dos perigos inerentes a uma atividade ( Ambiente em geral,produtos químicos, instruções de trabalho, ferramentas equipamentos .. etc..) ( Perigo – Situação que pode originar danos à saúde) . Mas seguindo o descrito na lei base de SST, as fases são :

    Identificação dos Riscos ( em resposta a alínea a) do art.º 15 da Lei 102/2009 – Avaliar as possíveis consequenciais e os trabalhadores expostos Exemplo de riscos associados a um perigo em Anexo;
    Quantificar riscos – Estimar a probabilidade e gravidade de cada uma das formas de acidente, e classificar os riscos ( Risco – Conjugação da probabilidade de ocorrência do acidente e a avaliação das suas consequências expectáveis)
    Definir medidas preventivas – Medidas que permitam minimizar e/ou controlar os riscos avaliados- Exemplo de medidas preventivas em anexo.
    Adopção das medidas de prevenção – Através de check list, ou planos de verificação – Exemplo de medidas de controlo a verificar em anexo;
    Acompanhamento e revisão das medidas – deverá de ser feito um acompanhamento e possível revisão sempre que se verifique essa necessidade ;
    É importante que os trabalhadores tenham conhecimento destas avaliações de riscos, e que seja efectuada uma consulta aos mesmos de forma a que possamos complementar todas as avaliações de riscos.
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  35. Considero como etapa “preliminar” numa avaliação do risco a identificação dos perigos, pois permite a identificar as situações que possam originar danos à saúde de um trabalhador, ou seja que potenciam um risco ao mesmo, tais como o tipo de atividade, os equipamentos utilizados, os produtos a aplicar, o tipo de instalações, entre outros.
    Assim, após esta etapa “preliminar”, considero as seguintes etapas:
    1ª Identificação risco
    2ª Identificação dos trabalhadores expostos
    3ª Estimar o risco – conjugação da probabilidade de ocorrência do dano (estimativa da probabilidade com o grau de gravidade/severidade (estimativa da probabilidade)
    4ª Valorização do risco – magnitude do risco, estabelecer se o risco é aceitável ou não, definir a prioridade do trabalho a realizar para eliminar ou evitar os riscos
    5ª Identificar as medidas preventivas adequadas para a eliminação ou controlo dos riscos – dar priorização às medidas de proteção coletiva em relação às medidas de proteção individual
    6ª Implementar das medidas identificadas, através de elaboração de planos de medidas.
    Nestes planos deve ser especificado as responsabilidades, ou seja, a quem compete e quando, os prazos de execução das tarefas e os meios afetos à aplicação das medidas.
    Deve ser estabelecido um acompanhamento e revisão as estas medidas de forma a assegurar atualização das mesmas sempre que haja mudanças organizacionais ou na sequência de um acidente ou de um possível acidente.
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  36. Relativamente às medidas a implementar no local de trabalho para eliminar ou reduzir os riscos psicossociais , a prenda no dia de aniversário é sem dúvida uma excelente medida, e que beneficia a motivação do trabalhador. O trabalhador sente-se especial e lembrado nesse dia, no entanto, aproveito o exemplo e estendia-o para outras datas também importantes na vida de um trabalhador como o casamento, nascimento de um filho ou de um neto.
    Outra medida seria de promover pequenos lanches de convívio mensais ou sempre que fosse oportuno, em que cada trabalhador participa com um petisco confecionado por si ou de compra, esta medida permite uma pausa no trabalho, o convívio entre trabalhadores e chefia mais descontraído.
    Uma das medidas implementadas na minha instituição é a distribuição às 6ªfeiras de 15 em 15 dias, de uma peça de fruta ou de café com pequenas fatias de bolo caseiro em cada posto de trabalho. Os trabalhadores tem apreciado este gesto e por vezes em momentos de stress ou de tensão este momento é considerado uma “lufada de ar fresco” que ajuda a pausar, respirar e recarregar energias para continuar com as suas tarefas.
    No que se refere às medidas fora do local de trabalho, na minha instituição, nos últimos anos, tem vindo a implementar uma vez por ano, uma espécie de team building, com a participação de trabalhadores e dirigentes num ambiente descontraído e desportivo, em que não há diferenciação de tratamento, esta medida tem sido muito bem aceite pelos colaboradores, devido à aproximação entre as pessoas e sendo esta uma instituição com um numero elevado de trabalhadores permite o reencontro de colegas que trabalham em edifícios diferentes e conhecer pessoalmente colegas que habitualmente apenas os conheciam por telefone.
    Outra medida a implementar, no caso do meu departamento (de obras), que é composto por pessoal operacional, administrativo e técnico, seriam as visitas às obras realizadas no departamento, visto que muitos dos trabalhadores que contribuem, a nível administrativo “papel”, não fazem parte da execução de obra, não veem o desenvolvimento do trabalho que executaram, julgo que seria uma medida interessante e que iria contribuir para uma maior perceção, envolvimento e motivação dos trabalhadores na realização das suas atividades.
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  37. Na empresa onde trabalho já existem algumas medidas implementadas que fomentam o companheirismo e o envolvimento dos trabalhadores, porém podem ser melhoradas.
    Festas da empresa: no Natal oferece prendas aos filhos dos trabalhadores com idade até aos 12 anos e um pequeno lanche , bem como a possibilidade de assistir a uma peça de teatro. Em vez do lanche e do teatro, se fosse oferecido um almoço a todos os trabalhadores seria mais motivador, visto que a maior parte dos trabalhadores já não tem filhos a usufruir deste mimo. E organizar festas na Páscoa e no verão de forma a promover o espirito de equipa ao longo do ano e não apenas no Natal e só para alguns.
    Parcerias: os trabalhadores têm desconto numa farmácia da localidade devido a um acordo com a empresa. Apesar de ser um bom beneficio, penso que poderiam ser criadas mais parcerias deste tipo com outras entidades, como por exemplo, com ginásios, gabinete de fisioterapia e/ou gabinetes de psicologia, pois ao facilitar o acesso a um preço mais baixo dessas entidades os trabalhadores poderiam recorrer às mesmas e assim melhorar o seu bem estar.
    Espaço de refeição: melhorar as condições ambientais do mesmo, colocando um ar condicionado. Criar um espaço no exterior, junto ao jardim, tipo esplanada nos meses de verão para promover o convívio dos trabalhadores na hora das refeições, até porque o ar livre também contribui para o relaxamento e bem estar das pessoas.
    Oferecer t-shirts, sweatshirts e batas aos trabalhadores com o logótipo da empresa. Os trabalhadores ficariam com roupa de trabalho sem terem que danificar as próprias e poupavam algum dinheiro, e seria de alguma forma a prática do simbolismo de “vestirem a camisola”. Que também seria um bom investimento no bem estar dos colaboradores por parte da empresa.
    Criar uma caixa “anónima” para colocar fruta/ legumes ou outros alimentos para partilhar. Existem várias pessoas na empresa que têm horta/pomares que não conseguem utilizar tudo, acabando por se estragar alimentos que podem fazer falta a outras e assim podia haver até trocas. Promovia o companheirismo e a partilha. A empresa também podia contribuir e oferecer de vez em quando alguns bens para a dita caixa.
    Promover o dia aberto às famílias dos trabalhadores, convidando as famílias a conhecerem onde o pai, a mãe ou o conjugue trabalham. Esta medida reforçaria a ligação família-empresa.
    Promover atividades desportivas, karting, descida de rio, futebol, piqueniques, ida a concertos, com a possibilidade de levar a família, enfim promover convívios em ambientes mais descontraídos.
    E com estas medidas implementadas estou certa que os colaboradores da empresa se sentiriam mais felizes no local de trabalho.
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  38. Medidas Fora do Local de Trabalho:
    1º Medida: Realização de atividades desportivas em grupo. Exemplo: Torneio de Futsal Inter-Camaras ou a nível interno entre as Divisões ou Setores.
    Fundamentação:
    Promover a prática desportiva entre os colaboradores e hábitos de vida mais saudáveis, estimular o convívio e o espirito de camaradagem e de trabalho em equipa. No caso de torneio ou atividades com outros municípios contribui divulgar os municípios intervenientes.
    2º Medida: Organização pela empresa de atividades no período das férias escolares para filhos dos colaboradores e respetivos progenitores,
    Fundamentação:
    O período das férias escolares acarreta um acréscimo em termos de níveis de stress para os trabalhadores (que sejam pais) uma vez que a dinâmica da família assim como os seus horários sofrem uma mudança brusca. Através da elaboração de um plano de atividades para os filhos dos funcionários (idas à piscina, praia, museus, passeios, atividades lúdicas etc.) permite retirar essa preocupação dos funcionários.
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  39. Medidas no Local de Trabalho:
    1º Medida: Promover Almoços/Lanches ou jantares de convívio, em especial nas datas mais marcantes na cultura ocidental, como por exemplo, Natal, Pascoa, etc.
    Fundamentação:
    Promover o espirito de grupo assim como proporcionar aos colaboradores um momento de convívio com os restantes colegas num ambiente diferente do local de trabalho de modo a reforças as ligações interpessoais entre os mesmos, promovendo a camaradagem e o espirito de grupo.
    2ª Medida: Melhorar ou renovar os espaços de refeições com temas e mobiliário que promovam a descontração.
    Fundamentação:
    Os espaços de refeição numa empresa, (mesmo que se resuma a um micro-ondas e copa) são locais bastante importantes pois possibilita que os colaboradores de diferentes setores da empresa passem algum tempo juntos e conversar sobre outras coisas além do trabalho, promovendo assim um momento de descontração e de alívio de stress.
    3º Medida: Manhãs ativas – Promover junto dos colaboradores (no caso de trabalhos monótonos), a atividade física através de atividades como alongamentos no local de trabalho (por exemplo no escritório)
    Fundamentação:
    Promove o relaxamento assim como ajuda na prevenção de alguns problemas de saúde relacionados com a monotonia dos trabalhos.
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  40. Dado que alguns trabalhadores ainda estão muito focada no trabalho e não nas relações sociais , na minha empresa penso que isso poderia ser muito mais melhorado, apenas fazemos o jantar de natal, nada mais. Deveria de passar pela administração a tomada das seguintes medidas:
    – Dar os arabéns sempre que um funcionário faz anos, dando-lhe um dia pago de ferias a mais por ano, podendo o trabalhador gozar esse dia.
    – Dar prémios de produção por equipa de trabalho;
    – Incluir as famílias no Jantar Anual de Natal e poder encerrar a empresa nesse período;
    – Fazer actividades durante os ano com os funcionários ( porco no espeto, Karts, canoagem, jogos de futebol);
    – E o mais importante de tudo sendo que esta deveria de ser a 1ª medida a atira em todas as empresa, elogiar os funcionários sempre que fazem o trabalho bem feito, começando sempre por motivar.
    – Encerrar a empresa uma semana no verão para que os trabalhadores possam gozar ferias todos ao mesmo tempo e estar com a família no Verão..
    dar prémios aos técnico de higiene por não existir acidentes nem incidentes de trabalho……. Mas isto… seria a empresa Perfeita…
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  41. Embora a lei exija que os trabalhadores partici­pem, sejam informados, instruídos, treinados e consultados em matéria de HST, na minha opinião a implementação de uma cultura de HST diz respeito a todos, à Gestão de topo, ao representante nesta matéria, aos restantes responsáveis de departamentos e aos trabalhadores.
    Como Técnica Superior de HST não possuo conhecimentos suficientes principalmente a nível operacional para as soluções de muitos dos pro­blemas na matéria HST. No meu dia-a-dia recorro aos trabalhadores, são eles que possuem os conhecimentos e a experiência apro­fundados sobre o modo como o trabalho é feito e o impacto que tem nas suas vidas.
    Pela minha experiência, os locais de trabalho em que os trabalhadores contribuem de forma ativa para a HST têm um menor nível de risco e taxas de sinistralidade inferiores.
    Obrigatoriamente a participação passa por todos, acima mencionados, consistindo num processo simples bidirecional em que os empregadores e os traba­lhadores e/ou respetivos representantes tem que:
    Comunicar entre si;
    Escutar as intenções / preocupações / objetivos da outra parte;
    Procurar ouvir e partilhar pontos de vista e informações;
    Discutir as questões em tempo útil;
    Considerar as opiniões de todos;
    Tomar decisões em conjunto;
    Dar provas de confiança e respeito mútuos.
    De forma a exemplificar anexo uma consulta ao trabalhador no âmbito do HST, embora no meu entender a plena participação vai além desta consulta onde os trabalhadores deverão estar, também, envolvidos na tomada de decisões.
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  42. Para proceder a uma avaliação de riscos, considero que a 1ª estapa a analisar seria a identificação dos perigos inerentes a uma atividade ( Ambiente em geral,produtos químicos, instruções de trabalho, ferramentas equipamentos .. etc..) ( Perigo – Situação que pode originar danos à saúde) . Mas seguindo o descrito na lei base de SST, as fases são :

    Identificação dos Riscos ( em resposta a alínea a) do art.º 15 da Lei 102/2009 – Avaliar as possíveis consequenciais e os trabalhadores expostos Exemplo de riscos associados a um perigo em Anexo;
    Quantificar riscos – Estimar a probabilidade e gravidade de cada uma das formas de acidente, e classificar os riscos ( Risco – Conjugação da probabilidade de ocorrência do acidente e a avaliação das suas consequências expectáveis)
    Definir medidas preventivas – Medidas que permitam minimizar e/ou controlar os riscos avaliados- Exemplo de medidas preventivas em anexo.
    Adopção das medidas de prevenção – Através de check list, ou planos de verificação – Exemplo de medidas de controlo a verificar em anexo;
    Acompanhamento e revisão das medidas – deverá de ser feito um acompanhamento e possível revisão sempre que se verifique essa necessidade ;
    É importante que os trabalhadores tenham conhecimento destas avaliações de riscos, e que seja efectuada uma consulta aos mesmos de forma a que possamos complementar todas as avaliações de riscos.
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  43. Para proceder a uma avaliação de riscos, considero que a 1ª estapa a analisar seria a identificação dos perigos inerentes a uma atividade ( Ambiente em geral,produtos químicos, instruções de trabalho, ferramentas equipamentos .. etc..) ( Perigo – Situação que pode originar danos à saúde) . Mas seguindo o descrito na lei base de SST, as fases são :

    Identificação dos Riscos ( em resposta a alínea a) do art.º 15 da Lei 102/2009 – Avaliar as possíveis consequenciais e os trabalhadores expostos Exemplo de riscos associados a um perigo em Anexo;
    Quantificar riscos – Estimar a probabilidade e gravidade de cada uma das formas de acidente, e classificar os riscos ( Risco – Conjugação da probabilidade de ocorrência do acidente e a avaliação das suas consequências expectáveis)
    Definir medidas preventivas – Medidas que permitam minimizar e/ou controlar os riscos avaliados- Exemplo de medidas preventivas em anexo.
    Adopção das medidas de prevenção – Através de check list, ou planos de verificação – Exemplo de medidas de controlo a verificar em anexo;
    Acompanhamento e revisão das medidas – deverá de ser feito um acompanhamento e possível revisão sempre que se verifique essa necessidade ;
    É importante que os trabalhadores tenham conhecimento destas avaliações de riscos, e que seja efectuada uma consulta aos mesmos de forma a que possamos complementar todas as avaliações de riscos.
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  44. Considero como etapa “preliminar” numa avaliação do risco a identificação dos perigos, pois permite a identificar as situações que possam originar danos à saúde de um trabalhador, ou seja que potenciam um risco ao mesmo, tais como o tipo de atividade, os equipamentos utilizados, os produtos a aplicar, o tipo de instalações, entre outros.
    Assim, após esta etapa “preliminar”, considero as seguintes etapas:
    1ª Identificação risco
    2ª Identificação dos trabalhadores expostos
    3ª Estimar o risco – conjugação da probabilidade de ocorrência do dano (estimativa da probabilidade com o grau de gravidade/severidade (estimativa da probabilidade)
    4ª Valorização do risco – magnitude do risco, estabelecer se o risco é aceitável ou não, definir a prioridade do trabalho a realizar para eliminar ou evitar os riscos
    5ª Identificar as medidas preventivas adequadas para a eliminação ou controlo dos riscos – dar priorização às medidas de proteção coletiva em relação às medidas de proteção individual
    6ª Implementar das medidas identificadas, através de elaboração de planos de medidas.
    Nestes planos deve ser especificado as responsabilidades, ou seja, a quem compete e quando, os prazos de execução das tarefas e os meios afetos à aplicação das medidas.
    Deve ser estabelecido um acompanhamento e revisão as estas medidas de forma a assegurar atualização das mesmas sempre que haja mudanças organizacionais ou na sequência de um acidente ou de um possível acidente.
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  45. Relativamente às medidas a implementar no local de trabalho para eliminar ou reduzir os riscos psicossociais , a prenda no dia de aniversário é sem dúvida uma excelente medida, e que beneficia a motivação do trabalhador. O trabalhador sente-se especial e lembrado nesse dia, no entanto, aproveito o exemplo e estendia-o para outras datas também importantes na vida de um trabalhador como o casamento, nascimento de um filho ou de um neto.
    Outra medida seria de promover pequenos lanches de convívio mensais ou sempre que fosse oportuno, em que cada trabalhador participa com um petisco confecionado por si ou de compra, esta medida permite uma pausa no trabalho, o convívio entre trabalhadores e chefia mais descontraído.
    Uma das medidas implementadas na minha instituição é a distribuição às 6ªfeiras de 15 em 15 dias, de uma peça de fruta ou de café com pequenas fatias de bolo caseiro em cada posto de trabalho. Os trabalhadores tem apreciado este gesto e por vezes em momentos de stress ou de tensão este momento é considerado uma “lufada de ar fresco” que ajuda a pausar, respirar e recarregar energias para continuar com as suas tarefas.
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  46. Na empresa onde trabalho já existem algumas medidas implementadas que fomentam o companheirismo e o envolvimento dos trabalhadores, porém podem ser melhoradas.
    Festas da empresa: no Natal oferece prendas aos filhos dos trabalhadores com idade até aos 12 anos e um pequeno lanche , bem como a possibilidade de assistir a uma peça de teatro. Em vez do lanche e do teatro, se fosse oferecido um almoço a todos os trabalhadores seria mais motivador, visto que a maior parte dos trabalhadores já não tem filhos a usufruir deste mimo. E organizar festas na Páscoa e no verão de forma a promover o espirito de equipa ao longo do ano e não apenas no Natal e só para alguns.
    Parcerias: os trabalhadores têm desconto numa farmácia da localidade devido a um acordo com a empresa. Apesar de ser um bom beneficio, penso que poderiam ser criadas mais parcerias deste tipo com outras entidades, como por exemplo, com ginásios, gabinete de fisioterapia e/ou gabinetes de psicologia, pois ao facilitar o acesso a um preço mais baixo dessas entidades os trabalhadores poderiam recorrer às mesmas e assim melhorar o seu bem estar.
    Espaço de refeição: melhorar as condições ambientais do mesmo, colocando um ar condicionado. Criar um espaço no exterior, junto ao jardim, tipo esplanada nos meses de verão para promover o convívio dos trabalhadores na hora das refeições, até porque o ar livre também contribui para o relaxamento e bem estar das pessoas.
    Oferecer t-shirts, sweatshirts e batas aos trabalhadores com o logótipo da empresa. Os trabalhadores ficariam com roupa de trabalho sem terem que danificar as próprias e poupavam algum dinheiro, e seria de alguma forma a prática do simbolismo de “vestirem a camisola”. Que também seria um bom investimento no bem estar dos colaboradores por parte da empresa.
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  47. Medidas Fora do Local de Trabalho:
    1º Medida: Realização de atividades desportivas em grupo. Exemplo: Torneio de Futsal Inter-Camaras ou a nível interno entre as Divisões ou Setores.
    Fundamentação:
    Promover a prática desportiva entre os colaboradores e hábitos de vida mais saudáveis, estimular o convívio e o espirito de camaradagem e de trabalho em equipa. No caso de torneio ou atividades com outros municípios contribui divulgar os municípios intervenientes.
    2º Medida: Organização pela empresa de atividades no período das férias escolares para filhos dos colaboradores e respetivos progenitores,
    Fundamentação:
    O período das férias escolares acarreta um acréscimo em termos de níveis de stress para os trabalhadores (que sejam pais) uma vez que a dinâmica da família assim como os seus horários sofrem uma mudança brusca. Através da elaboração de um plano de atividades para os filhos dos funcionários (idas à piscina, praia, museus, passeios, atividades lúdicas etc.) permite retirar essa preocupação dos funcionários.
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  48. Medidas no Local de Trabalho:
    1º Medida: Promover Almoços/Lanches ou jantares de convívio, em especial nas datas mais marcantes na cultura ocidental, como por exemplo, Natal, Pascoa, etc.
    Fundamentação:
    Promover o espirito de grupo assim como proporcionar aos colaboradores um momento de convívio com os restantes colegas num ambiente diferente do local de trabalho de modo a reforças as ligações interpessoais entre os mesmos, promovendo a camaradagem e o espirito de grupo.
    2ª Medida: Melhorar ou renovar os espaços de refeições com temas e mobiliário que promovam a descontração.
    Fundamentação:
    Os espaços de refeição numa empresa, (mesmo que se resuma a um micro-ondas e copa) são locais bastante importantes pois possibilita que os colaboradores de diferentes setores da empresa passem algum tempo juntos e conversar sobre outras coisas além do trabalho, promovendo assim um momento de descontração e de alívio de stress.
    3º Medida: Manhãs ativas – Promover junto dos colaboradores (no caso de trabalhos monótonos), a atividade física através de atividades como alongamentos no local de trabalho (por exemplo no escritório)
    Fundamentação:
    Promove o relaxamento assim como ajuda na prevenção de alguns problemas de saúde relacionados com a monotonia dos trabalhos.
    Medidas Fora do Local de Trabalho:
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  49. Dado que alguns trabalhadores ainda estão muito focada no trabalho e não nas relações sociais , na minha empresa penso que isso poderia ser muito mais melhorado, apenas fazemos o jantar de natal, nada mais. Deveria de passar pela administração a tomada das seguintes medidas:
    – Dar os parabéns sempre que um funcionário faz anos, dando-lhe um dia pago de ferias a mais por ano, podendo o trabalhador gozar esse dia.
    – Dar prémios de produção por equipa de trabalho;
    – Incluir as famílias no Jantar Anual de Natal e poder encerrar a empresa nesse período;
    – Fazer actividades durante os ano com os funcionários ( porco no espeto, Karts, canoagem, jogos de futebol);
    – E o mais importante de tudo sendo que esta deveria de ser a 1ª medida a atira em todas as empresa, elogiar os funcionários sempre que fazem o trabalho bem feito, começando sempre por motivar.
    – Encerrar a empresa uma semana no verão para que os trabalhadores possam gozar ferias todos ao mesmo tempo e estar com a família no Verão..
    dar prémios aos técnico de higiene por não existir acidentes nem incidentes de trabalho……. Mas isto… seria a empresa Perfeita…
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  50. E mais uma questão discutida no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, ou actualização do tp, Título Profissional:
    Uso de calções no trabalho, nomeadamente, na construção.
    A única forma de “obrigar” é definir no PSS como alguns colegas referiram?
    Ou depende dos riscos, as empresas caso não possuam regras internas que proíbam o uso de calção (ou manga curta) irá depender da avaliação dos riscos por isso as normas mencionam roupa adequada.

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  51. E mais uma questão discutida no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, ou actualização do tp, Título Profissional.
    Remoção e substituição de uma cobertura de Fibrocimento, o que é necessário?
    Apresentar o processo e o plano de trabalhos na ACT, para emissão da respectiva autorização, conforme a legislação. Além do DL 266/2007,também pode ser útil consultar a Portaria 40/2014, no que refere à gestão de resíduos contendo amianto. Com esta base muitas ideias trocadas com a apresentação de uma AR.

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  52. E mais uma questão levantada por uma colega no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, ou actualização do tp, Título Profissional, que foi resolvida mas há alguém desse lado que dê uma dica?
    O mesmo acontecimento ocasionou 2 acidentados. Estamos perante um acidente de trabalho ou 2 acidentes de trabalho?

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  53. E mais uma questão levantada por uma colega no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho ou actualização do tp que foi resolvida, há normas sobre escadotes?
    Na perspectiva de utilizador é o DL 50/2005 , o fabricante regula a concepção do equipamento pela norma EN 131 e a EN 50.528 no que diz respeito aos escadotes isolantes.
    Interessante a nota da ACT: http://www.act.gov.pt/…/Nota%20Técnica_002_2015_Utiliza…

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  54. Mais uma questão levantada por uma colega no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, sobre PT isolado e por um dos colegas foi disponibilizado este documento muito interessante que vos convido a Ler: uma leitura de uma publicação da HSE, congénere do ACT. Segue o link http://www.hse.gov.uk/toolbox/workers/lone.htm
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  55. Mais uma questão levantada por um colega no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho,:
    É permitido o uso de empilhadores a diesel ou gás dentro de armazéns/edifícios?
    Art 32º do DL 50/2005, refere: ” Os equipamentos de trabalho móveis com motor de combustão só devem ser utilizados em zonas de trabalho em que haja atmosfera respirável suficiente para evitar riscos para a segurança ou saúde dos trabalhadores”.
    Para circularem em espaço fechados, devemos garantir a qualidade do ar, isto é, VLE estão abaixo e medidas de controlo, isto deve ser evidenciado em, avaliação de riscos. Caso contrário, as autoridades, inclusive a ACT, dizem que não se podem usar no interior.
    Relevante é também verificar o DL 236/2003 relativo a atmosferas ATEX, pois o risco é a criação de uma potencial atmosfera explosiva

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  56. 24 h foi o tempo para eu, enquanto formador, e os colegas do curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, t darmos resposta sobre a identificação das cintas:
    easy clips da Pewag ou tirar uma foto à etiqueta, plastifica-se e coloca-se na cinta com uma braçadeira plástica.
    O método permite que as condições iniciais de identificação e rastreabilidade sejam repostas.
    (os clips tem a lacuna de apenas permitir a rastreabilidade não permitindo ao utilizador perceber a capacidade e diagrama de cargas, no entanto em obras com poucos acessórios de elevação e pela cor da própria cinta essa questão seja facilmente ultrapassável).

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  57. E no seguimento, tenho aqui uma questão que foi levantada por uma colega no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho:
    Cintas de elevação:
    a legislação refere que tem que ter identificação (até aqui tudo bem)
    problema: com o trabalho a etiqueta azul das cintas (onde está a identificação) parte muito facilmente ( e não é por falta de zelo…)
    resultado: coloco fora de obra…
    mas sinceramente até me custa… é que há cintas que se ve perfeitamente que estão em excelentes condições…
    pedido de ajuda: conhece alguma forma de identificar uma cinta nestas condições?
    Recorri ao fabricante para responder à colega…
    A resposta do fabricante é que vendem por lote… situação legal… e depois as empresas tem que comprar mais um lote!!!!
    Nas cintas o que acontece é que a identificação existe… mas é tão frágil, que resiste menos que a cinta…
    A Colega como CSO tem que exigir a identificação, garantindo a rastreabilidade…
    E na verdade há situações que vê-se perfeitamente que a cinta é nova (até ainda brilha) e a identificação saiu porque ficou presa num ferro…
    Uma solução adiantada e “riscada” por mim foi escrever na cinta pois não se pode escrever na cinta, pois pode colocar em causa a integridade da cinta…
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  58. No curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, foi posta a seguinte questão: é legal pedir aos trabalhadores que paguem, acima de 20€, os seus EPI?
    Resposta no artº 15º nº 12. Contraordenação muito grave

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  59. Discussão interessante no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, chegámos à conclusão: A utilização de EPI, enquanto medida de controlo do risco, deve ser implementada enquanto último recurso, devendo a prioridade recair nas medidas de proteção coletiva e organizacionais. Não sendo possível aplicar medidas de proteção de caráter coletivo ou organizacional, são os EPI que permitem proteger o trabalhador dos riscos a que está exposto, contribuindo para a melhoria das condições de segurança no trabalho.
    A utilização dos EPI, mediante formação dos trabalhadores, definição de procedimentos de utilização segura e monitorização da sua utilização, promovem a segurança do trabalhador, permitindo que o mesmo desenvolva a sua tarefa de forma segura e responsável. (Resumo da Isabel Pereira)

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  60. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tssht, tsst ou tst, ou actualização do tp acerca da obrigatoriedade de entrega de cópia da ficha de aptidão ao trabalhador. A Norma não o obriga, um parecer da DGS refere que se deve entregar, é por isso uma boa prática.
    Diferente é se o trabalhador for considerado inapto, neste caso, deve ser entregue cópia para se o trabalhador desejar impugnar a decisão de inapto, fique desde logo com um documento necessário para intentar ação judicial.

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  61. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp sobre a responsabilidade das empresas de trabalho temporário versus empresas utilizadoras:
    A empresa de trabalho temporário é responsável pela FAM, Seguro de AT e formação de 35h do Código do Trabalho, todas as outras responsabilidades (em termos de segurança) são da empresa utilizadora pois só esta é capaz de fazer a avaliação de riscos.

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  62. Questionado no curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tsst ou tst, ou actualização do tp, se devemos indicar sempre as alterações das Normas, por exemplo se devemos referir sempre Lei 102/2009 de 10 de setembro, alterada (nomeadamente) pela Lei 3/2014 de 28 de janeiro.
    Técnicamente, juridicamente, sim… agora o que não pode acontecer é referir apenas a Lei de alteração sem referir a Lei 102/2009, pois uma alteração é diferente de uma revogação.

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  63. E como é que os técnicos de segurança criam a evidência de exercício profissional de 2 anos para efeitos de renovação de CAP de tsst ou de tst / atualização ou renovação de TP / Título Profissional de TSST?
    No caso de trabalhador de outrem não levanta qualquer dificuldade e estes profissionais facilmente verificam rapidamente se preenchem as condiçõe s de renovação de CAP de TSSHT ou atualização de TP, mas…
    E no caso de trabalhadores por conta própria? Como provam que têm 2 anos de exercício e assim se devem fazer 100h ou 30h de formação de atualização técnica e científica com vista à renovação de app de tshst ou tsst / tst ?
    Fazer a prova que como auditor, consultor, formador, tem 2 anos de exercício, juntando declarações ou contratos de prestação de serviço que evidencie o seu trabalho numa das áreas de competência dos TST.
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  64. A ACT informa relativamente a uma questão que a própria Autoridade formula:
    “O meu CAP de SST caducou. O que tenho de fazer para renovar?
    Com a entrada em vigor da Lei n.º 42/2012, de 28 de agosto, que revoga o Decreto-Lei n.º 110/2000, de 30 de junho, o título profissional, antigo certificado de aptidão profissional (CAP), não carece de renovação.
    Porém, a ACT, no âmbito da verificação das atividades do técnico, seja em sede de auditoria e em processos de autorização de serviços de segurança no trabalho, seja no âmbito da atividade inspetiva, pode suspender o título profissional, quando em cada período de 5 anos, não se verifiquem os seguintes requisitos (da responsabilidade do técnico):
    Atualização científica e técnica através da frequência de formação contínua correspondente ao mínimo de 30 horas;
    100 Horas de formação contínua quando tenha o exercício profissional inferior a 2 anos;
    Os comprovativos da formação contínua deverão ser solicitados no âmbito das atividades da ACT acima referidas, não sendo necessário qualquer envio de documentação sem prévia notificação dos serviços da ACT.
    O certificado de aptidão profissional emitido ao abrigo da legislação revogada vale como título profissional para a profissão a que respeita para todos os efeitos legais, nos termos do artigo 20.º da Lei 42/2012, de 28 de agosto.”
    Eis que se deve fazer para renovação do CAP TSHST ou THST 100 horas ou 30 horas.
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  65. OBRIGAÇÕES DO TRABALHADOR:
    1. Utilizar Corretamente os EPI´s de acordo com as instruções que lhe forem fornecidas;
    2. Conservar e manter em bom estado o equipamento que lhe for distribuído;
    3. Participar de imediato todas as avarias ou deficiências do equipamento de que tenha conhecimento.
    Concordo que, a par dos pontos referidos no artº, o trabalhador tem o direito e o dever de manter um papel ativo no sistema de SST.
    O sistema de SST deve ser encarado como um sistema dinâmico, em constante melhoria.
    O trabalhador é peça chave nesta dinâmica e deve assumir também ele esta responsabilidade e ter sensibilidade para as questões de SST, em prol da entidade empregadora, do seu bem-estar e do bem-estar dos restantes colegas.
    Deve ser passada uma mensagem clara, de que o sistema SST representa um direito e dever de todos os intervenientes de um serviço e/ou organização, transmitindo e defendendo a política dos 5S – UTILIZAÇÃO, ORDENAÇÃO, LIMPEZA, ASSEIO E AUTODISCIPLINA.
    A formação, informação e consulta aos trabalhadores, integrando todos na temática da SST ajuda a promover a sensibilidade e o sentimento de alerta, tornando no futuro, uma cultura positiva e de entreajuda em qualquer organização.
    Estando diretamente ligada à gestão de recursos humanos e materiais em obra, tenho tido um papel ativo na formação, informação e recolha de feedbacks dos colegas trabalhadores, e com isso promovo a atualização de documentação interna e agilização dos procedimentos para que sejam entendidos por todos e para que todos assumam papeis ativos e naturais, na execução das atividades em Segurança e Saúde.
    Exemplo 1: Atualização da Avaliação de Riscos das atividades em obra;
    Exemplo 2: Implementação da Politica dos 5S em Estaleiro;
    Exemplo 3: Formação, informação e consulta aos colegas que executam trabalhos em obra;

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  66. As etapas de AR segundo a colega Carla Coutinho:
    Etapa 1 – Identificação dos perigos e das pessoas em risco – o artigo 15º fundamenta com “Identificação dos riscos previsíveis em todas as atividades da empresa, estabelecimento ou serviço, na conceção ou construção de instalações, de locais e processos de trabalho, assim como na seleção de equipamentos, substâncias e produtos, com vista à eliminação dos mesmos ou, quando esta seja inviável, à redução dos seus efeitos”.
    Etapa 2 – Avaliação e priorização dos riscos – pode-se transpor do artigo 15º a “Integração da avaliação dos riscos para a segurança e a saúde do trabalhador no conjunto das atividades da empresa, estabelecimento ou serviço, devendo adotar as medidas adequadas de protecção”. Bem como “Combate aos riscos na origem, por forma a eliminar ou reduzir a exposição e aumentar os níveis de protecção”.
    Etapa 3 – Decisões sobre as medidas preventivas – com o auxílio do artigo 15º fundamentamos com “Adaptação do trabalho ao homem, especialmente no que se refere à conceção dos postos de trabalho, à escolha de equipamentos de trabalho e aos métodos de trabalho e produção, com vista a, nomeadamente, atenuar o trabalho monótono e o trabalho repetitivo e reduzir os riscos psicossociais”; bem como “Priorização das medidas de proteção coletiva em relação às medidas de proteção individual”; e “Substituição do que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso”.
    Etapa 4 – Adopção de medidas; aqui uma vez mais podemos fundamentar com “Priorização das medidas de proteção coletiva em relação às medidas de proteção individual”. Assim como: “Assegurar, nos locais de trabalho, que as exposições aos agentes químicos, físicos e biológicos e aos fatores de risco psicossociais não constituem risco para a segurança e saúde do trabalhador”.
    Etapa 5 – Acompanhamento e revisão – fundamento com “ Planificar a prevenção como um sistema coerente que integre a evolução técnica, a organização do trabalho, as condições de trabalho, as relações sociais e a influência dos fatores ambientais”, bem como “Adaptação ao estado de evolução da técnica, bem como a novas formas de organização do trabalho”.
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  67. Testemunho da Luísa: Na empresa onde trabalho já existem algumas medidas implementadas que fomentam o companheirismo e o envolvimento dos trabalhadores, porém podem ser melhoradas.
    Festas da empresa: no Natal oferece prendas aos filhos dos trabalhadores com idade até aos 12 anos e um pequeno lanche , bem como a possibilidade de assistir a uma peça de teatro. Em vez do lanche e do teatro, se fosse oferecido um almoço a todos os trabalhadores seria mais motivador, visto que a maior parte dos trabalhadores já não tem filhos a usufruir deste mimo. E organizar festas na Páscoa e no verão de forma a promover o espirito de equipa ao longo do ano e não apenas no Natal e só para alguns.
    Parcerias: os trabalhadores têm desconto numa farmácia da localidade devido a um acordo com a empresa. Apesar de ser um bom beneficio, penso que poderiam ser criadas mais parcerias deste tipo com outras entidades, como por exemplo, com ginásios, gabinete de fisioterapia e/ou gabinetes de psicologia, pois ao facilitar o acesso a um preço mais baixo dessas entidades os trabalhadores poderiam recorrer às mesmas e assim melhorar o seu bem estar.
    Espaço de refeição: melhorar as condições ambientais do mesmo, colocando um ar condicionado. Criar um espaço no exterior, junto ao jardim, tipo esplanada nos meses de verão para promover o convívio dos trabalhadores na hora das refeições, até porque o ar livre também contribui para o relaxamento e bem estar das pessoas.
    Oferecer t-shirts, sweatshirts e batas aos trabalhadores com o logótipo da empresa. Os trabalhadores ficariam com roupa de trabalho sem terem que danificar as próprias e poupavam algum dinheiro, e seria de alguma forma a prática do simbolismo de “vestirem a camisola”. Que também seria um bom investimento no bem estar dos colaboradores por parte da empresa.
    Criar uma caixa “anónima” para colocar fruta/ legumes ou outros alimentos para partilhar. Existem várias pessoas na empresa que têm horta/pomares que não conseguem utilizar tudo, acabando por se estragar alimentos que podem fazer falta a outras e assim podia haver até trocas. Promovia o companheirismo e a partilha. A empresa também podia contribuir e oferecer de vez em quando alguns bens para a dita caixa.
    Promover o dia aberto às famílias dos trabalhadores, convidando as famílias a conhecerem onde o pai, a mãe ou o conjugue trabalham. Esta medida reforçaria a ligação família-empresa.
    Promover atividades desportivas, karting, descida de rio, futebol, piqueniques, ida a concertos, com a possibilidade de levar a família, enfim promover convívios em ambientes mais descontraídos.
    E com estas medidas implementadas estou certa que os colaboradores da empresa se sentiriam mais felizes no local de trabalho.

  68. Relativamente às medidas a implementar no local de trabalho, a prenda no dia de aniversário é sem dúvida uma excelente medida, e que beneficia a motivação do trabalhador. O trabalhador sente-se especial e lembrado nesse dia, no entanto, aproveito o exemplo e estendia-o para outras datas também importantes na vida de um trabalhador como o casamento, nascimento de um filho ou de um neto.
    Outra medida seria de promover pequenos lanches de convívio mensais ou sempre que fosse oportuno, em que cada trabalhador participa com um petisco confecionado por si ou de compra, esta medida permite uma pausa no trabalho, o convívio entre trabalhadores e chefia mais descontraído.
    Uma das medidas implementadas na minha instituição é a distribuição às 6ªfeiras de 15 em 15 dias, de uma peça de fruta ou de café com pequenas fatias de bolo caseiro em cada posto de trabalho. Os trabalhadores tem apreciado este gesto e por vezes em momentos de stress ou de tensão este momento é considerado uma “lufada de ar fresco” que ajuda a pausar, respirar e recarregar energias para continuar com as suas tarefas.
    No que se refere às medidas fora do local de trabalho, na minha instituição, nos últimos anos, tem vindo a implementar uma vez por ano, uma espécie de team building, com a participação de trabalhadores e dirigentes num ambiente descontraído e desportivo, em que não há diferenciação de tratamento, esta medida tem sido muito bem aceite pelos colaboradores, devido à aproximação entre as pessoas e sendo esta uma instituição com um numero elevado de trabalhadores permite o reencontro de colegas que trabalham em edifícios diferentes e conhecer pessoalmente colegas que habitualmente apenas os conheciam por telefone.
    Outra medida a implementar, no caso do meu departamento (de obras), que é composto por pessoal operacional, administrativo e técnico, seriam as visitas às obras realizadas no departamento, visto que muitos dos trabalhadores que contribuem, a nível administrativo “papel”, não fazem parte da execução de obra, não veem o desenvolvimento do trabalho que executaram, julgo que seria uma medida interessante e que iria contribuir para uma maior perceção, envolvimento e motivação dos trabalhadores na realização das suas atividades.
    in: No curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp: * Curso de 30h (horas)+ 5h (35h) formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança. Formação 35 horas anuais.
    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas+ 5horas)
    (Cumpra as 35h de formação anuais!)

  69. Medidas no Local de Trabalho:
    1º Medida: Promover Almoços/Lanches ou jantares de convívio, em especial nas datas mais marcantes na cultura ocidental, como por exemplo, Natal, Pascoa, etc.
    Fundamentação:
    Promover o espirito de grupo assim como proporcionar aos colaboradores um momento de convívio com os restantes colegas num ambiente diferente do local de trabalho de modo a reforças as ligações interpessoais entre os mesmos, promovendo a camaradagem e o espirito de grupo.
    2ª Medida: Melhorar ou renovar os espaços de refeições com temas e mobiliário que promovam a descontração.
    Fundamentação:
    Os espaços de refeição numa empresa, (mesmo que se resuma a um micro-ondas e copa) são locais bastante importantes pois possibilita que os colaboradores de diferentes setores da empresa passem algum tempo juntos e conversar sobre outras coisas além do trabalho, promovendo assim um momento de descontração e de alívio de stress.
    3º Medida: Manhãs ativas – Promover junto dos colaboradores (no caso de trabalhos monótonos), a atividade física através de atividades como alongamentos no local de trabalho (por exemplo no escritório)
    Fundamentação:
    Promove o relaxamento assim como ajuda na prevenção de alguns problemas de saúde relacionados com a monotonia dos trabalhos.
    Medidas Fora do Local de Trabalho:
    1º Medida: Realização de atividades desportivas em grupo. Exemplo: Torneio de Futsal Inter-Camaras ou a nível interno entre as Divisões ou Setores.
    Fundamentação:
    Promover a prática desportiva entre os colaboradores e hábitos de vida mais saudáveis, estimular o convívio e o espirito de camaradagem e de trabalho em equipa. No caso de torneio ou atividades com outros municípios contribui divulgar os municípios intervenientes.
    2º Medida: Organização pela empresa de atividades no período das férias escolares para filhos dos colaboradores e respetivos progenitores,
    Fundamentação:
    O período das férias escolares acarreta um acréscimo em termos de níveis de stress para os trabalhadores (que sejam pais) uma vez que a dinâmica da família assim como os seus horários sofrem uma mudança brusca. Através da elaboração de um plano de atividades para os filhos dos funcionários (idas à piscina, praia, museus, passeios, atividades lúdicas etc.) permite retirar essa preocupação dos funcionários.
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    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas+ 5horas)
    (Cumpra as 35h de formação anuais!)

  70. Dado que alguns trabalhadores ainda estão muito focada no trabalho e não nas relações sociais , na minha empresa penso que isso poderia ser muito mais melhorado, apenas fazemos o jantar de natal, nada mais. Deveria de passar pela administração a tomada das seguintes medidas:
    – Dar os parabéns sempre que um funcionário faz anos, dando-lhe um dia pago de ferias a mais por ano, podendo o trabalhador gozar esse dia.
    – Dar prémios de produção por equipa de trabalho;
    – Incluir as famílias no Jantar Anual de Natal e poder encerrar a empresa nesse período;
    – Fazer actividades durante os ano com os funcionários ( porco no espeto, Karts, canoagem, jogos de futebol);
    – E o mais importante de tudo sendo que esta deveria de ser a 1ª medida a atira em todas as empresa, elogiar os funcionários sempre que fazem o trabalho bem feito, começando sempre por motivar.
    – Encerrar a empresa uma semana no verão para que os trabalhadores possam gozar ferias todos ao mesmo tempo e estar com a família no Verão..
    dar prémios aos técnico de higiene por não existir acidentes nem incidentes de trabalho……. Mas isto… seria a empresa Perfeita…..

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  71. Infelizmente hoje em dia perdeu-se muito a relação interpessoal nos locais de trabalho (pelo menos nas experiências profissionais que tenho).
    Lembro-me que na empresa onde trabalho se promoviam vários convívios anuais que facilitavam as relações entre trabalhadores e empregadores, assim como, a relação entre os próprios trabalhadores. Eram convívios que proporcionavam a ida a estádios de futebol. Muitos dos funcionários ansiavam por saber qual seria o estádio dos “3 grandes” que iriam visitar nesse ano. Para muitos era a única altura do ano que se permitiam sair de casa e para a maioria era ver o seu clube a jogar no seu estádio, sendo que, de outra forma não teriam possibilidade para o fazer. Promoviam-se ainda jogos de futebol com a respectiva “bifanada” no final do jogo e almoços no dia do trabalhador e Natal. Com a desculpa (ou não) de que o país estava em crise, tudo nos foi retirado e agora apenas um pequeno grupo de trabalhadores se juntam anualmente pela altura do Natal para jantar.
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  72. Apresento medidas que poderão ser implementadas no local de trabalho e fora do local de trabalho com vista a um melhor ambiente social e a um melhor ambiente entre todos os agentes no trabalho:
    Criação de espaços de descontração nos locais de trabalho para oferecer aos trabalhadores espaços ou atividades de diversão para que possam usufruir durante o horário de trabalho. Desta forma, os trabalhadores têm a possibilidade de passar algum tempo juntos e conversar sobre outras coisas, além do trabalho.
    Gestão de horário, por vezes, são necessárias pausas, tirar a cabeça dos problemas e do stress deve-se proporcionar ao trabalhador que algum tempo do dia de trabalho seja gasto em pausas.
    Kit de boas-vindas, no primeiro dia de trabalho de um trabalhador pode-se oferecer um presente de boas-vindas. Vai fazer com que o trabalhador se sinta integrado e ‘vista a camisola’. Pode ser uma caneca, uma camisola da empresa ou uma agenda. Qualquer mimo fará diferença e causará um bom primeiro impacto.
    Saídas de grupo, regularmente, talvez uma vez por mês, espontaneamente, almoça-se fora, ou só tomar um café ou comer uma fatia de bolo; o que importa é estarem todos juntos.
    Festas da empresa, a altura de se juntarem não deverá ser só no Natal. Tentar fazer de várias épocas do ano oportunidades para juntar toda a gente e permitir convívio fora do ambiente de trabalho. O Verão, o Magusto ou os Santos são sempre boas ocasiões. Promover o espírito de equipa.
    Confiança, na base de tudo isto está, e tem mesmo de estar, a confiança. No fim de contas, o que importa realmente? Ter trabalhadores motivados, felizes, a gostarem do que fazem e a serem reconhecidos pelo seu trabalho ou trabalhadores presentes na empresa, por sentido de obrigação?
    Tudo isto resulta em união e espírito de equipa entre as pessoas que partilham o mesmo espaço e os mesmos objetivos, dia após dia.
    Trabalhadores motivados são trabalhadores produtivos!
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  73. No posto de trabalho, e a nível ergonómico, sem dúvida que o mobiliário teria que ser ajustado, as secretárias existentes não tem profundidade suficiente que permita apoiar os braços, e obter o ângulo correto na posição sentado, o que leva a lesões designadas por tendinites, lesões lombares e outras. A falta de profundidade/largura da secretária impede ajustar o monitor com a distância adequada, que deveria ser cerca dos 60 cm de distância.
    A nível de luminância, o meu posto de trabalho apresenta excesso e uma incorreta distribuição de lâmpadas, pelo que uma das medidas foi desligar algumas lâmpadas para criar pontos de luz adequados.
    Os riscos psicossociais são refletidos essencialmente na falta de pessoal, e acumulação de funções que provocam stress, frustração, desgaste e ansiedade. Atualmente este risco é minimizado com bom planeamento de tarefas ajustado e exequível e uma boa gestão de tempo.
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  74. No que se refere ao mesmo posto de trabalho, vou tomar como referencia o contexto de “administrativo”, ou seja gabinete secretária, etc. negligenciando o trabalho desenvolvido enquanto CSO, CSP ou o trabalho no exterior quer no acompanhamento das empreitadas ou das equipas operacionais da Câmara.
    Deste modo, as melhorias que propunha para uma maior adaptação do meu posto de trabalho, e consequente melhoria das condições de trabalho, prendem-se mais com a implementação de hábitos “saudáveis” ou seja, a realização de pausas de 5 minutos a cada hora ou hora e meia no computador, assim como a realização de alongamentos de modo a minimizar as consequências negativas provenientes de longas horas sentado e a trabalhar no computador.
    Contudo existem outros fatores que já foram tidos em conta no meu posto de trabalho, , como por exemplo:
    Distancia do Ecrã do utilizador;
    Cadeiras adaptadas ergonomicamente;
    Iluminação do Local de Trabalho;
    Etc.
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  75. Relativamente ao meu posto de trabalho, as questões que se poderiam levantar estão relacionadas com a ergonomia. Relativamente a isso foram feitas melhorias no sentido de escolher material mais ergonómico e confortável. Houve também uma sessão de formação sobre ergonomia para a “classe administrativa” onde foram avaliadas e melhoradas as condições do posto de trabalho. Os monitores dos computadores foram elevados a uma altura confortável para os olhos, foi colocado um apoio de pés em cada secretária e trocadas as cadeiras por outras que se adaptassem a cada pessoa e às suas necessidades de conforto. Foram ainda medidas as condições de ruído e luminosidade.
    Relativamente aos estaleiros móveis das obras, estas condições já não figuram, pelo que a única solução é fazer o trabalho “de escritório” no próprio do escritório da sede da empresa.
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  76. No meu local de trabalho existem implementadas várias medidas que visam a diminuição do trabalho monótono e repetitivo, tais como a existência de música ambiente, iluminação e temperatura ambiente controladas, existência de plantas, rotatividade de tarefas e reuniões mensais dos vários departamentos.
    Porém, considero que ainda existem algumas medidas que podiam ser implementadas tais como:
    Promover convívios fora do local de trabalho, tais como almoços ou atividades desportivas (caminhadas, descidas de rio, …), para melhorar o relacionamento entre colaboradores e empregadores.
    Incentivar a realização de técnicas de relaxamento/meditação, permitindo a interrupção das tarefas uma vez por semana e orientado por alguém externo à empresa.
    Melhorar o espaço destinado ao refeitório.
    Facilitar o desempenho das funções à distância, não constituindo a presença no local de trabalho obrigatória nas 40 horas semanais.
    Promover ações de formação nas instalações da empresa por formadores externos.
    E com estas sugestões, as exigências profissionais seriam mais fáceis de gerir.
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  77. Procedi a um breve estudo ergonómico do meu gabinete com o objetivo de detetar os problemas existentes.
    Neste levantamento tive em conta os aspetos organizativos e funcionais, e a consequente intervenção ergonómica a nível do layout da sala, de modo a contribuir para a melhoria da produtividade, através da melhoria das condições de trabalho, resultante da eliminação ou atenuação dos fatores de risco prejudiciais para a minha saúde.
    Um dos problemas que detetei foi a disposição do computar e respetivo ecrã de visualização, faz com que este esteja sujeito a reflexos causados pela incidência da luz exterior, que é responsável por uma carga de trabalho suplementar e de fadiga visual.
    A disposição do ecrã leva a um desconforto postural a nível da zona cervical, pois sou obrigada a executar movimentos desconfortáveis, de grande amplitude da cabeça e dos olhos.
    Desta forma optei por colocar a mesa afastada 1,5 m da janela de modo a atenuar os efeitos da luz exterior. O visor ficou disposto livre de reflexos do exterior. No que diz respeito a acessibilidades, quer o acesso ao posto de trabalho como o acesso às estantes encontram-se garantidos por um espaço de 800 mm, que permite a minha passagem ou de outras pessoas.
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  78. A minha colaboração como trabalhadora na melhoria do sistema de SST passa por, para além de cumprir com as minhas obrigações de trabalhadora prescritas na lei base (comparecer nas consultas de medicina do trabalho, utilizar corretamente os EPI quando aplicáveis, etc.), a minha colaboração como técnica de SHT passa por fazer avaliações de riscos nos diversos postos de trabalho, nomeadamente na área operacional, participar na aquisição de EPI para os trabalhadores, implementação de medidas preventivas, na avaliação de agentes físicos e biológicos, elaboração de instruções de trabalho.
    Anualmente realizo ações de formação em segurança e higiene no trabalho, de acordo com as necessidades.
    Este ano iniciei um pequeno projeto de sensibilização no departamento de obras, ao qual chamei “Sabia que…”, que consiste no envio mensal de mensagens (via email) de segurança e higiene no trabalho para todos os colegas do departamento com regras de segurança em obra, a importância dos EPI, responsabilidades de todos os intervenientes, entre outros temas.
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  79. Cumprindo os requisitos impostos pela ACT e segundo as directrizes da legislação em vigor, quer o empregador quer o colaborador tem deveres/obrigações e direitos. Sob o ponto de vista de melhoria do sistema de segurança e saúde na “minha” organização e sempre em colaboração com a administração e colaboradores, recorremos em 1ª ordem á avaliação do posto de trabalho, da consulta aos trabalhadores duas vezes por ano, no que diz respeito ás temáticas da segurança, e na medicina do trabalho, onde fazemos mais exames do que os obrigatórios.
    Existe uma relação muito próxima com todas as equipas de trabalho, existindo uma fácil comunicação e detecção dos pontos negativos e a sua correta resolução. dado que a empresa é pequena tenho a vantagem de todos os dias falar com os encarregados e perceber o que correu bem e o que correu menos bem e como podemos melhor. os equipamentos de protecção individual são comprados segundo as indicações dos trabalhadores, tentando sempre que se sintam confortáveis com os mesmos.
    Efectuamos formação regulares, dando prioridade ás dadas antes do inicio de trabalho em obra, onde são os trabalhadores que explicam a execução dos trabalhos e onde são referenciadas medidas seguras de execução dos trabalhos.
    muitas outras medidas poderiam ser melhoradas, mas na construção civil o orçamento é sempre reduzido.. e o sector da segurança tem de estar sempre em low cost.
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    (Cumpra as 35h de formação anuais!)

  80. No desempenho das minhas funções tento contribuir para a manutenção das boas condições de segurança e saúde dos colegas de trabalho.Todos temos obrigações nessa área, pois a segurança da empresa depende de todos.
    Alguns exemplos desse contributo são:
    Substituir a responsável de segurança na sua ausência e colaborar com a mesma partilhando ideias ou na verificação da documentação elaborada por ela.
    Fazer parte da comissão de segurança, opinando sobre os assuntos apresentados nas reuniões.
    Fazer parte da brigada de 1ª intervenção e colaborar com as entidades oficiais (bombeiros e proteção civil) nos simulacros.
    Participar nas formações na área.
    Sensibilizar para o uso dos EPI’s quando verifico a não utilização dos mesmos, alertando pra a importância da medida na proteção da saúde do trabalhador.
    Antes da aquisição das matérias primas solicito a ficha de dados de segurança, para análise da perigosidade e das medidas de proteção necessárias para a sua utilização. E quando possível substituo por menos perigosas ou não perigosas.
    Alertar para a necessidade de ligar os ventiladores de exaustão dos fumos/vapores quando verifico que estes não estão a funcionar.
    Sensibilizar os colaboradores para colocar as viaturas no estacionamento em posição de segurança e nos locais assinalados para esse efeito.
    Dar aos visitantes (clientes, fornecedores, etc.) um folheto onde constam as regras de segurança mais importantes a ter em consideração durante a permanência nas instalações da empresa.
    Em conclusão, tento no meu dia-a-dia estar atenta ao que nos rodeia e que de alguma forma possa contribuir para uma falha na segurança e saúde dos colegas.
    in: No curso de renovação de cap de técnico ( superior ) de segurança no trabalho, tshst, tsst ou tst, ou actualização do tp: * Curso de 30h (horas)+ 5h (35h) formação e-learning cap de renovação cap tshst, hst , com vista ao certificado de higiene e segurança. Formação 35 horas anuais.
    Renovação cap/Certificado Aptidão Profissional T(S)ST, TSHST; técnico (superior) de segurança no trabalho) ou actualização do tp/Título Profissional de 35h, 30h (30 horas+ 5horas)
    (Cumpra as 35h de formação anuais!)

  81. Embora a lei exija que os trabalhadores partici­pem, sejam informados, instruídos, treinados e consultados em matéria de HST, na minha opinião a implementação de uma cultura de HST diz respeito a todos, à Gestão de topo, ao representante nesta matéria, aos restantes responsáveis de departamentos e aos trabalhadores.
    Como Técnica Superior de HST não possuo conhecimentos suficientes principalmente a nível operacional para as soluções de muitos dos pro­blemas na matéria HST. No meu dia-a-dia recorro aos trabalhadores, são eles que possuem os conhecimentos e a experiência apro­fundados sobre o modo como o trabalho é feito e o impacto que tem nas suas vidas.
    Pela minha experiência, os locais de trabalho em que os trabalhadores contribuem de forma ativa para a HST têm um menor nível de risco e taxas de sinistralidade inferiores.
    Obrigatoriamente a participação passa por todos, acima mencionados, consistindo num processo simples bidirecional em que os empregadores e os traba­lhadores e/ou respetivos representantes tem que:
    Comunicar entre si;
    Escutar as intenções / preocupações / objetivos da outra parte;
    Procurar ouvir e partilhar pontos de vista e informações;
    Discutir as questões em tempo útil;
    Considerar as opiniões de todos;
    Tomar decisões em conjunto;
    Dar provas de confiança e respeito mútuos.
    De forma a exemplificar anexo uma consulta ao trabalhador no âmbito do HST, embora no meu entender a plena participação vai além desta consulta onde os trabalhadores deverão estar, também, envolvidos na tomada de decisões.
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  82. Para proceder a uma avaliação de riscos, considero que a 1ª estapa a analisar seria a identificação dos perigos inerentes a uma atividade ( Ambiente em geral,produtos químicos, instruções de trabalho, ferramentas equipamentos .. etc..) ( Perigo – Situação que pode originar danos à saúde) . Mas seguindo o descrito na lei base de SST, as fases são :

    Identificação dos Riscos ( em resposta a alínea a) do art.º 15 da Lei 102/2009 – Avaliar as possíveis consequenciais e os trabalhadores expostos Exemplo de riscos associados a um perigo em Anexo;
    Quantificar riscos – Estimar a probabilidade e gravidade de cada uma das formas de acidente, e classificar os riscos ( Risco – Conjugação da probabilidade de ocorrência do acidente e a avaliação das suas consequências expectáveis)
    Definir medidas preventivas – Medidas que permitam minimizar e/ou controlar os riscos avaliados- Exemplo de medidas preventivas em anexo.
    Adopção das medidas de prevenção – Através de check list, ou planos de verificação – Exemplo de medidas de controlo a verificar em anexo;
    Acompanhamento e revisão das medidas – deverá de ser feito um acompanhamento e possível revisão sempre que se verifique essa necessidade ;
    É importante que os trabalhadores tenham conhecimento destas avaliações de riscos, e que seja efectuada uma consulta aos mesmos de forma a que possamos complementar todas as avaliações de riscos.
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  83. Considero como etapa “preliminar” numa avaliação do risco a identificação dos perigos, pois permite a identificar as situações que possam originar danos à saúde de um trabalhador, ou seja que potenciam um risco ao mesmo, tais como o tipo de atividade, os equipamentos utilizados, os produtos a aplicar, o tipo de instalações, entre outros.
    Assim, após esta etapa “preliminar”, considero as seguintes etapas:
    1ª Identificação risco
    2ª Identificação dos trabalhadores expostos
    3ª Estimar o risco – conjugação da probabilidade de ocorrência do dano (estimativa da probabilidade com o grau de gravidade/severidade (estimativa da probabilidade)
    4ª Valorização do risco – magnitude do risco, estabelecer se o risco é aceitável ou não, definir a prioridade do trabalho a realizar para eliminar ou evitar os riscos
    5ª Identificar as medidas preventivas adequadas para a eliminação ou controlo dos riscos – dar priorização às medidas de proteção coletiva em relação às medidas de proteção individual
    6ª Implementar das medidas identificadas, através de elaboração de planos de medidas.
    Nestes planos deve ser especificado as responsabilidades, ou seja, a quem compete e quando, os prazos de execução das tarefas e os meios afetos à aplicação das medidas.
    Deve ser estabelecido um acompanhamento e revisão as estas medidas de forma a assegurar atualização das mesmas sempre que haja mudanças organizacionais ou na sequência de um acidente ou de um possível acidente.
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  84. Relativamente às medidas a implementar no local de trabalho para eliminar ou reduzir os riscos psicossociais , a prenda no dia de aniversário é sem dúvida uma excelente medida, e que beneficia a motivação do trabalhador. O trabalhador sente-se especial e lembrado nesse dia, no entanto, aproveito o exemplo e estendia-o para outras datas também importantes na vida de um trabalhador como o casamento, nascimento de um filho ou de um neto.
    Outra medida seria de promover pequenos lanches de convívio mensais ou sempre que fosse oportuno, em que cada trabalhador participa com um petisco confecionado por si ou de compra, esta medida permite uma pausa no trabalho, o convívio entre trabalhadores e chefia mais descontraído.
    Uma das medidas implementadas na minha instituição é a distribuição às 6ªfeiras de 15 em 15 dias, de uma peça de fruta ou de café com pequenas fatias de bolo caseiro em cada posto de trabalho. Os trabalhadores tem apreciado este gesto e por vezes em momentos de stress ou de tensão este momento é considerado uma “lufada de ar fresco” que ajuda a pausar, respirar e recarregar energias para continuar com as suas tarefas.
    No que se refere às medidas fora do local de trabalho, na minha instituição, nos últimos anos, tem vindo a implementar uma vez por ano, uma espécie de team building, com a participação de trabalhadores e dirigentes num ambiente descontraído e desportivo, em que não há diferenciação de tratamento, esta medida tem sido muito bem aceite pelos colaboradores, devido à aproximação entre as pessoas e sendo esta uma instituição com um numero elevado de trabalhadores permite o reencontro de colegas que trabalham em edifícios diferentes e conhecer pessoalmente colegas que habitualmente apenas os conheciam por telefone.
    Outra medida a implementar, no caso do meu departamento (de obras), que é composto por pessoal operacional, administrativo e técnico, seriam as visitas às obras realizadas no departamento, visto que muitos dos trabalhadores que contribuem, a nível administrativo “papel”, não fazem parte da execução de obra, não veem o desenvolvimento do trabalho que executaram, julgo que seria uma medida interessante e que iria contribuir para uma maior perceção, envolvimento e motivação dos trabalhadores na realização das suas atividades.

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  85. Na empresa onde trabalho já existem algumas medidas implementadas que fomentam o companheirismo e o envolvimento dos trabalhadores, porém podem ser melhoradas.
    Festas da empresa: no Natal oferece prendas aos filhos dos trabalhadores com idade até aos 12 anos e um pequeno lanche , bem como a possibilidade de assistir a uma peça de teatro. Em vez do lanche e do teatro, se fosse oferecido um almoço a todos os trabalhadores seria mais motivador, visto que a maior parte dos trabalhadores já não tem filhos a usufruir deste mimo. E organizar festas na Páscoa e no verão de forma a promover o espirito de equipa ao longo do ano e não apenas no Natal e só para alguns.
    Parcerias: os trabalhadores têm desconto numa farmácia da localidade devido a um acordo com a empresa. Apesar de ser um bom beneficio, penso que poderiam ser criadas mais parcerias deste tipo com outras entidades, como por exemplo, com ginásios, gabinete de fisioterapia e/ou gabinetes de psicologia, pois ao facilitar o acesso a um preço mais baixo dessas entidades os trabalhadores poderiam recorrer às mesmas e assim melhorar o seu bem estar.
    Espaço de refeição: melhorar as condições ambientais do mesmo, colocando um ar condicionado. Criar um espaço no exterior, junto ao jardim, tipo esplanada nos meses de verão para promover o convívio dos trabalhadores na hora das refeições, até porque o ar livre também contribui para o relaxamento e bem estar das pessoas.
    Oferecer t-shirts, sweatshirts e batas aos trabalhadores com o logótipo da empresa. Os trabalhadores ficariam com roupa de trabalho sem terem que danificar as próprias e poupavam algum dinheiro, e seria de alguma forma a prática do simbolismo de “vestirem a camisola”. Que também seria um bom investimento no bem estar dos colaboradores por parte da empresa.
    Criar uma caixa “anónima” para colocar fruta/ legumes ou outros alimentos para partilhar. Existem várias pessoas na empresa que têm horta/pomares que não conseguem utilizar tudo, acabando por se estragar alimentos que podem fazer falta a outras e assim podia haver até trocas. Promovia o companheirismo e a partilha. A empresa também podia contribuir e oferecer de vez em quando alguns bens para a dita caixa.
    Promover o dia aberto às famílias dos trabalhadores, convidando as famílias a conhecerem onde o pai, a mãe ou o conjugue trabalham. Esta medida reforçaria a ligação família-empresa.
    Promover atividades desportivas, karting, descida de rio, futebol, piqueniques, ida a concertos, com a possibilidade de levar a família, enfim promover convívios em ambientes mais descontraídos.
    E com estas medidas implementadas estou certa que os colaboradores da empresa se sentiriam mais felizes no local de trabalho.

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  86. Medidas no Local de Trabalho:
    1º Medida: Promover Almoços/Lanches ou jantares de convívio, em especial nas datas mais marcantes na cultura ocidental, como por exemplo, Natal, Pascoa, etc.
    Fundamentação:
    Promover o espirito de grupo assim como proporcionar aos colaboradores um momento de convívio com os restantes colegas num ambiente diferente do local de trabalho de modo a reforças as ligações interpessoais entre os mesmos, promovendo a camaradagem e o espirito de grupo.
    2ª Medida: Melhorar ou renovar os espaços de refeições com temas e mobiliário que promovam a descontração.
    Fundamentação:
    Os espaços de refeição numa empresa, (mesmo que se resuma a um micro-ondas e copa) são locais bastante importantes pois possibilita que os colaboradores de diferentes setores da empresa passem algum tempo juntos e conversar sobre outras coisas além do trabalho, promovendo assim um momento de descontração e de alívio de stress.
    3º Medida: Manhãs ativas – Promover junto dos colaboradores (no caso de trabalhos monótonos), a atividade física através de atividades como alongamentos no local de trabalho (por exemplo no escritório)
    Fundamentação:
    Promove o relaxamento assim como ajuda na prevenção de alguns problemas de saúde relacionados com a monotonia dos trabalhos.
    Medidas Fora do Local de Trabalho:
    1º Medida: Realização de atividades desportivas em grupo. Exemplo: Torneio de Futsal Inter-Camaras ou a nível interno entre as Divisões ou Setores.
    Fundamentação:
    Promover a prática desportiva entre os colaboradores e hábitos de vida mais saudáveis, estimular o convívio e o espirito de camaradagem e de trabalho em equipa. No caso de torneio ou atividades com outros municípios contribui divulgar os municípios intervenientes.
    2º Medida: Organização pela empresa de atividades no período das férias escolares para filhos dos colaboradores e respetivos progenitores,
    Fundamentação:
    O período das férias escolares acarreta um acréscimo em termos de níveis de stress para os trabalhadores (que sejam pais) uma vez que a dinâmica da família assim como os seus horários sofrem uma mudança brusca. Através da elaboração de um plano de atividades para os filhos dos funcionários (idas à piscina, praia, museus, passeios, atividades lúdicas etc.) permite retirar essa preocupação dos funcionários.

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  87. Dado que alguns trabalhadores ainda estão muito focada no trabalho e não nas relações sociais , na minha empresa penso que isso poderia ser muito mais melhorado, apenas fazemos o jantar de natal, nada mais. Deveria de passar pela administração a tomada das seguintes medidas:
    – Dar os arabéns sempre que um funcionário faz anos, dando-lhe um dia pago de ferias a mais por ano, podendo o trabalhador gozar esse dia.
    – Dar prémios de produção por equipa de trabalho;
    – Incluir as famílias no Jantar Anual de Natal e poder encerrar a empresa nesse período;
    – Fazer actividades durante os ano com os funcionários ( porco no espeto, Karts, canoagem, jogos de futebol);
    – E o mais importante de tudo sendo que esta deveria de ser a 1ª medida a atira em todas as empresa, elogiar os funcionários sempre que fazem o trabalho bem feito, começando sempre por motivar.
    – Encerrar a empresa uma semana no verão para que os trabalhadores possam gozar ferias todos ao mesmo tempo e estar com a família no Verão..
    dar prémios aos técnico de higiene por não existir acidentes nem incidentes de trabalho……. Mas isto… seria a empresa Perfeita…

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